Magic Blog

Criar

Exibindo 1-20 de 30 itens.
  • O que é Cubo?

    O que é Cubo?

    por Willowman em 08/12/2018 - 103 Visualizações, 1 Comentários.

    Nesse ano, o Magic completou 25 anos. Eu acredito que o principal motivo dessa longevidade é a incrível variedade de formas de jogar que existem. Para uns, o formato Padrão (T2) é o melhor jeito de jogar, outros preferem o Moderno (Modern), outros ainda só jogam Commander. Claro que, para muitos jogadores, a maneira mais divertida de jogar envolve o desafio do Magic Limitado, de sentar à mesa e navegar um Draft na tentativa de construir o melhor baralho possível.



    E é justamente sobre o Magic Limitado que eu quero falar nesse artigo. Para muitos, a experiência mais comum de Limitado é o formato Selado, que é o utilizado nos pré-lançamentos das coleções. O formato mais utilizado em torneios, no entanto, é o Booster Draft (clique aqui se você quiser uma explicação de como o Draft funciona).



    A Wizards dá grande importância aos formatos Limitados, e muitas das decisões sobre quais cartas vão fazer parte de uma coleção e em qual raridade é consequência da experiência de Draft que os designers querem criar. Ainda assim, abrir uma carta como Lua Alpina ou Lápide Silenciosa em um booster pode ser decepcionante. É aí que entra o Cubo.



    Falando de forma simples, um Cubo é uma expansão de Magic customizada, voltada para proporcionar uma experiência de Limitado que o seu criador acredita ser divertida. Montar um Cubo permite que você crie o seu draft perfeito, seja lá o que isso quer dizer. Uma pessoa pode querer a chance de jogar com o Power 9, enquanto outra quer experimentar um draft só com cartas que todo mundo acha horrível.



    Essa é a maior vantagem do cubo, você tem liberdade total, se uma carta faz parte dele, é porque você quer ela lá. O seu cubo pode refletir você como jogador, contendo os seus tipos de deck preferidos, ou pode recriar um formato que você sente falta, por exemplo, o draft de Innistrad original. Existem Cubos que foram criados para contar uma história, ou mesmo como um desafio para o conhecimento dos jogadores, com cartas como Lago da Sabedoria e Olho da Tempestade .



    No caso do meu cubo, eu comecei me restringindo só a cartas comuns e incomuns, para controlar o poder das cartas (apesar de cartas como Força de Vontade, Frasco do Éter e Cetro Isócrono serem incomuns em suas impressões originais, e fazerem parte do cubo) e me dar a chance de usar cartas que eu gosto bastante, mas que não são usadas em formatos construídos, como Ent da Floresta Morta ou Patrulheiro da Ordem do Zimbro .



    O meu cubo tem uma estrutura bem simples, com cada par de cores formando um arquétipo Agressivo, Midrange ou Controle, sem combos ou sinergias muito restritivas. A minha idéia enquanto eu estava construindo a lista era um cubo que não fosse muito difícil de draftar para quem não tem muita experiência. Uma estrutura simples também permite que o cubo seja usado em drafts menos convencionais, como draft Commander ou Archenemy.



    Eu posso afirmar que, com certeza, a diversão que eu tenho draftando o meu cubo valeu o trabalho de construí-lo, mas a maior vantagem de ter um cubo que eu só percebi depois é poder convidar os amigos e ninguém ter que se preocupar em ter decks ou qualquer outra coisa. Para terminar, e para dar um ponto de partida para quem começou a se interessar em construir um cubo, a minha lista nesse link.


  • Report do Campeão PPTQ Londrina - Piedade Card House

    Report do Campeão PPTQ Londrina - Piedade Card House

    por Xaves em 13/11/2018 - 184 Visualizações, 2 Comentários.

    Eae galera, meu nome é Victor Hugo Carvalho Nogueira, também conhecido como “Xaves” ou “Xaveco”, jogo MTG a muitos anos, mas comecei a viajar para campeonatos em 2014 ou 2015, dando uma pausa no jogo em 2016 e retornando Julho desse ano. Esse é meu primeiro report então não sei direito como faço isso aqui, mas vamos lá.



    Desde que comecei a jogar MTG sempre tive um amor muito grande pelos decks de control, jogava de miracles no legacy e no standard atual testei diversas listas de Jeskai control que se adequassem ao meu estilo de jogo e meu gosto pessoal. Então cheguei a essa lista:



    Com o meta bem diversificado atualmente do standard, essa foi a lista que mais me agradou, e que mais me surpreendeu sobre o poder da carta Niv-Mizzet, Parun que me garantiu a vitória em todos os jogos do top8.



    Rodada 1 – Bye 1-0



    Comecei tranquilo, 27 jogadores no torneio e logo eu peguei bye. Easy 1-0.



    Rodada 2 – UR Control 1-1



    O g1 foi bem longo como esperado de um mirror de control. O jogo se resume em eu dar três Ionizar no meu inimigo, ele cair a 14 de vida. Dei um Expansão // Explosão com x2, um com x8 e um com x4, terminando o jogo com apenas 7 cartas no baralho. 1-0



    O g2 ele abriu melhor que eu, desceu lands todo turno e castou algumas Visão da Quimiomante, encheu a mão e baixou um Nezahal, Maré Primordial. Não consegui lidar com o bixo e perdi 1-1.



    O g3 eu abri melhor, não perdi land drops e como minha mão estava cheia de agressividade eu parti pra cima. Baixei um Niv-Mizzet, Parun com anula para proteção que morreu no turno dele para um Enfrentar com Fogo e um anula para o meu anula. Depois disso eu tentei baixar dois Teferi, Hero of Dominaria, um Ral, Vice-rei Izzet, uma Huatli, Poetisa Guerreira e uma Lyra Dawnbringer. Todos anulados. Ele baixou um Niv-Mizzet, Parun, tentei matar, tomei um anula e faleci 1-2 para o oponente.



    Rodada 3 – Boros Caminho da Bravura 2-1



    No g1 eu fui limpando a mesa mas ele conseguiu flipar o encantamento. Depois disso comecei a cavar para achar meus Campo da Ruína. Baixei um Teferi, Hero of Dominaria e um Ral, Vice-rei Izzet, sempre matando os bichos dele ou anulando e tentando achar o Campo da Ruína. Quando cheguei a 7 de vida baixei um Niv-Mizzet, Parun, usei uma Hélice de Lava nele e respondi com um Syncopate pra 0 so para triggar o Niv-Mizzet, Parun. Comprei mais duas cartas, achei o campo e o oponente concedeu. 1-0



    O g2 ele abriu rápido, mas tomou um Clarim Ensurdecedor no turno 3, e outro no turno 4. Voltei com uma Lyra, Portadora da Alvorada no turno 5 e uma Huatli, Poetisa Guerreira no 6 e finalizei o oponente. 2-0



    Rodada 4 – Mono Red Aggro 3-1



    Infelizmente para meu oponente tanto no g1 como no g2 ele floodou demais e não conseguiu agressivar, me dando o tempo necessário para controlar o jogo e finaliza-lo. 2-0



    Rodada 5 – Mono Red Aggro 3-1-1



    Olhamos os standings e decidimos dar ID. Infelizmente meu oponente não estava com um rating muito bom e ficou em 9° e eu passei em 6°. Partiu Top8.



    Top8 – Mono Blue Tempo 2-1



    Quando sentei na mesa já estava preocupado, pois esse deck é muito forte contra decks de controle, felizmente meu oponente não abriu com muitos bichos, dei um Selar no primeiro que estava com uma Obsessão Curiosa, ele voltou o bicho pra mão com um Piscar de Olhos e baixou mais dois que tomaram um Clarim Ensurdecedor com anula para proteger, ai o jogo se estendeu mais um pouco me levando a 1 de vida, cavei o deck, encontrei um Dragonete Fagulhante, dei uma Hélice de Lava em um Gênio da Tempestade, dei life link com o Clarim Ensurdecedor pro Dragonete Fagulhante e ganhei 7 de vida de volta. O oponente comprou a carta do turno e recolheu. 1-0



    O g2 foi como eu esperava que seria a match. Ele baixou um Domador de Tempestades Sireno no primeiro turno. No segundo pois uma Obsessão Curiosa e me bateu anulando tudo que eu tentava fazer até acabar a partida. 1-1



    No g3 logo no meu segundo turno aproveitei que ele estava com as manas viradas para matar o Domador de Tempestades Sireno que ele fez no turno 1. Dei um Clarim Ensurdecedor mais pra frente, ele não estava com muita agressão, apenas duas Nightveil Sprite, baixei uma Huatli, Poetisa Guerreira e fiz um token 3/3. Ele bateu na Huatli, indo a 1 de lealdade. Voltei de Niv-Mizzet, Parun, e ganhando 5 de vida com o planeswalker. Ele leu o Niv, perguntou se o dano era em qualquer alvo, eu disse que sim. E ele recolheu. 2-1. Fiquei super feliz por ter ganho de um match tao ruim. Nesse momento eu vi que o Niv-Mizzet era extremamente forte contra monoU.



    Top4 – Mono Blue Tempo 2-1



    Mal tinha acabado a partida contra um, já tinha outro me esperando.



    O g1 foi complicado mas consegui dar alguns removals até que encontrei o meninão Niv-Mizzet, Parun. O oponente cheio de anulas na mão arregalou os olhos e disse: “Eita esse ai é complicado em”.



    Conjurei algumas magicas, fui dando 1 de dano nas criaturas dele e comprando cartas com o Niv, ele viu que não ia conseguir segurar e concedeu. 1-0



    Não vi nem a cor do jogo no g2, ele baixou 2 bichos, colocou Obsessão Curiosa nos dois, me deu um Spell Pierce no Clarim Ensurdecedor e eu morri que nem vi o jogo. 1-1



    O g3 foi o jogo mais tenso do campeonato. Meu oponente baixou um único bicho que matei logo cedo. Depois disso meu oponente só baixou terreno por uns 7 turnos, e eu travado na quarta mana... Tinha certeza que ele estaria recheado de anulas. Ele então baixou dois bixos 1/1, tentei matar os bichos mas ele anulou ou protegeu com Dive Down. Ele baixou um Gênio da Tempestade que estava facilmente 9/4 e me mataria no próximo turno. Finalmente encontrei a sexta mana para baixar o Niv-Mizzet, Parun e trocar com o gênio. Meu oponente castou um Dormir, comprei uma carta com o trigger do Niv-Mizzet e matei um dos 1/1. Ele me bateu e fui a 1 de vida. Na volta dei 1 de dano no gênio com o draw do turno, castei um clarim, tivemos uma briga de counters que sai vitorioso por causa do dormir que o oponente conjurou no turno passado e suas manas estavam viradas. Ter voltado os Sincopar pro deck no g3 por estar no play salvaram minha vida. Ele comprou, baixou um Saqueador do Aeroveleiro Bélico e passou. Comprei a carta do turno, matei o bixo com o trigger do Niv, bati e passei. Ele comprou a carta do turno e estendeu a mão. Não acreditei que tinha ganhado do segundo mono blue em sequência. Niv-Mizzet mostrando seu poder novamente. Bora pra final.



    Final – UR Control 2-0



    Tava la o cara da minha única derrota no suíço. Hora da revanche.



    Clássico começo de jogo emocionante de control mirror, a primeira mágica castada foi no passe do turno 4 de cada jogador, ambos castamos uma Visão da Quimiomante que com certeza não foram contestadas. No meu sexto turno, baixei uma Busca por Azcanta // Azcanta, a Ruína Submersa para tirar um anula da mão do oponente, que para minha surpresa não foi anulada. Imaginei que ele não devia ter anula na mão ou que teria poucos e brigaria por algo que acabasse com o jogo mais rápido. A seleção de draws que a azcanta me proporcionou foi crucial para esse jogo.



    Depois disso, como tinha dois Teferi, Herói de Dominária na mão, joguei um pra faze-lo gastar um anula, e foi isso que aconteceu, ele anulou e então jogou um Ral, Vice-rei Izzet no seu turno. Deixei resolver e castei o outro Teferi, Herói de Dominária que não foi anulado. Joguei o Ral, Vice-rei Izzet dele pra terceiro do deck com o -3 do Teféri e passei. No turno dele, o oponente voltou o Teféri pra minha mão com um piscar de olhos kickado e passou, imaginei que ele teria um anula. Baixo o Teféri denovo e tenho o anula para proteção mas o oponente faz uma jogada que me deixou meio confuso. Eu tinha 3 manas em pé, e ele castou um syncopar para 3. Paguei o custo e o Teféri resolveu. Compro uma carta e passo. Ele joga o Ral novamente e passa. No meu turno mando o Ral pra terceiro do deck novamente e jogo meu Ral que não foi contestado. Nesse momento com dois planeswalkers na mesa, uma azcanta prestes a flipar, um Niv-Mizzet, Parun na mão, e a mão lotada de anulas, eu estava bem seguro da vitória. Meu oponente baixou o Niv-Mizzet, Parun dele, comprei uma carta com o Teféri e dei um golpe da justiça no Niv, ele respondeu com uma visão da quimiomante e matou o Teféri. Baixo o terceiro Teferi, Herói de Dominária , compro uma carta e passo.



    Ele joga uma Busca por Azcanta // Azcanta, a Ruína Submersa que eu deixo resolver pois o jogo não demoraria muito para acabar, ele deu um Golpe Relampejante no meu teferi que foi a 2 de lealdade e então ele jogou outro Ral. Tentei anular com um Syncopate pra 5, que tomou um outro syncopar pra 1 e entrou. No meu turno dei uma Expansão // Explosão de x=6 para matar o Ral já que ele estava com todas as manas viradas. Tirei o Ral da mesa, comprei seis cartas, selecionei completamente minha mão e nesse momento só faltava fechar a tampa do caixão. O oponente perguntou quantas cartas restavam no meu baralho: 18. Imaginei que ele pretendia me fazer comprar cartas com uma explosão e me matar de deck over, mas não, ele deu uma explosão de x=6 no meu Ral, levando ele a 1 de lealdade, deixei resolver, pois como ele não ia morrer não faria muita diferença.



    Baixei meu Niv-Mizzet, Parun, com 7 manas sobrando, desvirei duas com o Teféri e passei. Ele tentou matar, tivemos uma briga de anulas, dei 3 ionizar nele, comprei várias cartas com o Niv e o oponente concedeu. O jogo mais demorado do mirror sempre é o g1, e eu abri a vantagem, pos side eu tinha bastante coisa para agressivar.



    O g2 começa daquele típico jeito de mirror, land vai até o quarto turno, mas dessa vez eu não tinha uma jogada. O oponente joga uma Visão da Quimiomante, e usa a sobrecarga no quinto turno, eu decido copiar com uma Expansão // Explosão pois teria três manas sobrando caso ele fosse baixar um Ral.



    Ele joga uma Busca por Azcanta // Azcanta, a Ruína Submersa que eu anulo e passa. Jogo um Dragonete Fagulhante para tentar tirar anula da mão dele que funciona, o dragonete é anulado e um anula a menos.



    Quando jogo minha Visão da Quimiomante ele joga um Syncopate pra 3 que anula. Eu anulo um Ral, Vice-rei Izzet dele, e nesse momento so estou esperando mais 2 terrenos para baixar meu Niv-Mizzet, Parun com proteção para algum kill.



    Baixo um Ral para tirar anula da mão dele, como ele gasta um Golpe Desdenhoso, uso um Syncopate que toma um Ionizar, o Ral é anulado e passo. Meu oponente não faz nada no turno dele e eu dou draw no segundo Niv-Mizzet, Parun, jogo um deles, que meu oponente tem que matar utilizando dois Golpe Relampejante. Compro duas cartas e dou dois de dano nele, decido deixar o Niv morrer já que tinha outro de backup e preferia deixar a mana para anular algo perigoso.



    O oponente passa, baixo o segundo Niv com mana pro anula e passo. O oponente não faz nada e passa devolta. Agora que desvirei com o Niv na mesa a partida estava praticamente garantida. Bato e passo. Ele tenta baixar um Ral e matar o Niv, temos uma briga de anulas, compro umas 5 cartas com o Niv, anulo todos os anulas dele e o jogo acaba.



    A tão esperada vitória finalmente veio. Niv-Mizzet, Parun com certeza foi a carta do campeonato. Crucial em todos os jogos complicados. A partida foi transmitida ao vivo na página da Piedade Card House e pode ser conferida no link: https://www.facebook.com/piedadecardhouse/videos/275806223071182/.



    É isso ae, ficou longo mas me diverti com a experiência de escrever meu primeiro report. Agradeço ao Piedade pela organização do evento e a galera de Presidente Prudente pelo apoio e a torcida. Espero vocês no RPTQ. Falows!!



     




  • Mulligan. Vai Keepar?

    Mulligan. Vai Keepar?

    por Wlad em 05/11/2018 - 70 Visualizações, 2 Comentários.

    Mulligan: Um guia rápido e prático sobre este famigerado ato.



    De onde surgiu? Existem várias teorias, as duas mais plausíveis contam que surgiu no golf entre a década de 20 e 30 nos EUA. Dentre os 2 possíveis criadores estão o David Mulligan e o John A. "Buddy" Mulligan, ambos relacionados ao golfe e que propuseram uma chance a mais na primeira tacada, caso esta tenha sido catastroficamente ruim. Depois o termo ganhou uso em outros jogos, como dardos, MTG, Pokémon, Dragon Ball etc.



    O que é? Pelas regras: 103.4. Um jogador insatisfeito com sua mão inicial pode fazer um mulligan. Primeiro o jogador inicial declara se ele fará um mulligan. Em seguida, cada outro jogador na ordem de turno faz o mesmo. Uma vez que todos os jogadores tenham feito uma declaração, todos jogadores que decidiram fazer mulligans, fazem-no ao mesmo tempo. Para fazer um mulligan, o jogador embaralha sua mão de volta em seu grimório, então compra uma nova mão com um card a menos do que tinha anteriormente. Se um jogador manter sua mão, estes cards tornam-se a mão inicial daquele jogador, e este jogador não pode fazer outros mulligans. O processo é repetido até que nenhum jogador faça mulligan. (Observe que se o número de cards na mão de um jogador chegar a zero cards, esse jogador deve manter a mão.)



    E, a pergunta de um milhão de dólares: Quando muligar? (Percebam que o nome tornou-se um neologismo, um verbo. Eu muligo, tú muligas, ele muliga...).



    Você precisa avaliar alguns aspectos pré-estabelecidos, isso varia de acordo com o seu deck e o deck de seu oponente.



    1- Eu quero mais de um terreno.



    2- Eu não quero mais que 5 terrenos.



    3- Eu quero mais de uma cor de mana com os terrenos de minha mão incial (quando jogando de 2 ou mais cores).



    Quando todas essas afirmações for verdadeira eu mantenho a minha mão, caso não eu muligo!



    Mas... É só isso?



    Não. Existem algumas "dicas" de como muligar melhor, por exemplo:



    1- Conheça seu deck! Mulligan é sempre contextual, você nunca mantém ou muliga uma mão, você mantém ou muliga uma mão contra um adversário, contra um determinado deck, com um determinado deck, na play ou na draw, etc. São sempre múltiplos fatores para se levar em consideração. Outro ponto a ser entendido é se seu deck é um deck que precisa de quantidade ou de qualidade. Decks que precisam de quantidade de cartas muligam bem mal, enquanto os outros que precisam de qualidade já oferecem um muligam melhor. Um exemplo de deck de quantidade é o Scapeshift ou o Storm. Eles precisam de quantidade já que cada carta faz mais ou menos a mesma coisa, salvo excessões. Nesse tipo de deck você não vai muligar para cartas melhores, ao menos na maioria das vezes. Você vai muligar para apenas menos cartas. Outro exemplo é o deck de Tritão. Ele se baseia na sinergia um com o outro, então muligar faz com que suas criaturas fiquem um pouco pior. Já os decks de qualidade tem sempre uma ou outra carta que se sobressaem sobre as demais, é um exemplo a Bitterblossom, Stoneforge Mystic, Ensoul Artifact ou Hazoret the Fervent. Essas cartas dão uma vantagem absurda quando entram em jogo, por isso vale a pena ter uma carta a menos para ter uma chance maior de vê-las.



    2- Conheça o deck de seu oponente! Claro que muitas vezes você não vai conhecer o deck de seu oponente, mas quando souber as suas decisões de muligam devem ser tomadas de acordo com esse match-up. Por exemplo, você está de Scapeshift e seu oponente de Jund. Você sabe que ele tem pelo menos 6 descartes no deck, então não adianta muligar para cartas melhores, você precisa de quantidade. Precisa de um mix saudável de terrenos e mágicas, sem se importar (tanto) com a qualidade das cartas. Veja essa mão que o PV manteve contra um oponente de Jund:



    Montanha - Montanha - Stomping Ground - Stomping Ground - Scapeshift - Scapeshift - Primeval Titan 



    No geral é uma mão ruim, mas contra um Jund não é. Se muligar para uma mão com 1 acelerador ele vai ser descartado, se muligar para 2 aceleradores o oponente vai descartar a sua maior ameaça. Essa mão é imune a Inquisition of Kozilek e virtualmente imune a Thoughtseize.



    3- Conheça seu plano de jogo: Algumas mão são um plano de jogo por si só, por exemplo você está jogando de burn e vê uma mão de 1 Montanha, 1 Lava Spike e 4 Lightning Bolt. A ideia é simples: Fazer todas as mágicas em seu oponente antes que ele possa fazer algo. Mas e se for uma mão de 5 Montanha, 1 Goblin Guide e 1 Lava Spike? Qual é o plano aqui? Fazer o Goblin Guide e torcer para ele não morrer E comprar várias mágicas seguidas. Claro que é possível, mas é mais provável que não funcione dessa forma. Mas e se for uma mão de 5 Montanha, 1 Lava Spike e 1 Eidolon of the Great Revel contra um storm? O plano torna-se fazer o Eidolon, esperar que ele não tenha uma resposta (ou tome muito dano até lá) e você possa resolver o jogo com algumas spells que você comprar. Esse plano é um bom plano e eu manteria essa mão.



    E agora falarei de algumas armadilhas do Mulligam:



    1- "Eu só preciso de mais um terreno": Isso depende, você precisa de um terreno para a sua mão ser incrível ou só para não perder o jogo? Imagine essas duas mãos iniciais:



    Montanha - Kolaghan Aspirant - Twin Bolt - Aerie Bowmasters - Ainok Artillerist - Tail Slash - Sprinting Warbrute 



    Twilight Mire - Twilight Mire - Tarmogoyf - Tarmogoyf - Thoughtseize - Liliana of the Veil - Noble Hierarch 



    O PV disse que ele muligaria a primeira mão e manteria a segunda, e vocês podem se perguntar o porquê disso, pois são mãos similares (se não comprar 1 terreno bem rápido o jogo estaria perdido), mas a diferença é que na primeira mão se o terreno vier rápido a mão ainda é ruim, se vier duas montanha a mão continua ruim, nesse caso o jogador teria que comprar 2-3 terrenos, um deles sendo uma floresta, e bem rápido para não perder o jogo, e no segundo caso a mão só precisava de 1 terreno para tornar-se uma mão incrível, com reais possibilidades de vitória.



    2- "Minha mão já é um Mulligan": Esse conceito é falho por diversos motivos, um deles é achar que o seu Ugin, o Dragão Espírito em uma mão de 2 terrenos é uma carta morta, se a mão estiver decente vale a pena ter essa carta na mão pois eventualmente você pode chegar a 8 terrenos e então ele vai ser muito útil, muligar seu Ugin não é de graça. Mas em outros casos esse conceito se aplica, imagine você jogando contra um deck preto e você abre a mão com um Terror. Ele não vai fazer nada no começo do jogo e não vai fazer nada em nenhum momento. Mas a sua mão tem que estar ruim para você muligar mesmo assim, pois essa carta pode vir novamente na próxima mão e você vai ter apenas uma carta a menos na mão.



    3- "Se eu muligar a 5 eu já perdi": Isso depende muito. Mesmo os decks de quantidade podem muligar a 5, o que não podemos fazer é manter 6 cartas medíocres pois temos medo de muligar a 5. Eu mesmo já ganhei vários jogos muligando a 4 ou 5, então devemos aplicar todo o nosso conhecimento do jogo e experiência para tomar essa decisão, e se o veredito for para o Mulligan então devemos seguir o conceito.



    Lembrem-se, o jogo não é somente sobre vencer, é sobre jogar melhor. Uma vitória é passageira, mas um aprendizado é eterno.



    Fontes: Channelfireball (PV) e Tolarian Community College.



    Sobre o autor:

    Nome: Wladimir Oda Petroski.

    Idade: 37.

    Joga desde: AGO/1996.

    Carta T2 preferida: Ionizar.

    Carta Modern preferida: Folião do Caos.

    Formato preferido: Pauper.

    Formato atual: Commander.

    Deck atual preferido: The Ur-Dragon como Comandante.


  • Meu primeiro pptq na point hq, de volta as origens

    Meu primeiro pptq na point hq, de volta as origens

    por elfoman em 03/11/2018 - 40 Visualizações, 0 Comentários.

    O primeiro pptq na point hq a gente nunca esquece



    Pra quem não sabe, a Point Hq é uma loja nerd que fica aqui no Rio de Janeiro mais precisamente em Ipanema no endereço: R. Visconde. de Pirajá, 207 – 317 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22410-001.



    Essa loja fez parte da minha vida na adolescência quando eu jogava magic tendo meus 16 anos de idade. Eu me lembro que era excelente lugar pra jogar torneio e trocar carta além de fazer um bom dinheiro. Me lembro também um regional inesquecível que joguei naquela época onde eu estava de UG loucura e quase me classifiquei para os playoff.



    point hq



    Joguei muitos torneios nessa loja no passado



    Antigamente eu jogava ptq na point hq até porque não tinha tanta gente assim mas hoje em dia as coisas mudaram. Os planeswalkers tem que jogar uma preliminar pra se qualificar para o pro tour qualifier. Fico feliz em ver o magic crescendo. Na minha época era simplesmente jogar o PTQ e se ganhasse, já ia jogar o pro tour em algum lugar do mundo.



    Tomei conhecimento do pptq



    Na sexta-feira, dia 02/03/2018, lá eu estava indo à taverna para jogar um FNM eis que minha bicicleta elétrica dá ruim e enguiça. Perdi o FNM mas o taverneiro alertou pelo grupo do “santo” sapp do pptq na point hq no sábado (hoje 02/03/2018)



     



    point hq



    eu me preparando pra voltar à point hq



    Acordei cedo



    As 4 AM já estava de pé pronto pra tankar um pptq com meu deck merfolk, ele é tier 2 e faltando cartas mas o importante é competir, quem sabe ganho uma kkkk. Acordei cedo e tomei café da manhã (ovos com tomate e cebola e pimentões), além de café com mel. Com a barriga cheia, dá pra tankar melhor xD



    Na point hq



    Chegando lá é aquele ritual de inscrição e preenchimento de ficha do deck e ansioso pra jogar um torneio maior depois de décadas parado. Reencontrei um amigão, o mogui que foi jogar com seu UW agroo. Joguei treino contra ele e fui atropelado, acho que isso era um mau sinal.



    Foram 6 dolorosas rodadas



    Joguei 6 rodadas já que queria ganhar pontos de planeswalker pra jogar o nacional e meu deck de merfolk não me ajudou, acho que não dei o carinho necessário pra ele gamar. Ziquei boa parte do torneio mesmo tendo 24 lands no deck com apenas 12 cartas custando 3 manas. Mas a partida inesquecível foi contra a Caroline, ela estava de RG. Ela vindo na curva no game 1 e eu zicando. 2 manas, bicho red custa 2, 3 manas outro bicho daquele, 4 manas fenix e 5 manas dragão e eu só com 2 manas e cheio de bichos custo 3 na mão. Fui arrebentado, esse game não esqueço jamais.



    Final da história



    Joguei as 6 rodadas e fiz 1 x 5 levando em consideração que está faltando cartas e estou destreinado e sem saber o field todo. Com essa mísera vitória, consegui chegar a 42 pontos de planeswalkers levando em consideração que voltei a jogar a 2 semanas. Faltam só 258 pontos pra ter a vaga, rumo ao nacional!!!



    Brigado por ler planeswalker, até a próxima e volta no meu site pra dar mais força ao canal^^



    point hq inesquecível


  • PPTQ - Guildas de Ravnica

    PPTQ - Guildas de Ravnica

    por Piedade em 29/10/2018 - 117 Visualizações, 0 Comentários.

    PPTQ T2 dia 11 de Novembro na Piedade Card House, coloquem na agenda e não fiquem de fora dessa!



    PPTQ - Piedade Card House



     


  • Integração com a TCGPlayer

    Integração com a TCGPlayer

    por MypCards em 02/10/2018 - 218 Visualizações, 1 Comentários.

    Hoje estamos aqui para anunciar uma GRANDE NOVIDADE!!





    Agora nossa plataforma conta com os preços da TCGPlayer integrado ao nosso sistema!



    Como isso funciona?




    • Nós integramos todos os preços da TCGPlayer ao nosso sistema, fazendo com que você possa acompanhar o mercado nacional e internacional dentro de uma única plataforma!

    • Para a cotação do dólar, estamos utilizando o valor padrão de R$3,50* mas que em breve será configurável por usuário, o que significa que você poderá determinar o valor padrão para a sua cotação de dólar, moldando essa ferramenta ao seu gosto!



     



    Sempre quis saber se o preço daquela carta que está jogando muito no formato Standard do Magic mas só lembra o nome da carta em português, o que dificulta a busca pela carta em sites internacionais? Problema resolvido! Da uma olhada na cara nova do detalhe do produto!!





     



    Ou sempre quis saber se o preço daquela carta de Star Wars: Destiny está bom para comprar? Tem também! 





    E mais, algum dia quis saber o preço daquela carta antiga, que ninguém tem mas que você ficou curioso? Também é possível.





    E Pokémon? E Yu-Gi-Oh!? AGORA tem também!!





     



    E não é só isso, a ferramenta também nos trará uma infinidade de novas coisas para a plataforma que aos poucos vocês verão aparecendo, como por exemplo o destaque de cartas com um preço abaixo do que o da TCGPlayer (cartas em oferta) e também uma nova funcionalidade para você comparar o preço das suas cartas com os da TCGPlayer.



    Fiquem ligados que logo logo vem mais.



     



    Att,



    Equipe MYPCards



     



    * Valor amplamente aplicado pelo mercado nacional



    ** Solução ainda em beta, estamos aberto a sugestões e feedback


  • Mochila de Criança - Report Trios Pauper

    Mochila de Criança - Report Trios Pauper

    por Buffix em 24/09/2018 - 311 Visualizações, 4 Comentários.

    "Reis não tomam a coroa, eles são coroados"



    -Autor Desconhecido



    Saudações fanáticos do Magic! Eu sou Thiago Yudi Watanabe, tenho 19 anos e jogo magic desde outubro de 2017.



    Hoje venho aqui falar sobre o torneio no formato de trios (T2, Modern e Pauper) realizado na minha cidade de Londrina na Loja Batbanca (22/09/2018). O evento reuniu uma quantidade pequena de jogadores (24 jogadores somente) mas foi uma experiência incrível para um aficionado como eu e uma oportunidade de melhorar o cenário competitivo de Magic que tanto amamos na nossa cidade. A organização do torneio acertou em cheio na escolha dos formatos pelo fato de que outros campeonatos de trios que jogam Legacy ao invés de Pauper acabam sendo muito mais restritivos por motivos financeiros além de que muitos poucos jogadores aqui possuem cartas da reserved list (estou falando de vocês, João Araújo e Felipe Alfaya). Com quatro rodadas no suíço mais semifinais e finais, eu me senti satisfeito com o meu desempenho de maneira geral.



    Vamos lá. Joguei ao lado de Rafael "Pistolito" Kenji Nishiyama pilotando o seu BR Aggro no T2 e João "Rinaldin" Rinaldo com Humanos no Modern. Os dois decks são os melhores dentro de seus respectivos formatos e os jogadores pessoas que eu admiro dentro da minha cidade e que são as mais envolvidas no competitivo jogando PPTQs, GPs, finais de CLM, etc. Dessa forma, a minha escolha de deck para o pauper foi o Boros Monarca. Faço um desabafo aqui que não possuia intenções de jogar com esse deck optando (scry 1, draw 1) pelo Burn ou Affinity afinal os resultados que vinha fazendo em outros campeonatos pauper com o Monarca sempre foram muito ruins. Mas graças aos meus melhores amigos Grazielli e (depois de tomar um couro do deck) Mikanii, acabei me empenhando em treinar mais com o deck e trabalhar em cima dos erros que os meus dois colegas me apontavam.



    Sobre o deck:



    O Boros Monarca é um deck midrange que procura utilizar criaturas que possuem status muitos bons para sua curva como Glint Hawk e Kor Skyfisher e procura transformar seus drawbacks em farofada vantagem voltando Prisma Profético e Frasco do Alquimista para fornecer re-draws. O deck ainda utiliza as lands artefatos Covil Antigo e Grande Fornalha tanto para voltar com a habilidade do glint como para ativar a habilidade de metalcraft de Galvanic BlastA carta que dá nome ao deck é o Palace Sentinels que fornece a mecânica de Monarca e consequentemente uma quantidade absurda de card advantage no long-game. "Ah, mas Cassia (apelido dado na época que eu jogava de Aproximação do Segundo Sol), como você mantém o Monarca durante tanto tempo?" a resposta meu caro Padawan é utilizando remoções como Lightning BoltFirebolt e Journey to Nowhere conjuntamente com efeitos de fog como Prismatic Strands e a ativação dos frascos para ter certeza que seu oponente veja com desgosto no final de cada turno você comprar uma carta adicional. O deck possuí uma sinergia insana e que afetam todas suas decisões a cada turno em como devo interagir com o oponente. "Devo controlar o board com meus burns ou focar em mirá-los na cara e fechar o jogo mais rápido possível?"; "Devo fazer o meu Guinchado de Guerra ou deixar a mana aberta para o Prismatic Strands?". A todo momento o jogador tem que pensar nessas decisões e isso que torna o deck tão difícil de ser pilotado. A lista que utilizei foi a seguinte:







    A única inclusão "diferente" que coloquei dentro do deck das listas do MTGO foram um Lodaçal Mortuário no maindeck pela utilidade que ele fornece ao deck e dois Dawn Charm no side. Achei a carta no side sensacional pela versatilidade de Fog, regeneração e potencial counter. Enfim sem mais demora, vamos aos jogos:



    Match 1 - trio Paolo x Leonildo x João Araújo (Tron)



    A primeira match foi o que muitas pessoa colocam como sendo a "pior match possível para o Monarca". Eu sempre encarei essa match como razoável no game 1 e favorável nos games 2 e 3 pela presença do sideboard que quebram os looping infinitos do Tron. Tentei jogar como controle contra o João uma vez que sabia que o Stonehorn Dignitary dele provavelmente nunca iria me deixar bater com as minhas criaturas, virei o monarca o mais rápido possível pela ausência de criaturas no deck dele, interrompi o combo de Ghostly Flicker matando as Mnemonic Wall em resposta com Galvanic Blast (nota: vocês podem ver como funcionam as interações do Tron no artigo bem escrito pelo Wlad no MYP aqui). Utilizei inúmeras vezes a habilidade da Bojuka Bog voltando com Kor Skyfisher e Boros Garrison para interagir com o cemitério dele e quando ele tentou dar um Rolling Thunder pra 18 na minha cara, virei um token de pássaro e recapitulei o Prismatic Strands para prevenir o dano. As partida dos meus dois colegas acabaram antes do meu primeiro jogo com a vitória do Rafa e do Rinaldo. Ao conversar com o João Araújo após o jogo, ele me disse que não havia mais formas de me dar letal depois que exilei os dois Rolling Thunder do deck. Esse jogo demonstra como a versatilidade do Monarca impede a existência matches impossíveis de serem ganhadas.



    Resultado: 1-0



    Match 2 - trio Luiz "Fada" Vaz x Mungo x Paulão (Mono U Delver)



    Tivemos um game loss logo de cara porque nos atrasamos para a partida. A partida estava favorável para mim mas o Kenji perdeu a partida dele para um Mono Green Stompy e o João Rinaldo foi lockado do jogo por uma Blood Moon no turno 1 contra um Mono Red Prison. #chateado mas vida que segue. Devido ao número pequeno de jogadores um 3-1 ainda nos classificaria para a final e nos focamos nisso. A match contra Mono U Delver é considerada favorável para o monarca e a lista do Paulão não utilizava uma das cartas principais, Ninja das Horas Tardias, que é essencial para não perder o tempo e controle do jogo.



    Resultado: 1-1



    Match 3 - trio Iuri x Betiati x Fernando "Pato" (Elfos)



    Para o torneio, o Pato trouxe uma match que eu acho uma das mais divertidas de jogar contra: Elfos. É justamente por causa dessa match e das variantes de Mono U Delver que o Monarca utiliza um Eletrotruque de maindeck. Game 1 keepei uma mão com uma Great Furnace num mulligan para 5 só pela presença do eletrotruque e de um Lightning Bolt. A segunda land foi uma Boros Garrison que só veio na quarta draw depois do meu oponente resolver DOIS Lead the Stampede e uma Melodia Distante. Consegui limpar uns 10 elfos com o eletrotruque mas as Nettle Sentinel dele fecharam o jogo por possuírem resistência 2. Game 2 subi o Círculo de Proteção: Verde, mais um Eletrotruque e dois Dawn Charm pelos efeitos de fog adicionais. Retirei um Prisma Profético os dois Guinchado de Guerra e um Palace Sentinels. As criatura com voar se tornam bem ruins após o side pela presença de Spidersilk Armor e Scattershot Archer no deck do oponente. Game 2 ele desceu o Elfo "sniper" e tentou matar meu Glint Hawk  e Kor Skyfisher na mesa. Regenerei ambos com Dawn Charm, fiz um ataque levando ele a 3 de vida e dei um top deck de Galvanic Blast enquanto ele tinha uma Fireball para me matar na volta. Eu e o Fernando não conseguimos jogar o jogo 3 pois novamente o Rafa e o João ganharam seus jogos. As escolhas dos decks no formato de trios também influenciam muito na dinâmica do time como um todo. Ambos os decks dos meus colegas de equipe são considerados aggro e eu era quase que o "seguro de vida" do time que permitia os meus dois colegas de equipe terminarem os seus jogos antes e me auxiliarem.



    SIDE IN:



    2x Dawn Charm 



    1x Electrickery



    1x Circle of Protection: Green 



    SIDE OUT:



    2x Battle Screech 



    1x Prophetic Prism 



    1x Palace Sentinels 



    Resultado: 2-1



    Match 4: trio Júlio Mendes x Alex x Danilo (UB Control)



    A quarta match foi justamente contra o Danilo (fundador do MYP!). Pilotando o seu UB Controle, que me tirou do Top 8 do último CLM Pauper inclusive. O deck tenta ganhar a vantagem com cartas como Manipulação de Alma e Probe, utilizando de Gurmag Angler e Mulldrifter para estabelecer um fim de jogo quase que impossível de ser combatido. Game 1 aconteceu o mesmo pesadelo do Top 8: 3 Gurmag numa moto com Counterspell para anular os meus Journey to Nowhere. Pós-side quatro Pyroblast permitem eu entrar na guerra de counters e anular todas as cartas citadas acima; Relíquia de Progenitus permitem eu desacelerar o Gurmag do jogo inimigo e Reaping the Graves retorna uma mão inteira de criaturas e por possui storm é extremamente resiliente contra anula. Terminamos 1-0 para o Danilo. Novamente João e Kenji ganharam suas partidas e classificamos para as semifinais. Fiz uma brincadeira dizendo que parecia que eu era uma "mochila" de criança sendo carregado pela vitória dos dois mas como eu disse antes, isso é somente lógico dentro da dinâmica do nosso trio e não deve ser motivo de vergonha. Acredito que poderia ter tirado os Prismatic Strands em detrimento de outras cartas do side mas dei preferência por Inspetor de Thraben que me parecem "neutras" em inúmeras matches.



    SIDE OUT:



    2x Battle Screech 



    1x Eletrotruque 



    1x Firebolt 



    1x Prisma Profético 



    4x Inspetor de Thraben 



    SIDE IN:



    2x Dawn Charm 



    4x Pyroblast 



    2x Relic of Progenitus 



    1x Reaping the Graves 



    Resultado: 3-1



    Semifinais: trio Gustavo x Andrey x Gabriel (BR Reanimator)



    O primeiro jogo das semifinais foi contra uma lista que vem fazendo resultados muito bons dentro do pauper: BR Reanimator. Seguindo a mesma lógica da sua variante no legacy o objetivo é retornar um Ulamogs Crusher ou um Gurmag Angler do cemitério por meio de um Exhume. Como se isso não bastasse, vemos que o conceito de diversão é estudada desde os tempos antigos quando uma pessoa fica satisfeita ao retornar esse bichos colossais junto um Dragon Breath e dar ímpeto. Para. Uma. Criatura. Com. ANIQUILADOR DOIS. Game 1 ele abre de Neófito Insolente, turno 2 Pilhagem Infiel colocando o combo Crusher mais Dragon Breath no cemitério e turno 3 Exhume, batendo com o 8/8 me obrigando a sacrificar minha Boros Garrison com um Journey to Nowhere na mão #soaceitei. Game 2 ele reanimou um Gurmag Angler  turno 2 e, por ter mulligado agressivamente atrás do Journey to Nowhere a pedido do Rafa, exilei o peixe, tirei um Stinkweed Imp do cemitério com Bojuka Bog para ele parar de alimentar o cemitério com o efeito de dredge e fechei o jogo o mais rápido possível. Game 3 foi o game mais apertado que eu já tive. A todo momento eu procurava rastrear quantos Exhume ele ainda tinha. Os dois primeiros Gurmags foram jogados extremamente cedo com a habilidade de dredge do Stinkweed Imp e eu respondi com dois Journey to Nowhere. Eu procurava matar a todo momento os Imps dele pelo na esperança dele jogar os Exhumes para o cemitério no dredge 5. O Gabriel faz um Ulamogs Crusher da mão e no passe eu tirei com 2 Galvanic Blast. No turno seguinte ele me reanima o Crusher com Dragon Breath mas eu tinha um plano em mente. Com dois Prismatic Strands na mão, fiz um Kor Skyfisher, voltei o Journey to Nowhere que estava em um Gurmag, exilei o Crusher com o Journey e o encantamento no cemitério com uma Bojuka Bog que voltei com a minha Boros Garrison e finalizei o jogo prevenindo o dano do peixão com os Prismatic Stands. #vouseconsagrei. Foi a minha primeira vez jogando contra o deck e creio que nesses momentos saber as fraquezas e forças do seu deck é o que importa e não simplesmente decorar guias e imitar jogadas de pro-players. Talvez muitos jogadores teriam sideado os Cordões Prismáticos pelo fato de que o Eldrazi "Cabeça-de-ovo" ser incolor mas eu decidi manter tanto pelo peixe quanto pelas remoções como Machado Relampejante que eu vi sendo jogado no segundo game. Essa decisão acabou me ganhando a terceira partida de uma forma inesperada. Comemoramos a minha vitória e a do Rafa enquanto estava no game 3 do João Rinaldo. Estava feliz por ter chegado à final mas o dia ainda não tinha acabado.



    SIDE OUT:



    1x Eletrotruque 



    1x Prisma Profético 



    SIDE IN:



    2x Relic of Progenitus 



    Resultado: 4-1



    Final Boss: trio Everton "Bracinho" Ponce x Filippe "Baiano" Santos x Felipe Alfaya (Boros Monarca - Mirror)



    Alfaya é um dos jogadores veteranos mais velhos da cidade e que sempre jogou casualmente MTG. Entretanto é ao mesmo tempo uma das pessoas que eu tenho mais respeito por possuir tanto conhecimento de jogo tanto no Pauper quanto em todos os outros formatos como Modern, Legacy, T2, Commander e se duvidar até Extended e Tiny Leaders (nunca joguei esses formatos). O Game 1 contra o Alfaya foi completamente dominado por ele sempre conseguindo manter a liderança com Palace Sentinels após eu jogar os meus Palace Sentinels e sempre roubando o monarca quando podia. Quando tudo parecia encaminhado para a vitória dele após resolver um Reaping the Graves voltando três criaturas e estabelecendo uma vantagem no board gigantesca e uma quantidade de vida absurda pelas Radiant Fountain, surgiu uma ideia na minha cabeça: E se eu jogar para eu não perder? Removi todas as criatura que pude, mesmo quando ele as protegia com Prismatic Strands e fiz um board que procurava somente bloquear as criaturas dele. Por possuir o Monarca, ele comprou muito mais cartas que eu e ganhei a primeira match no decking. Game 2 tirei alguns Guinchado de Guerra por causa do Eletrotruque e subi o Kor Sanctifiers para tirar os Journey to Nowhere. Os primeiros turnos do Alfaya foram extremamente lentos perdendo land drop e somente com uma Secluded Steppe no campo. Nesse ponto eu decidi me tornar o aggro da partida. Joguei o meu Palace Sentinels o mais cedo possível e com dois Lightning Bolt na mão eu procurei estabelecer pressão capitalizando na falta de recursos do lado do oponente. Do meu lado o Rafa havia ganhado o jogo dele contra Turbo Fog e o João perdeu para o WR Death and Taxes do Ponce por causa de uma Akroma, Anjo da Fúria. Respira. Alfaya passou com um Glint Hawk, 8 de vida e três manas abertas que eu suspeitei ser um Prismatic Strands. Com a ajuda do meu time nos turnos finais fiz um Frasco do Alquimista usei a habilidade para impedir o Glint Hawk de bloquear e bati com tudo. Ele me mostrou um Lightning Bolt para remover uma das minhas criaturas ficou com 4 de vida e eu mostrei o Galvanic Blast. No fundo só a música de vitória do Ayrton Senna. Só uma pessoa pode ser o rei.



    SIDE OUT:



    2x Battle Screech 



    1x Firebolt 



    SIDE IN:



    2x Relic of Progenitus (para tirar os Prismatic Strands)



    1x Kor Sanctifiers



    Resultado final: 5-1



    Conclusões:



    De todos os campeonatos que joguei até agora, o formato de trios foi com certeza um dos mais divertidos de se jogar. Ainda necessito melhorar muito como jogador e reconheço isso. O primeiro lugar nunca é um motivo para descansar no topo mas sim um motivo continuar evoluindo. O topo ainda está lá e espero alcançar: finais de CLM, GPs, PTs (que sonho). Quero agradecer a todos de Londrina tanto a LojaBat como o Piedade Card House ao MYPCards por sempre incentivarem a realização desses eventos e espero futuramente continuar participando de muitos campeonatos. Fiz amigos por causa de cartinha de papelão e acho que nunca vou me arrepender de dizer isso. Obrigado por lerem o meu report e por favor compartilhem se gostaram.



    Rinaldo e as Rinaldetes



    Team Rinaldo e as Rinaldetes



     



     


  • Magic Arena: Pré-Lançamento e Open Beta

    Magic Arena: Pré-Lançamento e Open Beta

    por Gwentar em 21/09/2018 - 373 Visualizações, 0 Comentários.

    Olá! 

    Pra quem não me conhece sou Henrique “Gwentar” Spuri. Streamer, jogador e – mais recentemente – comentarista de cardgames digitais, sendo um deles o Magic Arena. 





     

    Magic Arena é a versão digital e gratuita de Magic: The Gathering que todos conhecem, com exatamente as mesmas regras e cartas, mas numa roupagem mais casual, divertida e moderna. 

    Mas não se enganem: Magic Arena é um projeto MUITO mais ambicioso que isso. Ele é a entrada perfeita pra Wizards/Hasbro se aventurar no mundo dos e-Sports, que vem em um crescimento de popularidade e investimento absurdo e que tem uma boa participação dos cardgames – vide Hearthstone, Gwent e Artifact. 

    Não duvido nada que daqui 1 ano teremos um setor no circuito competitivo como Grand Prix e Pro Tour rodando exclusivamente na plataforma digital. 





    E com um futuro promissor desses a frente você não vai querer perder a oportunidade de começar a jogar isso desde o Day 1, certo?  

    Pois essa é sua oportunidade, já que o Magic Arena sai em Beta Aberto no dia 27 de Setembro! Ou seja, tudo que você obter no jogo será seu pra sempre. 

    Vale dizer, inclusive, que a partir da nova coleção Guildas de Ravnica, os produtos físicos conterão códigos para resgate de produtos digitais! Será possível, por exemplo, jogar com o mesmo deck de Planeswalker que você acabou de comprar na sua loja também no Magic Arena, e isso é SENSACIONAL! Quer prova maior que a empresa tá investindo pesado no jogo?

    Além da plataforma ser uma ótima ferramenta de treino para torneios presenciais, é claro. 

     





    E pra você que ama a MYPCards, temos mais uma ótima notícia: No dia 26 de Setembro rolará o evento de Pré-Lançamento do Magic Arena na Twitch onde os principais streamers estarão fazendo um show pro público e estarei representando o Brasil nessa com o apoio da MYPCards

    Além de conversando, jogando e ensinando, a live contará com coop e entrevista de Francisco “ChicoBS” Ferreira, top 8 do mais recente Nacional e atual campeão da Liga Arena Pauper, coop e explicações da historia da coleção com Meggie Fornazari do canal Lorenautas além de quiz/brincadeiras e sorteios valendo MYP$ para você comprar aquela carta que falta pro seu deck físico enquanto você deslumbra jogos com a nova coleção e pode até sair na frente em termos de conhecimento no Pré-Release do fim de semana na sua loja favorita.

     

    Então se agende e não perca o nosso encontro: 

    O quê? Pré-Lançamento de Magic Arena 

    Onde? No canal twitch.tv/gwentartv 

    Quando? 26/Set, do meio dia até 20h




    Para não perder nada que a GwentarTV produz nos siga em nossas redes sociais: Twitter e Facebook


  • Two Head Giant - Commander

    Two Head Giant - Commander

    por Cliff em 06/09/2018 - 183 Visualizações, 0 Comentários.

     



    Olá Commander´s e novos adeptos a palavra.



    Eu sou o Cliff Rannie, me propus junto a parceria da Piedade Card House e MYP Card´s para criar esse artigo e esclarecer sobre nossa celebração e torneio entre amigos de mesmo nome do título; O evento ocorre no dia quinze de setembro com início às 14:00 e será no nosso estilo favorito (Commander) de jogar MAGIC, para sanar algumas dúvidas e simplificar na criação dos decks e parcerias segue abaixo as regras principais:



    - Cada time tem um total de vida compartilhado, que começa aos 50 de vida.



    - Nenhuma carta (exceção a terrenos básicos) poderá ocorrer repetição nos baralhos do time.



    - Se um time tem quinze ou mais contadores de veneno, essa equipe perde o jogo.



    - Cada time senta em um lado da mesa. Cada time decide a ordem em que seus jogadores se sentam.



    - O time que joga primeiro pula a etapa de compra de seu primeiro turno.



    - Os jogadores ganham e perdem o jogo apenas como equipe, não como indivíduos.



    - Se um jogador concede, seu time deixa o jogo imediatamente. Esse time perde o jogo.



    -  Dano, perda de vida e ganho de vida acontecem para cada jogador individualmente. O resultado é aplicado ao total de vida compartilhada da equipe.



    - Dano de commander não causará perda do jogo.



    - Lista de Banidas: http://mtgcommander.net/rules.php



    Algumas regras podem divergir das regras gerais do Two Head Giant pois nele não abrange todas as vertentes para o EDH, para mais informações segue as referências.



    https://mtg.gamepedia.com/Shared_turns



    https://mtg.gamepedia.com/Two-Headed_Giant#Rules_2 



    Exibindo 2headG.jpg



    Bom, agora é só escolher o parceiro ideal e formar seus times, espero vocês no evento, grande abraço.


  • LojaBat - Store Championship M19

    LojaBat - Store Championship M19

    por Lojabat em 04/09/2018 - 230 Visualizações, 0 Comentários.

    Sábado, dia 15 de Setembro de 2019 as 15h, a Lojabat vai organizar o Store Championship de M19.





    Store Championship, pra quem não ta acostumado com o nome, é o antigo Game Day.



    A Lojabat, juntamente ao MYPCards, estará premiando o top4 com créditos na loja além de deckbox exclusiva para o top8 e playmat para o campeão! 



     



    Não vai perder essa =)


  • LojaBat - Torneio Trios

    LojaBat - Torneio Trios

    por Lojabat em 31/08/2018 - 212 Visualizações, 1 Comentários.

    Sábado, 22 de Setembro de 2018 as 13h, a LojaBat vai organizar um torneio trios com uma premiação de dar inveja!!





    O valor da inscrição é R$ 90,00 o trio (R$ 30,00 por jogador) e todo o valor vai ser revertido para os 3 primeiros trios!



    Além disso, com a ajuda e patrocínio da MYPCards, teremos playmat, shields e deckbox para o trio campeão!



     



    Não fiquem de fora dessa!


  • Produtos Wizards - Magic Game Night e Gift Pack

    Produtos Wizards - Magic Game Night e Gift Pack

    por MypCards em 30/08/2018 - 165 Visualizações, 0 Comentários.

     



    Essa semana a Wizards anunciou um novo produto, chamado de Magic Game Night e atualizações a um produto já conhecido, Gift Pack.



    Esses novos produtos estão previstos para chegar ao mercado no meio de Novembro e são compostos pelos seguintes itens.



    Magic Game Night



    Produto designado para um grupo de amigos que gostam de jogar Magic de forma casual ou queiram entrar no mundo do Magic. Similar ao Planeswalker Decks mas focado no Multiplayer. Esse produto contém 5 decks pré-montados (um de cada cor) mais todos os acessórios necessários para uma partida de Magic, como contador de vida, marcadoes +1/+1, checklist cards, etc.



    Magic Game Night packaging



    Cada deck contém uma carta exclusiva da sua cor porém o produto não é considerado legal no T2, ou seja, essas cartas não mudarão o formato atual. A lista de cada deck vocês podem encontrar no link no final do artigo.





    Gift Pack



    Esse produto já é conhecido, não é novo, mas terá uma atualização a valer a partir de 16 de Novembro de 2018.



    Gift Pack packaging



    Este conterá 4 boosters da Coleção Básica 2019, cinco lands básicas promo especiais, marcadores de vida e, pela primeira vez, 5 cartas de criatura exclusivas!







     E então, o que acharam? Deixem sua opinião nos nossos comentários!



    Fonte: Wizards


  • Como está o termômetro do Modern?

    Como está o termômetro do Modern?

    por NIshiyama em 23/08/2018 - 205 Visualizações, 0 Comentários.

    Olá Jogadores, tudo certo?



    Venho escrever um pouquinho da minha frustração experiência em jogar contra o KCI.



    Jogador de Affinity que sou, esperava ao menos que fosse um good match, pois é um deck que passa 3 turnos sem interagir. Mas descobri no último PPTQ que não importa a velocidade da sua mão, o KCI comba antes. Um termo conhecido entre os jogadores de magic é o 'termômetro do formato'. O termômetro do formato nada mais é do que uma 'medida' a ser usado quando alguém cria um deck.



    O jogador deve se perguntar:

    - Esse deck consegue ganhar de affinity? e de burn? Tron?

    - Não!?

    - Então não é um deck competitivo...



    O affinity e o burn, muitas vezes são considerados termômetros do formato, por serem decks mais lienares, de estratégias simples e fazem uso do menor clock possível. O Affinity é considerado o deck mais explosivo do formato, vc precisa ganhar em 4 turnos, no máximo 5...



    No último PPTQ joguei contra um pró-player de Maringá, o Douglas Romani. Nos dois games contra ele, keepei as mãos mais insanas possíveis pro affinity. No G1 ele ficou com 4 de vida no turno 3, passei o turno pra ele, e ele combou. No G2, nunca vi uma mão tão rápida como aquela, estava na play, agrei infinito, deixei ele no coco, mas ele combou novamente no turno 3, e acredito que ele não combou no turno 2 por que não tinha um Darksteel Citadel  na mesa.



    Já joguei 2 vezes de Affinity contra KCI, e nas duas vezes foram contra pró-players, um português amigo do Márcio Carvalho no GP e o Romani no último PPTQ. Perdi de 2-0 nas duas vezes. Por mais que seja choro de alguém que perdeu algumas vezes para o KCI, me pergunto se o deck é saudável para o formato. Pois simplesmente consegue combar mais rápido que o deck aggro mais rápido.



    Pra quem não conhece o câncer que é esse deck, ele funciona da seguinte forma: Krark-Clan Ironworks, Scrap Trawler, Myr Retriever, Mox de Opala, geram um looping de sacrificar, gerar mana, retornar artefatos, castar e gerar mais mana, gerando assim, mana infinita. As outras cartas são eggs (Chromatic Sphere, Chromatic Star, Terrarion, Ichor Wellspring e Prophetic Prism), que farão você comprar o seu deck inteiro até encontrar a Magibomba de Pirita, que finaliza o jogo.



    Esse deck me faz pensar que banir alguma coisa dele seria muito bom. Conversando com o Romani, ele me contou um pouco da história do Modern, e que quando o formato foi criado, algumas cartas foram banidos por conta de seu power level: Preordain, Ponder, Dig Through Time e Treasure Cruise são banidas no Modern. Ancient Stirrings, nos decks em que joga (Tron, algumas versões de affinity e KCI), acaba dando um scry 5 e 1 draw por uma mana, tornando o KCI extremamente resiliente.



    Outra fato que me faz pensar em um Ban, é na dificuldade que é para entender o combo e jogar com o deck, e isso torna fácil miss plays (intencionais ou não). No penúltimo PPTQ, um jogador de KCI disse: 'combei aqui, tenho o looping, vou comprar meu deck inteiro', por sorte o outro jogador percebeu que ele não tinha looping e não poderia comprar o deck inteiro. Isso me faz pensar também que muitos jogadores começam a comprar cartas e gerar muita mana, erram infinitos triggers, finge que combou, pega o deck inteiro na mão e mostra a Magibomba de Pirita, e o outro jogador aceita por inocência ou desconhecimento. Esse deck é tão zoado, que na final do último PPTQ, na FINAL teve game-loss por conta do jogador de KCI desconhecer como as próprias cartas funcionam.



    Sobre hate contra ele, ele dibra os hates facilmente com Explosivos Fabricados , Natures Claim  e Negate .



    Joguem contra o Romani pilotando o KCI, ele dá uma aula de como o deck funciona, declara certinho os triggers etc. Fiquem 10 minutos vendo ele falar e comprar cartas, e depois concluam se o deck é justo ou não. 



    Abraço galera. Segue um Raimundo ilustrativo.




  • PPTQ Presidente Prudente 19/08/18 [report campeão]

    PPTQ Presidente Prudente 19/08/18 [report campeão]

    por Nandoarapa13 em 22/08/2018 - 334 Visualizações, 0 Comentários.

    Olá, meu nome é Fernando dos Santos Pereira, conhecido mais como “ferblack”, este hobby começou em Kaladesh, e no dia 19/08/18, joguei meu terceiro PPTQ no formato Modern, na Geex em Presidente Prudente.



    Modern é um formato que eu não tenho afinidade, em fase de iniciação no formato, decidi montar um deck UW Spirits, e decidi viajar até o local do PPTQ apenas para trocar cards e conseguir a parte restante do deck.



    Na noite anterior, acertando os detalhes para a viagem, decidi participar do evento para aproveitar a viagem e também conseguir mais experiência dentro deste formato tão diverso, me emprestaram um deck Naya Burn.





    Talvez a parte mais importante de toda a preparação, foi durante uma conversa com o Basdão (vencedor do PPTQ em Maringá), que através de um “boa sorte”, me transmitiu toda a energia positiva do topdeck! Valeu mano!



    Vamos ao evento!



    Rodada 01 – Eldrazi Tron

    Primeiro jogo, fui literalmente atropelado, e da mesma forma dei o troco no segundo, no terceiro game, meu oponente fez Cálice do Vácuo para 1, em um momento em que eu já estava com o Goblin Guide em campo pressionando, na sequência meu oponente não encontrou o terceiro land e eu finalizei com 1 Hélice de Raios e 2 Amuleto Boros. (1-0)



    Rodada 02 – UR Magos

    Popularmente conhecido como Pauper no Modern, o UR Magos é um deck que tem muita explosão, e danos muito efetivos, nem esquentei a cadeira quando o jogo já estava finalizado em 2x0 para meu oponente. (1-1)



    Rodada 03 – RG Ponza

    No jogo 01 comecei com uma pressão razoável, mas uma Centaura-caçadora de Crufix, atrasou meu jogo, até um ponto onde utilizei um Quebra-crânio, levando meu oponente a 3 pontos de vida, com 1 Amuleto Boros, fui surpreendido por um Thragueopresa, que me finalizou. Jogo 2, minha abertura foi ótima e ele não teve tempo para reagir. No último jogo, mantive uma mão muito agressiva, entretanto com apenas um terreno, após fazer Goblin Guide no primeiro turno, e ter o terreno destruído no segundo turno dele, passei um tempo sem terreno, mas depois encontrei mais três seguidos e consegui voltar para o jogo, até um momento onde meu oponente tinha 11 de vida e me atacava com um Arbor Elf, até um momento onde eu tinha 5 de vida, e comprei um Eidolon da Grande Festança, que foi bloqueado pelo elfo restante, neste momento o oponente conjurou um Rastreador Incansável, indo a 9 de vida, que foi respondido por um Boros Charm, que me levou a 3 de vida e ele a 5, na minha fase de manutenção, em resposta a ativação de uma pista, um Searing Blood limpou o caminho, levando ele a 2 de vida e eu a 1, no momento em que o Eidolon da Grande Festança finalizou o jogo com um ataque. (2-1)



    Rodada 04 – Humanos (Chicão)

    No primeiro jogo, abri com Goblin Guide e 2 Eidolon da Grande Festança que puniram demais, no segundo jogo, uma Shattering Spree resolveu o problema do Aether Vial, e o Eidolon da Grande Festança fez o restante do trabalho. (3-1)



    Rodada 05 – KCI (Gustavo)

    Após ver os emparceiramentos, eu já sábia o que ia encontrar pela frente, pois em Maringá assisti vários jogos do Gustavo, que neste momento estava 4-0, sabia também sobre a consistência do deck e que as suas principais armas seriam o ganho de vida com Natures Claim e a consistência do combo, além disso, o Wurmcoil Engine poderia se tornar um problema se entrasse cedo em campo. No jogo 1, mesmo aplicando uma pressão boa, ele combou no terceiro turno, não dando tempo para qualquer tipo de resposta, o segundo jogo, abri com Goblin Guide e Rest in Peace, que o atrasou suficientemente para que eu reduzisse meu oponente a zero pontos de vida. No terceiro jogo, o Wurmcoil Engine entrou muito rápido no campo de batalha, realizando um estrago irreparável, que não pude finalizar a tempo de prevenir o combo. (3-2)



    Rodada 06 – Tron

    Era um jogo de vida ou morte, por ter enfrentado oponentes que estavam muito bem no torneio, meu percentual de vitória de oponentes era bem satisfatório, e me dava chances de integrar o top 8 caso eu vencesse. Tron é um jogo relativamente fácil para o Burn, e eu já sabia o que esperar do deck, precisava também tomar cuidado com o Wurmcoil Engine, no jogo 1, uma mão bem boa o finalizou antes que ele dominasse o jogo. No segundo game o Vidente do Nó do Pensamento atrasou o ataque das minhas criaturas, que foram sacrificadas para que pudesse sobreviver até finalizar com dano direto. (4-2)



    Como esperado, com a vitória me classifiquei em sétimo lugar, vamos lá!



    Top 8 – KCI (Gustavo) – A hora da vingança (parte 01)

    No primeiro jogo uma mão incrível (land, Monastery Swiftspear, Amuleto Boros, 2x Lava Spike e 2x Raio), finalizaram o jogo no terceiro turno. No segundo jogo, a mão foi boa pois tinha 2 Eidolon da Grande Festança, que são um problema e tanto para ele, mas que foram rapidamente contornados com dois Raio, mas ele não encontrou o terceiro land, e os danos diretos finalizaram o jogo.



    Top 4 – UR Magos – A hora da vingança (parte 02)

    O jogo parecia uma briga de faca, literalmente um combate aberto, no primeiro jogo venci a corrida, finalizando com apenas 2 pontos de vida, no segundo jogo foi a mesma coisa, em um momento crítico do jogo uma Hélice de Raios inverteu a corrida, e meu oponente realizou um ataque arriscado me levando a um ponto de vida, quando eu não tinha cartas na mão, deixando um terreno em pé, ao conjurar um Rift Bolt fatal, meu oponente estendeu a mão e revelou um Dispel, neste momento eu passei a aguardar o vencedor entre Humans e Hollow One.



    Final – Humans (Chicão) – A hora da verdade!

    Quando ele venceu, logo pensei, dei o troco em dois que me venceram durante o suíço, será que eu perderia para aquele que eu venci durante o torneio? Ainda lembrei do último PPTQ que joguei, onde perdi na final. Vamos ao Jogo!

    No primeiro game, uma mão com danos versáteis, permitiram que eu mantivesse o caminho aberto para conectar as criaturas. No segundo, eu não consegui causar sequer um de dano no meu oponente, QUE ABSURDO, foram alguns Kitesail Freebooter e também o Sin Collector, quando eu pensei que já tinha acabado, veio uma Imagem Fantasmal copiando o Sin Collector, que também descartou meus fogos. No terceiro ele fez Hierarca Nobre, que foi removido por uma Searing Blood, enquanto eu continuava pressionando com a Monastery Swiftspear, meu oponente fez outro Hierarca Nobre e não encontrou o segundo land naquele momento, eu fiz 2 Lava Spike, obrigando ele a bloquear e perder o Hierarca Nobre, quando ele conseguiu o segundo e terceiro lands, o jogo já estava com os minutos contados, até o momento em que eu finalizei com um Skullcrack. GG!



     




  • Retorno dos IDW Comics

    Retorno dos IDW Comics

    por MypCards em 09/08/2018 - 127 Visualizações, 0 Comentários.

    Já ouviram falar em IDW Publishing?



    IDW Publishing é uma produtora Americana de livros em quadrinhos, que no passado fez alguns prints para a Wizards of the Coast, relacionado ao Magic. Ela inclusive foi responsável por introduzir o Dack Fayden na história e no Magic!!



    Ao todo foram 17 quadrinhos divididos em 4 blocos, sendo:



    - Magic: The Gathering

    Issue #1 (2/1/12) — Treasure Hunt 

    Issue #2 (2/29/12) — Faithless Looting 

    Issue #3 (3/28/12) — Feast of Blood 

    Issue #4 (5/23/12) — Electrolyze 



    - The Spell Thief

    The Spell Thief #1 (6/27/12) — Arrest 

    The Spell Thief #2 (8/8/12) — Consume Spirit 

    The Spell Thief #3 (9/19/12) — Standstill 

    The Spell Thief #4 (11/7/12) — Breath of Malfegor 



    - Path of Vengeance

    Path of Vengeance #1 (12/5/12) — Turnabout 

    Path of Vengeance #2 (12/19/12) — Voidmage Husher 

    Path of Vengeance #3 (1/30/13) — Ogre Arsonist 

    Path of Vengeance #4 (2/27/13) — Corrupt 



    - Theros

    Theros #1 (10/9/13) — High Tide 

    Theros #2 (12/11/13) — Wash Out 

    Theros #3 (1/15/14) — Gaze of Granite 

    Theros #4 (1/22/14) — Acquire 

    Theros #5 (3/19/14) — Duress 



     



    E porque estamos falando disso? Estamos falando disso porque hoje, dia 9 de Agosto, tivemos um novo anúncio dizendo que os quadrinhos da IDW voltarão em comemoração aos 25 anos de Magic, trazendo a Chandra Nalaar como personagem principal! Será que teremos mais cartas promos?!



    Magic: The Gathering - Chandra #1 cover (not final art) [IDW Publishing]



    Acompanhem o anúncio oficial aqui!!


  • PPTQ Maringá 05/08/18 [Report - Campeão]

    PPTQ Maringá 05/08/18 [Report - Campeão]

    por basdao em 06/08/2018 - 356 Visualizações, 1 Comentários.

    Fala galera, tudo na paz?



    Meu nome é Leandro S. Basdão... Magic é um hobby de mais de 22 anos, comecei a participar mais dos torneios grandes no ano passado, antes nunca tinha saído de Londrina para disputar um campeonato.



    Vou falar um pouco de como foi o PPTQ Maringá 05/08/18. Eu consegui ser campeão deste torneio com o deck UW Spirits. Minha escolha foi feita devido ao aparecimento do deck, com a adição dos espíritos de M19. Eu joguei muito com este deck quando ele era Standard e decidi relembrar a sensação de abusar dos bichos com lampejo e ter mais opções de jogadas.



    O deck que utilizei foi:





    Vamos as partidas!!!



    Match 1 – Cláudio (Soul Sisters)



    Neste match, no game 1, eu consegui colocar mais pressão com os espíritos voadores mesmo com o ganho de vida dele, fazendo 1-0. No game 2, ele resolveu uma Lyra Dawnbringer  que ganhou o game. No game 3 ele estava com muita vida e com o Kami of False Hope voltando todo turno, prevenindo meus ataques. Ele não conseguiu achar nenhuma criatura para me matar, então o tempo acabou.



    Resultado 1-1



    Match 2 – Fernando “Pato” (Red Prision)



    Neste match, no game 1, ele conseguiu resolver algumas mágicas que não me afetaram, tentou uma Ponte Traiçoeira que eu consegui remover com o Spell Queller e eu consegui ganhar com os ataques. No game 2, pós side, ele resolveu um Chalice of the Void para 2, mas tinha apenas criaturas CMC 3 nas mãos, coloquei um Geist of Saint Traft no passe por causa do Rattlechains na mesa. Ele não aguentou os ataques e fechei o match.



    Resultado 2-0



    Match 3 – Anderson (UW Control)



    Lembro pouco deste match, mas no game 1 ele resolveu uma Elspeth, Campeã do Sol e ganhou. Os outros dois eu ganhei com o auxílio do Selfless Spirit que segurou as remoções em massa.



    Resultado 2-1



    Match 4 – Belatto (UR Magos)



    Neste match eu nem vi a cor do jogo praticamente. Fui surrado por remoções pontuais, raios no passe, Soul-Scar Mage e Grim Lavamancer.



    Resultado 0-2



    Match 5 - Oponente ? (Jeskai Control)



    Neste ponto não poderia perder, senão era pegar o caminho de casa. Perdi o primeiro game sem conseguir colocar pressão no oponente. Nos games 2 e 3, com o side, consegui estabilizar e ir atacando pouco a pouco. Neste match os Mausoleum Wanderer ajudaram muito.



    Resultado 2-1



    Match 6 – Oponente ? (Burn)



    Comecei o match sem saber o deck do oponente, iniciei com uma mão com 2 Path to Exile e comprei o terceiro, então perdi game 1. O game 2 consegui ganhar no aperto, com os Mausoleum Wanderer e Spell Queller. No game 3, iniciei com uma mão de 2 lands e 5 cartas (em especial Adoração e Geist of Saint Traft ). Fomos trocando um dano, quando coloquei Adoração e depois Geist of Saint Traft ele desestabilizou. Ele concedeu porque não tinha dado side in no Orgia Destrutiva.



    Resultado 2-1



    Neste ponto fechei com 4-1-1, conseguindo a sétima posição e ganhando 3 booster de M25. Fiquei muito feliz, pois consegui obter um top8 com um deck que joguei muito no formato Standard. Algo importante neste momento foi minha conversa com João Araújo. Ele me informou algumas coisas sobre o deck KCI (Krark-Clan Ironworks). Basicamente ele falou anula o KCI rsrs! E vamos para o top8!



    Quartas – João Rinaldo (Jund)



    Para não fugir do habitual em PPTQs, enfrentei mais um amigo de Londrina, o João. Na semana passada tinha perdido a final para ele na Piedade Cardhouse (Boggles Vs Jund) (Report do campeão aqui). Ele até me perguntou porque da mudança, eu falei que achei o deck bacana e resolvi investir nele neste PPTQ. Vamos para o jogo.



    Game 1 eu coloquei pressão levando ele a 3 de vida, mas os Dark Confidant dele insistiam em revelar lands. Ele conseguiu comprar muita carta e ganhou. Game 2 não me recordo muito, mas ele não mexeu na minha vida e foi tomando pressão aos poucos com os espíritos voadores. No game 3, um jogo tenso e apertado. Ficamos colocando algumas criaturas na mesa. Ele tentou uma Liliana do Véu em um momento derradeiro, mas anulei com o Desejo Unificado. Ele morreu para dois ataques seguidos com os lords +1/+1 para a tropa. O Rest in Peace ajudou muito nos dois games finais.



    Resultado 2-1



    Semi – Aleksander (RG Eldrazi Aggro)



    Nos dois games que jogamos, ele não conseguiu imprimir a pressão do deck dele. Os Reality Smasher dele não apareceram e as poucas remoções que tentou foram anuladas ou invalidadas pelo Rattlechains. Eu fui atacando e reduzindo a vida dele aos poucos.



    Resultado 2-0



    Final – Gustavo (KCI)



    Aí estava o deck que nem fazia ideia de como ganhar e nem como ele combava. Ele começou por ter se qualificado na posição melhor que a minha. Ele colocou alguns artefatos até turno 3 e eu coloquei o Remorseful Cleric (espírito novo de M19 que exila cemitério). Neste momento achei que estava bem. Ele fez no turno 4 dele o Krark-Clan Ironworks sacrificou uma Mox Opal e uma Estrela Cromática. Neste ponto ele conjurou o Scrap Trawler, em resposta eu exilei o cemitério dele. Ai ele começou a sacrificar artefatos, conjurar artefatos e comprar cartas. Achou mais uma Mox Opal e fechou o combo. Não me pergunte para explicar, pois não me lembro da ordem e prioridades na pilha rsrs!!!



    Fomos para o game 2, eu estava com Rest in Peace na mesa e ele sacrificou um artefato, que compra carta quando vai para o cemitério. Ele comprou a carta e olhou, neste momento eu e o juiz acusamos a situação. Ele já estava à beira de um Game Loss, após essa infração, que foi dado.



    Game 3, foi um dos mais tensos também, eu estava um pouco seguro, pois tinha Desejo Unificado e Spell Queller. Ele tentou um Krark-Clan Ironworks  que foi anulado. Eu fui atacando aos poucos. Ele conseguiu ganhar vida com seus Natures Claim em seus próprios artefatos. Num momento crucial ele baixou um Scrap Trawler e eu removi com o Spell Queller. Aí eu fiquei com uma criatura e um terreno na mão. Ele baixou um terreno que volta um artefato do cemitério para a mão, e quem voltou.... ELE... o Krark-Clan Ironworks. Quando ele me passou tinha que comprar algo... e comprei!!!! Outro Spell Queller!!! Passei e ele conjurou o Krark-Clan Ironworks e removi com o Spell Queller. Neste momento eu estava com o dano letal na mesa. Ele passou, eu comprei outro espírito (estava com 2 na mão). Ataquei e ele forçou o terceiro Natures Claim no artefato dele, ganhando 4 de vida. Na mesa eu tinha 2 Mausoleum Wanderer, 2 Spell Queller e 1 Rattlechains. Neste momento baixei os dois espíritos da mão com Flash, aumentando os dois Mausoleum Wanderer e matando na conta.



    Resultado 2-1



    Estava feito!!!! Mais um caneco pra Londrina!!! Galera fiquei muito contente, pois agora terei classificação para jogar um torneio grande em São Paulo.



    Gostaria de parabenizar ao pessoal da Supernova, de Maringá pela organização do torneio. Foram mais de 40 jogadores. Sem contar o churrascão que estava muito bom. Parabéns!!!



    Gostaria de agradecer ao apoio de todos os jogadores de Londrina/Ibiporã, pelas dicas e pela torcida, em especial ao João Araújo que neste torneio me deu dicas preciosas e torceu, até interferiu na final pensando que eu tinha esquecido um trigger do Mausoleum Wanderer... Isso sim é torcida!!! rsrs... É muito gratificante saber que pessoas nos apoiam e nos ajudam!! Gostaria de agradecer também as lojas de Londrina, Batbanca e Piedade Cardhouse, que mantêm o Magic na cidade. O MYP também não poderia ficar de fora né, obrigado pelo apoio.



    Grande abraço!!!


  • Super Modern no Piedade Cards House - Report do Campeão

    Super Modern no Piedade Cards House - Report do Campeão

    por Stalonge em 02/08/2018 - 400 Visualizações, 3 Comentários.

    E aí pessoal no MYP, tudo bem com vocês?



    Meu nome é João Rinaldo, tenho 25 anos e meu passatempo favorito é o Magic.



    Hoje estou aqui pra falar um pouco sobre o evento que Rolou no Piedade Card’s House (www.mypcards.com/piedade), O Super Modern e de minha participação nesse torneio.



    Com o auxílio do MYPCards e do Luiz Piedade conseguimos promover um dos maiores torneios Modern dos últimos tempos na cidade de Londrina. Foram aproximadamente 30 jogadores disputando a premiação em Boosters, créditos na plataforma MYPCards e Cards promocionais, como a Masterpiece que foi dada ao campeão. Foram 6 Rodadas com muitas reviravoltas e felizmente eu consegui levar a melhor.



    Minha escolha de deck foi o clássico e amado JUND. Deck composto pelas cores Vermelho, Preto e Verde com a combinação das cartas mais fortes de cada cor.



    A última temporada modern procurei jogar com os decks mais injustos possíveis, sendo eles O tribal de Humanos e Titanshift onde obtive bons resultados. Para esse torneio apostei na consistência de uma lista recheada de descartes, remoções e criaturas fortes já que conhecia a maioria dos decks que jogariam o torneio.



    A Lista do deck:





    O Sideboard: 



    A carta faltante é um Explosivos Fabricados  - Peguei emprestado de um amigo para o torneio.





    Sobre as partidas:



    Meu primeiro confronto foi contra um dos meus companheiros de treino, Rafael Kenji (https://mypcards.com/NIshiyama), que pilotava um GW value, deck fortíssimo.





    • Game 1 keepei uma mão razoável com remoções, um Tarmogoyf  e um descarte. comecei controlando bem o jogo mas fui surpreendido por uma Collected Company  tornando minhas remoções insuficientes para a quantidade de criaturas. A board foi ficando muito grande e eu já não conseguia mais parar os Cavaleiro do Relicário  me batendo 8 por turno.







    • Game 2 comecei com uma mão bem forte, descartando e matando seus dorks sem dificuldade. baixei um Tarmogoyf e uma Grafdiggers Cage no começo do jogo e fui controlando a mão e a board. Jogo tranquilo e sem muitas dificuldades. A Grafdiggers Cage  ganhou sozinha parando duas Collected Company do meu oponente







    • Game 3 foi bem próximo do segundo jogo. Comecei com descarte e baixando turno dois já uma das minhas criaturas mais fortes. No terceiro turno encontrei uma de minhas cartas de side, Grafdiggers Cage , parando 2 Collected Company  da mão do meu oponente. Ele baixava uma criatura por turno, eu matava uma criatura por turno. Até aí, sem problema. Quando a partida estava quase controlada meu oponente encontrou uma Adoração  e 4 Voz da Ressurgência  do topo do deck. O jogo foi para os 5 turnos, eu já havia ultado uma Liliana, the Last Hope , mas ele tinha Bomba de Catraca para parar meus tokens. Comprei do topo uma Brutalidade Coletiva,  o que me daria a vitória caso conseguisse levar a vida do meu oponente a 2. Não consegui e a partida acabou empatada.





    Segundo jogo fui pareado com um deck Tribal. Meu oponente Fernando Rodrigues estava jogando de Elfos e até então desconhecia o meu deck - vantagem pra mim.





    • Game 1 ganhei no dado e meu oponente pediu muligan. Keepei uma mão com 5 terrenos, um Tarmogoyf e um Lightning Bolt . Comecei com fetch pra vermelho e passei, ele fez sua mana do turno, baixou um elfo de mana que tomou um Raio no passe. Do topo encontrei outro Tarmogoyf . Não tinha muita escolha a não ser baixar o bixão e rezar. Ele não encontrou a segunda mana para fazer suas spells de custo 2 e apanhou dos monstrengos até zerar a vida.




    • Game 2 subi algumas cartas de side, como Lavamante Implacável , Danação e a allstar da partida, Noite da Traição das Almas . Comprei as 7 primeiras cartas e lá estava ela. O problema eram os terrenos, uma fast land BR apenas. Decidi manter a mão, já que dentre as cartas estavam 2 Raio's e 1 Dark Confidant . Na primeira draw já encontrei uma Verdant Catacombs  o que me permitiu baixar meu Dark Confidant e encontrar tudo o que queria. turno 4 o encantamento já estava na mesa e os elfos do meu oponente já não conseguiam mais ficar vivos no campo de batalha. 2-0





    Terceira partida foi um pesadelo - Baiano pilotando Um Mardu Piromante.





    • Game 1 foi uma partida de descarte. Ficamos sem mão e sem ações praticamente no quarto turno contando com o top deck. Meu oponente matou meus Tarmogoyf's, eu matei seus Young Pyromancer e o jogo seguiu até ele encontrar mais um Young Pyromancer . Não consegui resolver a criatura e aí foi uma festa de elemental. Morri apanhando dos tokens e tomando Raio  na cara. Nenhuma novidade até aqui







    • Game 2 foi bem rápido. descartei as principais ameaças e fiz uns bixão. Ele matou o que conseguiu e fez Blood Moon . Eu já havia buscado uma floresta básica prevendo a jogada e consegui conjurar minhas 2 Bloodbraid Elf , que ganharam a partida.




    • Game 3 arrisquei uma mão sem terrenos básicos e descartes, mas bem poderosa com Dark Confidant , Tarmogoyf , Scavenging Ooze e Remoções. Perdi pra Blood Moon , claro. 1-2 e lá se vai minha última ficha.





    Quarta partida enfrentei uma Lenda Londrinense -  O dono da antiga Odisséia que tanto ouço falar, Carlinhos. Ele estava no controle de um deck BW tokens. A partida costuma ser bem complicada para o Jund pela quantidade de criaturas.







    • Game 2 Meu oponente começa de descarte tirando um dos meus descartes e vai fazendo tokens na medida do possível. Eu consigo resolver uma Grim Lavamancer e um Abrupt Decay e a partida começa a se encaminhar. meu oponente se livra das minhas criaturas e começo a bater com minha Treetop Village . 2-0





    Quinta partida enfrentei Um Storm pilotado pelo jogador Pedro Sartori (https://mypcards.com/pedrocsart). A partida costuma ser razoavelmente boa por conta dos descartes e das remoções, mas eu não enfrentava um storm a muito tempo e comecei a ficar inseguro.





    • Game 1 Mantive uma mão com Raio , Abrupt Decay , Liliana of the Veil e algumas lands. Arrisquei jogar sem desrupt e ganhar na base da remoção e da Liliana of the Veil consumindo a mão do meu oponente. Meu oponente começou o jogo fazendo Truque de Mãos  e passou, fiz fach vermelha pra conseguir dar o Raio no passe em uma das criaturas do combo e passei. Turno seguinte ele fez Truque de Mãos  e Visões do Soro , baixou land e passou. Fiz Raging Ravine e arrisquei no Raio , torcendo pra ele nao ter Remand , caso ele counterasse conseguiria voltar de Liliana of the Veil pra -2. Ele desceu bixo, land e passou. Dei o Raio e funcionou. Desci Liliana of the Veil e comecei a atacar a mão dele. Próximo turno ele combou pra 11 de danocom Metralha  matando a liliana e me dando o restante do dano.  Encontrei um Tarmogoyf e fui batendo torcendo pra ele não encontrar nenhum Gifts Ungiven . Não encontrou. 1-0




    • Game 2 foi bem parecido, com a diferença de que dessa vez eu encontrei alguns descartes. Consegui baixar logo minhas criaturas e matar seu Baral, Chefe da Conformidade quando necessário; Em determinado momento da partida meu oponente conseguiu encontrar um Gifts Ungiven que poderia ser problemático. Joguei as instants pro grave e pedi pra ele descartar uma com Comando de Kolaghan  no passe. No meu turno fiz Liliana of the Veil e descartei a última que havia sobrado. Fiquei torcendo novamente pra ele não encontrar a quinta e a sexta mana para conjurar o Past in Flames  do cemitério enquanto eu mantia um clock de dois turnos. Não encontrou. 2-0





    A Sexta e última partida antes do corte para o top 8 foi pra testar o coração. Peguei um GR Tron do Luiz Piedade, organizador do evento e proprietário da Loja. Todo jogador de Jund sabe que essa partida costuma ser na maioria das vezes 70% - 30% a favor do Tron.





    Passei em Terceiro Lugar e ganhei 3 boosters de M19 nessa Brincadeira. Eu estava eufórico e muito ansioso pra saber quem enfrentaria. Agora a busca era pelo primeiro Lugar, Créditos no myp e aquela masterpiece linda.



    Primeiro jogo do TOP 8 Enfrento o Antônio. Meu histórico com ele é horrível em todos os formatos. Sou praticamente um bye para ele tanto no legacy quanto no modern sempre perdendo para aquela combinação de Cálice do Vácuo  + Eldrazi. Dessa vez o Antônio inovou e decidiu jogar de MonoWhite D&T.







    • Game 2 abri uma mão com descarte, Dark Confidant ,Comando de Kolaghan  e Liliana of the Veil . A interação foi praticamente a mesma do primeiro jogo com a diferença de que dessa vez eu conseguiria lidar com o Aether Vial e alguma criatura x/2 com apenas uma carta, favorecendo o 2 pra 1 e me colocando à frente do jogo. Não tive muita dificuldade - 2-0





    Segundo jogo do TOP 8 Enfrentei o jogador Rodrigo Loureiro (https://mypcards.com/RodrigoL) com seu Deck GW Elfos. Ele se classificou em 2º lugar no suiço, começando portanto a partida na play.





    • Game 1 Abri uma mão com 3 remoções, 1 criatura e 1 descarte, a mão perfeita pra jogar contra elfos. Meu oponente muligou a 6 cartas e manteve uma mão com um drop 1 e quatro criaturas de custo 3. Fez mana elfo turno um e eu matei logo em segunda no meu turno. Encontrou a segunda land e passou. no meu turno fiz descarte e deixei mana aberta pra raio. No turno dele comprou criatura de drop 2, que morreu no passe. no meu turno resolvi uma Liliana of the Veil pedindo pra descartar um dos drop 3, em seguida ele abaixou uma das criaturas. No meu turno fiz -2 na Liliana of the Veil e baixei uma Bloodbraid Elf pra descarte. 1-0




    • Game 2 segui o plano do G1: matar uma criatura turno 1, descartar turno 2 e continuar removendo qualquer elfo que interagisse com o deck, ou gerando mana, ou regenerando criaturas. O sideboard foi dedicado a isso: Grim Lavamancer , Danação , Noite da Traição das Almas , Liliana, the Last Hope  e Grafdiggers Cage para parar os Acorde do Chamado e Collected Company … 2-0





    Terceiro e último jogo do TOP 8 foi o BOSS da casa, Leandro Basdão (www.mypcards.com/basdao), pilotando um deck GW auras ou Bogles, como a maioria conhece. O deck é baseado em criaturas com resistência a magia e encantamentos que deixam esses inofensivos 1/1 em verdadeiros Emrakul, o Fragmento dos Éons 15/15. Normalmente a partida é fácil para decks BG+X por conter Liliana of the Veil , descartes e Abrupt Decay , mas a Leyline of Sanctity atrapalharia muito meu plano de jogo, ainda mais estando eu na draw.







    • Game 2 foi uma das partidas mais tensas que já joguei na vida. Basda abre de Leyline of Sanctity + Bogle Escorregadio . Enquanto isso eu olhava minha mão com descarte e Liliana of the Veil já pensando no pior. Sigo o jogo fazendo man land e passando o turno. Turno seguinte meu oponente resolve um Manto Espiritual , impossibilitando minhas criaturas de bloquear. No meu turno baixo um Tarmogoyf e passo. Turno 3 ele resolve uma Daybreak Coronet e me ataca, me levando a um clock de 3 turnos e baixa uma criatura. No meu turno compro Pulsar do Maelstrom mas decido guardar para a Leyline of Sanctity , já que havia uma Liliana of the Veil em mãos. Baixo a Liliana e peço pra que descarte. Ambos descartamos terrenos. No turno seguinte ele cicla um terreno e ignora a Liliana of the Veil me atacando. No turno seguinte, destruo a Leyline of Sanctity e uso -2 na Liliana, fazendo com que ele sacrifique 1 dos Bogle Escorregadio desencantados e deixando um Bogle Escorregadio  bombadão na mesa. Basdão Compra outra Daybreak Coronet  e decide matar a Liliana, levando em consideração que o dano em mim não seria letal e que na volta teria que sacrificar a criatura caso a ignorasse novamente. Perco minha Liliana e no momento estou no top deck. No meu turno compro algo irrelevante e faço um de meus descartes, na mão do Basda havia apenas uma floresta. Passo o Turno e rezo. Basdão não compra nada, ataca me levando a 2 de vida. Decido embaralhar meu deck estourando uma fetch land, indo a 1 de vida. Brincamos durante um momento sabendo que a única carta que me salvaria nesse momento é a Liliana of the Veil . Dou meu deck para ele cortar e do Topo vem a tão sonhada Liliana. Basdão concede - 2-0





    Jogar de Midrange foi uma das melhores experiências que tive no modern. A escolha para esse torneio foi boa e me senti infinitamente feliz ao conseguir vencer partidas que considerava impossíveis, como o GR Tron, por exemplo.



    Agradeço ao Luiz Piedade por nos proporcionar um torneio tão bacana, à equipe do MYP Cards por auxiliar e incentivar os jogadores da região no que precisam e ao Grande amigo Felipe Alfaya (https://mypcards.com/Willowman) por abrir mão de jogar o torneio para poder auxiliar no que diz respeito à organização e às regras.



    Um grande abraço a todos, e até a próxima!


  • SDCC 2018 - Promos reveladas

    SDCC 2018 - Promos reveladas

    por MypCards em 03/07/2018 - 129 Visualizações, 0 Comentários.

    Hoje tivemos revelado as promos para a San Diego Comic-Con 2018, que acontece entre 18 de Julho e 22 de Julho.



    Nada mais, nada menos do que os 5 planeswalkers clássicos, com a arte feita pela ilustre Terese Nielsen. Estes estarão disponíveis na feira pelo valor de $99 (99 dólares).



    O que acharam?!








  • A saga do Pistolito - RPTQ Report

    A saga do Pistolito - RPTQ Report

    por NIshiyama em 15/06/2018 - 334 Visualizações, 2 Comentários.

    Olá Marilene! A noite vinho, tainha, e muito Magic.



    Domingo(10/06/2018), aconteceu o RPTQ trios, e infelizmente eu não tinha vaga =( ... Mas, faltando menos de uma semana o Lixo me convidou e também o Danilo (vulgo dono do MYP). Não sei se todos conhecem o formato de trios, e até semana passada eu também não conhecia. O formato era standard e funciona mais ou menos assim: se um jogador usa uma cópia de uma carta, nenhum jogador poderá ter qualquer quantidade daquela mesma carta, existem jogadores A, B e C, esses jogadores podem se comunicar durante a partida e dar pitaco na jogada dos outros; jogadores A só jogam com A, B só jogam com B e C jogam com C.



    Escolha dos decks e motivos:




    • Jogador A - Danilo = BG Crobra (pq falar croba é mais legal) - Motivo: deck bom, card advantage e recursivo;

    • Jogador B - Lixo = UW Approach - Motivo: deck insanamente bom, dificilmente perde, e ele é pro player(e sendo o jogador B ele poderia ficar entre mim e o Danilo auxiliando em jogadas, keepando mãos etc;

    • Jogador C - Eu(Rafael K.) = Mono red pistolito - Motivo: mono red sempre faz resultado, já ganhei 1 pptq de mono red, e foi o deck do campeão do protour.





    Não lembro exatamente contra quais decks e como foi a partida que os meus companheiros de equipe jogaram, por isso farei só o meu report:



    1 - Match: Mono Red x RB Veículos





    2 - Match: Mono Red x Esper Controle:





    3 - Match: Mono red x Mono Red




    • Perdi no dado. G1 Parei na terceira Land e apanhei. G2 joguei erradaralhaço, dei champ ataque, perdi minha board. GG easy. (danilo já tinha perdido, e lixo ainda tava jogando). (0-3).



    4 - Match: Mono red x Bye




    • A gente tava tão top que pegamos Bye. (1-3).



    5 - Match: Mono Red x  Mono G





    6 - Match: Mono Red x UW approach





    7 - Match: Mono Red x Mono Red




    • Perdi no dado. G1 eu deixei o cara voltar uma jogada que me custou o jogo (não tentem ser o cara bonzinho, puta merda, sou muitro trouxa caralhooooooooooooo!). G2 game mais tenso do Rptq, precisava top deckar um Golpe Relampejante  ou Portador da Glória  pra ganhar, top deckei o Basdabringer e ganhei. G3 eu muliguei a 5, perdi o drop 3 de land e apanhei. (lixo e danilo ganharam) (3-4)



    Fazer 3-4 em um RPTQ tá bem longe de ser bom, e mais longe ainda do Protour. Mas, jogar em trio com um Pro Player e com um amigão, é muito da hora! Pessoas, joguem competitivamente, vcs vão aprender bastante, conhecer pessoas, e claro, jogar Magic. Um abraço galera, e um abraço especial pro Naga!




  • Você já conhece o MTG Arena?

    Você já conhece o MTG Arena?

    por Coronado em 04/06/2018 - 614 Visualizações, 2 Comentários.

    E aí pessoal, tudo certo? Hoje vou falar um pouco sobre o MTG Arena pra vocês.



    Inicialmente precisamos entender que o MTG Arena não é um jogo competitivo, pois a Wizards quer atrair um público mais abrangente para ele, incluindo novos jogadores que se interessem pela plataforma online e assim migrando para o jogo físico também, o público realmente competitivo dentro do mundo online do Magic terá seu lugar certo no MOL (Magic Online), onde a própria Wizards nos garantiu que será lá o foco do cenário competitivo online.



    O MTG Arena é uma plataforma online de Magic que atualmente está na sua fase beta de testes, atualmente podendo ser jogado em desktop, mas futuramente será incluído em plataformas como smartphones e tablets também, se assemelhando ao HearthStone.



     Quando você inicia no jogo, você tem algumas opções de decks pré-montados,





     ... não são decks tão fortes, porém muito balanceados entre eles, o que faz com que o jogador novo não fique tão pra trás dentro do jogo, e também estes decks pré-montados garantem que quando você receber determinadas missões (já falaremos mais sobre isso), você terá um deck para cumpri-las. Paralelamente aos decks pré-montados, em que as cartas destes mesmos decks já fazem parte da sua coleção, você recebe 3 booster’s de cada edição que está inserida dentro do jogo, para que estas cartas, juntamente com aquelas dos decks pré-montados formem o início da sua coleção.



    Dentro do MTG Arena você não consegue comprar cartas específicas como, por exemplo: se eu estou montando um Mono Red Aggro, e nele só tenha 1 Hazoret, e eu quero ter mais 1, eu não consigo ir lá e pagar para ter outra Hazoret. O que o jogo nos oferta para conseguirmos ter as cartas específicas que queremos são as Wild Cards



     





    As Wild Cards, funcionam como um sistema de troca. Seguindo o nosso exemplo, se você tem uma Wild Card Mítica, e quer ter mais 1 Hazoret, você troca essa Wild Card pela carta que você quer. Para fazer isso, basta você ter a Wild Card na sua coleção, e tentar adicionar a carta que você não tem, ou se você já tem você tenta adicionar mais 1, o jogo vai perguntar se você quer trocar a Wild Card pela carta e pronto!!!





    Para conseguir essas Wild Cards, você tem algumas opções, uma delas é abri-las nos booster’s, ou abrindo o Baú (explicarei mais pra frente), ou comprando os Packs de Booster’s que o jogo oferece para compra, em que você ganha de bônus algumas Wild cards!





    Para conseguir comprar os booster’s, você precisara de gold ou gemas, que são as duas moedas virtuais, como na imagem acima, você poderá comprar 1 booster individual por 1000 de gold, ou comprar os pecks por gemas, que se obtém pagando em R$.



    Para obter o gold, você deverá cumprir algumas missões que o jogo te propõe, como castar x mágicas de uma cor específica, ou matar y criaturas do oponente, etc... Ou mesmo missões que te dão z de gold por cada vitória e por último você pode ganhar booster em algumas missões que te dão 1 booster a cada 5 vitórias,



     





    Essas missões não ficam disponíveis em todo momento, quando você cumpre uma, ela começa a contar um tempo para vir uma nova missão, como podemos ver na imagem acima.



    O jogo tem um sistema interessante pra você conseguir mais das Wild Cards, que é o Baú, conforme você vai abrindo booster’s, se você abre uma carta que você já tenha 4 cópias na sua coleção, ele vai ganhando de pouco em pouco uma porcentagem, quando ele chega a 100% você recebe alguns prêmios, que são cartas, ou Wild cards, ou tokens de eventos específicos do jogo, ou como também itens (sobre isso não foi nada divulgado ainda).



    Você pode usar no máximo 4 cópias de uma mesma carta, porém tem cartas que você poderá usar quantas quiser no deck, um exemplo disso é a carta Rat Colony do set de Dominaria





    Indo diretamente para o jogo, a estética é encantadora e o trabalho de efeitos visuais é incrível. O jogo é muito fluido, e isso faz com que as partidas em geral sejam muito rápidas. A inteligência artificial do jogo é algo muito bom, e no jogo tem um sistema interessante, que ele sabe quando você tem coisas para fazer, como por exemplo, se você baixa a land no 1º turno, e você só tem coisas de custo 2 ou mais na sua mão, o jogo automaticamente pula as suas etapas e já passa para o turno do oponente. Se o oponente tenta conjurar uma mágica, ativar/desencadear uma habilidade e você não tem nada na sua mão para fazer ele mantém a prioridade para o oponente.  Mas se você tem criaturas com habilidades ativáveis em campo, o jogo te dá a prioridade para escolher se faz algo ou deixa o que esta acontecendo resolver. Se você não tem nada para fazer em resposta, o jogo também automaticamente vai mantendo a prioridade para o oponente. Assim deixando o jogo bem rápido.



    Agora em Junho/2018, o jogo receberá uma atualização com duas edições que faltavam para ter todo o cenário do Standard completo no jogo, que são Kaladesh e Revolta do Éter. E também, ainda esse mês, o jogo passara a funcionar com partidas melhor de 3 igual nos jogos fisicos, com o uso do sideboard e tudo mais, assim, aumentando a imersão do jogo, dentro do mundo do Magic. 



    Assim sendo teremos todo o meta game do Standard dentro da plataforma do MTG Arena e poderemos montar decks fiéis aos decks físicos, e treinar com os decks que jogamos no físico também.



    Por enquanto será isso, e mais pra frente falaremos mais um pouco sobre esse incrível jogo.