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  • TOP 10: Decks Hypados

    TOP 10: Decks Hypados

    por CyberseTeamBR em 20/10/2019 - 196 Visualizações, 0 Comentários.

    Ter falsas impressões de alguma coisa, e até mesmo se decepcionar com o resultado final de algo é comum na vida de qualquer pessoa. Passamos por frustrações na vida social, amorosa, escolar, profissional e inclusive em relação as nossas próprias atitudes. Isso não é diferente na vida de um duelista, e de Yu-Gi-Oh. Por ser um jogo tão extenso, com mais de 10.000 cartas disponíveis, é extremamente válido se decepcionar. Muitos Decks, ao serem anunciados, nos geram muitas sensações. Por muitas vezes, pensamos que um determinado Arquétipo ou mecânica será extremamente forte e quebrada no jogo, e que vai revolucionar o formato, e nada acontece. O inverso também acontece, e algo relativamente "fraco" toma conta do formato, e nos deixam boquiabertos. É pensando nisso que hoje, nosso time vai falar sobre os 10 Decks mais Hypados da história do jogo, e que acabaram decepcionando muita gente. Com base em relatos e experiências, vamos tentar montar a lista o mais perto possível da realidade, mas claro, deixando nossa opinião. Estão preparados? Então vamos lá!



    10 - Naturia





    Lançado oficialmente para o TCG no ano de 2010, Naturia é o primeiro da lista das decepções. O Deck passa longe de ser ruim, mas também passa longe de ser o que os jogadores julgaram que ele deveria ser. O ponto chave do Deck é ser altamente "interativo", e ter a capacidade de responder a qualquer coisa que o oponente faça. Um exemplo disso, é o efeito de Louva-Deus Naturia. Quando o oponente Invocar um monstro por Invocação-Norma, você pode descartar 1 "Naturia" para destruí-lo. Efeito muito similar ao da Abegulha Naturia, que destrói monstros Invocados por Invocação-Especial. Além disso, o Deck conta com um monstro super poderoso, o Naturia Tiro de Bambu é extremamente forte, já que, ao ser Invocado por Invocação-Tributo usando um "Naturia", não permite que o oponente ative Spells ou Traps enquanto estiver no campo.



    Entretando, o Deck acabou passando longe dessa realidade. O campo, mesmo para a época não era tão fácil de fazer, e o Deck acabou se tornando lento, então Decks mais rápidos, como Blackwing ou Plant Synchro poderiam trucidar o campo antes mesmo de ser possível colocar todos os recursos em campo. Além disso, uma simples Drenar Habilidades poderia matar o Deck, negando os efeitos de seus monstros. O Deck não possuia tanta versatilidade, e não conseguia lidar com essas interrupções. Então, ao ser lançado, o hype acabou se tornando uma simples brisa, de um Deck que não conseguiu jogar como deveria.



    9 - Darklord





    Apesar de possuir cartas desde o ano de 2008, os Darklords só foram considerados um Arquétipo de fato com o lançamento da coleção Destiny Soldiers em 2016, e logo de cara, foram super hypados pelos duelistas, tendo em vista seus fortes efeitos se comparados com o metagame da época. Seu estilo de jogo consiste em enviar monstros de TREVAS para o Cemitério (em vias de fato, os próprios Darklords), e depois revivê-los, criando um campo com um alto poder de ATK. E o próprio Deck faz isso com autonomia, com cartas como Senhora Obscura Ixchel, que ao se descartar juntamente com outro card "Darklord", permite ao jogador comprar 2 cartas, assim como, podemos usufruir da fácil Invocação-Especial do Senhor Obscuro Nasten, que assim o faz, ao descartar 2 outros cards "Darklord". E o que fazer com essas cartas descartadas? Os monstros Darklord também possuem efeitos, que podem reciclar Spells/Traps do Cemitério ao custo de 1000 LP, e os efeitos daquele monstro passam a ser os efeitos da Spell/Trap no Cemitério, sendo essencial para dar continuidade a jogada principal do Deck.



    Porém, mesmo com todas essas virtudes, o Deck ainda possuia defeitos claros. Dentro da sua própria mecânica, o Deck não possuia cartas de destruição em massa, e tampouco que pudesse interagir com o oponente, exceto pelas suas Trap Cards, e exatamente por conta disso, funcionava de uma forma lenta. Além disso, diferente de outros Decks, utilizava os LP como custo para seus efeitos, mas falhava em terminar o duelo rápido, e muitos jogadores ficavam travados, sem poder utilizar efeitos. Outros problemas "extra-campo" também existiam, e estavam fora do alcance do Deck. Por ser um Deck repleto de monstros de TREVAS, cartas como Espelho Aprisionador das Sombras deixavam o Deck inutilizável. Necrovalley, D.D. Corvo e Macro Cosmo também destruíam a mecânica do Deck, que acabou parando em suas próprias limitações.



    8 - Igknight





    Confesso que eu mesmo hypei esse Deck além da conta. Os Igknights foram anunciados e posteriormente lançados na coleção Clash of Rebellions, recebendo suporte em duas coleções posteriores. Lembro que, quando foi anunciado, causou pânico em muita gente, já que estavamos traumatizados pelo formato PePe que estava a todo vapor. Composto de Monstros Pêndulos Normais, o Deck consistia em destruir suas próprias cartas nas Zonas Pêndulo (lembrando, estavamos no formato pré-Link), adicionando outros monstros Guerreiro de FOGO do Deck à mão, e continuar destruindo mais e mais cartas, até encher nosso Extra Deck de monstros que pudessem ser Invocados por Invocação-Pêndulo, em massa. Uma vez feito, o jogador tinha espaço aberto para utilizar muitas mecânicas do Extra Deck, que variava entre Fusão e Xyz.



    Mas, apesar de suas qualidades, o Deck também possuia defeitos vistosos. O Deck, até os dias de hoje, ainda possuem poucas Spells/Traps de suporte para o próprio Arquétipo, e por isso, não é tão consistência trabalhando sozinho. Também não podemos esquecer que, é um Deck extremamente dependente do Extra Deck, e qualquer carta que limite nossas Invocações era o suficiente para nos deixar encurralados. Por ser um Deck composto de Monstros Normais, eles também não tinham nenhuma interação com o campo do oponente, e isso ficava a cargo dos monstros que seriam Invocados posteriormente do Extra. E assim como qualquer Deck Pêndulo, cartas como Fragrância Anti-Magia eram o suficiente para pará-los, pois, diferente de PePe, ele não tinha reação contra cartas desse tipo.



    7 - Majespecter





    Outro Deck que eu curti e hypei bastante, e mais um da era Pêndulo. Os Majespecters foram sim importantes no jogo, e eram usados como Engine em alguns Decks, porém nunca chegaram tão longe o quanto parecia que iriam chegar. Lançados oficialmente na coleção Dimension of Chaos, e recebendo suporte posterior, os Majespecters tinham como principal mecânica a habilidade de buscar uns aos outros quando Invocados, incluindo Monstros, Magias & Armadilhas do Arquétipo. De fato, era algo muito consistente. Por exemplo, o jogador poderia Invocar por Invocação-Normal ou Especial o Guaxinim Majespectro - Bunbuku e buscar outros monstros, ou fazer o mesmo com Corvo Majespectro - Yata e Raposa Majespectro - Kyubi para buscar Spells ou Traps respectivamente. Além disso, todos os monstros do Arquétipo possuiam efeitos que não permitiam que fossem destruídos ou alvo de nenhum efeito, o que adicionava uma forte proteção aos seus monstros. 



    Porém, apesar do Deck ter a alta capacidade de buscar seus recursos, e serem imunes a efeitos, eles pecam em alguns sentidos. O Deck é muito fechado, e não permite muitas interações com outros Decks, que optmizariam seus efeitos. Outro detalhe é o baixo status de ATK e DEF que o Deck possui, onde seu monstro mais forte, o já banido Unicórnio Majespectro – Kirin possuia apenas 2000 de ATK/DEF, sendo incapaz de batalhar contra monstros mais fortes, que comumente apareciam no Metagame da época. Outro detalhe a se considerar, é que o oponente poderia privar suas buscas com cartas como Erro e Rei do Trovão Rai-Oh, deixando o Deck sem nenhum counter específico para lhe dar com essa situação. E, como já foi citado, a Fragrância Anti-Magia era letal, em um Deck que não possuia Efeitos de Pêndulo, e nenhum counter contra Spells/Traps do oponente. Mais uma vez, um Deck que perdeu para as suas próprias limitações.



    6 - Vendread





    Com a chegada da era Link e da coleção Code of the Duelist, muitos duelistas tiveram as esperanças renovadas num formato pós-Zoodiac que estava afetado pela Banlist. Entre Trickstar, Gouki, os Cyberses e Vendread (que até o momento, era um Arquétipo exclusivo do TCG), as apostas estavam lançadas. Vendread seria a nova sensação do formato, relembrando os bons tempos em que Nekroz trouxe de volta o respeito aos Monstros Ritual do jogo. Porém, a decepção tomou conta mais uma vez, e muito disso, por culpa dos próprios players, que geraram expectativa em cima do anúncio do Arquétipo, antes mesmo de ter real noção dos seus efeitos. O Deck em si tem uma mecânica interessante, mas que não funciona como deveria. Os monstros do Arquétipo que não são Ritual, possuem dois efeitos. O primeiro, por padrão, será responsável por reviver monstros do Cemitério, seja ele próprio, ou outro do Arquétipo, com a condição de banir o monstro Invocado quando o mesmo deixar o campo. Já o segundo efeito, é ativado quando o monstro é usado como matéria para uma Invocação-Ritual, e dá ao monstro Invocado novos efeitos, que variam entre destruir e/ou banir cartas no campo. 



    O que acontece, como quase qualquer Deck de Ritual, é a sua lentidão. A Konami até tentou, mas falhou nesse tópico. É muito difícil colocar mais que 1 ou 2 monstros em campo jogando com o Deck, sem nenhuma engine adicional. E, assim como os outros Decks que são dependentes do Cemitério, o Deck Vendread possui fragilidade contra cartas que possam interromper esse recurso. E o próprio Deck possui erros dentro das cartas do Arquétipo. Um exemplo disso, é a carta Pesadelo Vendorror. A sua proposta é interessante, mas sua execução é péssima. Ao ativar seu primeiro efeito, o jogador pode Tributar monstros "Vendread" na mão e aumentar o Nível de um Vendread em campo pelo número de monstros Tributados, o que resulta em uma grande perda de recursos, já que os monstros na mão também poderiam ser utilizados como matéria, e seriam muito mais úteis se usados dessa forma, trazendo um monstro para o campo, e indo para o Cemitério da mesma forma. No final das contas, a carta não tem utilidade, e o Deck perdeu o pouco foco que já tinha.



    5 - Magical Musket





     



    Não se espera nada mais nada menos de pistoleiros armados até os dentes e prontos para matar, exceto que eles sejam extremamente poderosos. E sim, eles são. Mas ainda assim, entram para a nossa lista da decepção. Ser forte infelizmente não é tudo que é preciso para fazer parte do cenário competitivo do jogo, infelizmente. Magical Musket é um Arquétipo relativamente novo, pois chegou ao jogo na coleção Spirit Warriors, em Novembro de 2017. De lá pra cá, até participaram de um ou outro torneio, e depois sumiram. O Arquétipo gira em torno de usar seus monstros como gatilhos para a ativação de suas Spells/Traps, sendo capaz de antecipar praticamente todos os movimentos do oponente, já que as mesmas podem ser ativadas em ambos os turnos. E é exatamente assim que as coisas devem ser, já que quando uma Spell/Trap é ativada na mesma coluna que um monstro "Magical Musket", também serve como gatilho para a ativação dos efeitos desses monstros, gerando vantagem de mão e campo. E foi por conta dessa mecânica extremamente rápida e versátil que o Deck foi rapidamente postulado a um forte candidato para participar do cenário competitivo do jogo. Porém, essas pretensões foram logo ofuscadas por decepções.



    Apesar de ser consistente e extremamente versátil, essa também é a maior fraqueza do Deck, já que suas Spells/Traps só podem ser ativadas caso haja um "Magical Musket" em campo, limitando assim a sua utilidade. Além disso, o Deck não possui nenhum auxílio para Invocações-Especiais fora do próprio Arquétipo e não se dá bem com engines, que facilitem sua jogabilidade, e por conta disso, é difícil criar presença de campo, então qualquer carta que negue Invocações como Golpe Solene, Aviso Solene, Corneta Celestial ou Forced Back são extremamente problemáticas para o Deck, além do mesmo ser extremamente sucetível a Hand Traps, elemento bem constante no metagame.



    4 - Elementsaber





    Não há muito o que falar, só sentir. Elementsaber foi minha maior decepção pessoal. O Deck prometia muito, e não conseguiu nem mesmo ser bom. Realmente, enganou muita gente na época em que foi lançado, lembro de ter feito um post sobre isso em um outro blog onde trabalhava, ligeiramente apaixonado, esperando receber flores, e tomando uma surra de espinhos no meio da fuça. O Deck Elementsaber consiste em enviar uns aos outros para o Cemitério, e mudar os seus Atributos lá, para que seja possível cumprir as condições de Invocação para os monstros Elemental Lord, que já haviam sido lançados a um bom tempo. Sabrelemento Malo e Palácio do Senhor Elemental enviam rapidamente os monstros para o Cemitério, enquanto Sabrelemento Makani e Sabrelemento Nalu adicionam os Elemental Lords para à mão. Sabrelemento Lapauila Mana dá efeitos para monstros Elemental Lord, dependendo de quais Atributos foram enviados para o Cemitério, e Sabrelemento Aina pode trazer de volta um Elemental Lord para o campo. Mas, porque deu errado?



    Primeiro, o Deck não possui nenhuma forma alternativa de Invocação. Normalmente, o jogador Invoca por Invocação-Normal, ativa um efeito e termina o turno. Além disso, não possuem quase nenhuma resposta contra os Decks do oponente, e cartas como Duelo Gozen trucidavam qualquer coisa que o Deck fizesse, deixando-o mais limitado do que ele já é. A verdade é que a mecânica do Deck não funciona da forma que deveria e sua lentidão é impressionante para um Deck recente.



    3 - Yang Zing





    Tá, eu sei o que você deve estar pensando. De fato, Yang Zing foi um Tier 2 com a chegada dos Zefras, e era comumente usado com os Metalfoes, formando um ótimo Deck. Porém, estamos falando sobre Decks que foram hypados após o lançamento, e não renderam de imediato, o esperado. E por isso, Yang Zing entra nessa seleta lista. Lançados originalmente em 2014, na coleção Duelist Alliance, os Yang Zing prometiam ser o Deck sensação do momento, juntamente com os Tellarknight e Shaddoll, tanto que, era o que tinha a maior raridade dentre os Decks, numa época onde as foils não eram garantidas em cada pacote. De fato, o Deck era muito forte, mas possuia um fator que dificultava seu sucesso, e isso será explicado logo mais a frente. Bom, a mecânica do Deck era simples: encher o campo, utilizando os efeitos dos seus monstros, que ao serem destruídos, sempre traziam outro do Deck, além de fazer Invocações-Sincro durante o turno do oponente. O Deck consegue variar entre a ofensiva e a defensiva de forma muito rápida, e dá efeitos para os Monstros Sincros Invocados usando-os como matéria. Criando a estratégia quase perfeita contra qualquer Deck da época



    Porém, nem tudo são flores. O Deck é do Tipo Wyrm, e se até os dias de hoje não há suportes o suficiente para o Deck, imagina naquela época, na coleção inaugural? E por isso, o Deck não conseguia se desenvolver tão bem, já que a falta de suportes indiretos para o Deck afetava e muito a sua consistência. Se formos entrar em comparação, os Tellarknight tinham a carta Reforço do Exército (na época, liberada a 3), e os Shaddols possuiam cartas como Fascinação das Trevas, Cavaleiro do Armagedom e Enterro Tolo, que poderiam ser usadas para optimizar suas estratégias, enquanto Yang Zing não tinha. E assim como o já citado Elementsaber, os Yang Zings também possuem Atributos diferentes, e sofrem com cartas como Duelo Gozen ativas em campo. É o típico caso de Deck bom, que nasceu no momento errado do jogo, mas que, teria uma oportunidade posteriormente, e mostraria a sua força.



    2 - World Chalice





    O primeiro Deck Link da Era Link causou Hype em todo mundo. De fato, o Arquétipo "World Chalice" se mostrou fascinante desde o lançamento, bem distante de toda a sua lore que seria contada ao longo das coleções. E o Deck até chegou a participar de alguns torneios, porém acabou esquecido poucos dias após o lançamento. Por ser o primeiro Deck propriamente focado na Invocação-Link do jogo, o Arquétipo se propôs a ensinar do básico ao avançado ao jogador. Por esse motivo, as principais jogadas do Deck variavam em criar zonas para novas Invocações, de forma básica, ou até mesmo criar um campo co-linkado e até mesmo Extra Linkado, tomando posse de ambas as zonas do jogo, se utilizando de combos que extendiam as jogadas até onde fosse possível, enchendo a mão, campo e/ou Cemitério do seu usuário. O Deck também tornava importante a escolha de onde posicionar suas cartas em campo.



    Porém, o Deck possuia alguns defeitos. O primeiro deles, é sua principal vantagem, os combos extensores. Para criar o campo ideial, o jogador se utilizava de praticamente todas as cartas disponíveis do Extra Deck e/ou do Main Deck, e o campo não era imune a efeitos como Kaijus e/ou Golem de Lava, por exemplo. Além disso, se o combo fosse interrompido no momento certo (mais ou menos, na metade), o seu usuário não tinha maneiras de retornar ao jogo, já que seus recursos estavam fora de alcance, tornando o Deck extremamente sucetível a interrupções e handtraps. Por fim, um problema que não era do Deck em si, mas de quem o utilizava. O Deck "World Chalice" requer muita habilidade de quem está jogando, já que um combo feito no momento errado era o suficiente para acabar com o duelo sem nem mesmo depender do oponente. Um Deck bom, mas que acabou decepcionando também.



    1 - Amorphage





    Até hoje ninguém consegue acreditar no quão ruim esse Deck é, e no quão poderoso ele prometia ser. É impressionante, é unânimidade. Amorphage é a grande decepção da história de Yu-Gi-Oh. Ninguém sabe o motivo (se duvidar, nem a Konami), mas o Deck não rendeu absolutamente nada após seu lançamento. Vamos aos fatos: o Deck foi lançado no ano de 2016, quando PePe estava dentro do formato, com suas inúmeras Invocações. E foi exatamente por isso que se esperou tanto desse Deck, já que sua proposta de jogo é privar todas as ações do oponente, desde proibir Chain Links, e até mesmo privar Invocações-Especiais, e ativações de Magias & Armadilhas. Somente quem usasse cartas "Amorphage" estaria salvo dos efeitos, e esse seria o counter perfeito, entretanto, não foi.



    O Deck falhava em todos os sentidos, possuindo monstros de Escala de Pêndulo entre 3 e 5, mas com muitos monstros de Nível 2, 6 ou 8. Ou seja, dentro do Arquétipo, era praticamente IMPOSSÍVEL fazer Invocações-Pêndulo, e como o Deck é anti-social, e só funciona sozinho, não havia nada que pudesse ajudar de forma consistente, e os monstros de Nível alto precisavam ser Invocados por Invocação-Tributo, necessitando de pelo menos 2 turnos para realizar tal façanha. Por esse fato, cartas como Máscara da Restrição eram extremamente letais contra o Deck. Os seus monstros também eram relativamente fracos, possuindo 0 de ATK e/ou DEF. De fato, eles poderiam até restringir jogadas do oponente, mas eram facilmente destruídos em batalha e não possuiam proteção individual. Para se ter ideia, uma carta simples como Rosca Des poderia dizimar um campo inteiro, destruindo monstros com 0 de ATK e/ou DEF original. E se Doom Donuts era suficiente para destruir o Deck, preciso mesmo dizer o que PePe faria com ele? Melhor evitar, na MYP não podemos incetivar o estupro. Brincadeiras a parte, o Deck realmente é injogável, não possui suportes e tampouco reprints. Melhor esquecer que ele existe, apesar de todo o hype que sofrera no seu anúncio.



    Conclusão





    Não importa qual Deck tenha sido, todos tem um padrão. Normalmente, os Decks hypados são sempre inovadores e possuem uma mecânica totalmente nova, e por esse motivo, parecem ser fortes. Alguns casos se confirmam, como os Zoodiacs ou Nekroz, porém em sua grande maioria, Decks diferentes acabam sendo um poço de decepções, seja por falta de suportes ou de cartas que optimizem suas jogadas, seja por sua boa mecânica funcionar de uma forma lenta, ou seja simplesmente por estarmos cansados de algo, e pensarmos no novo. Não há nada de errado em imaginar, e é isso que transforma o jogo. Apesar de tudo, cada um joga com o que lhe agrada, e temos uma grande diversidade. Muitos dos Decks aqui citados, ainda são as preferências de muitos, e não podemos julgá-los. De fato, parece que vai ser algo bom, e as vezes, não é. Na vida, tudo funciona de forma equivalente, e temos de aprender a lhe dar com as decepções. Esperamos que tenham gostado do post tanto o quanto gostamos de fazê-lo. Não se esqueça de conferir as novidades aqui da MYPCards por um precinho camarada, e também pedimos que visitem o nosso canal no YouTube, e se inscrevam :)



    Até a próxima pessoal, fiquem bem!



    Att, Cyberse Team BR


  • @Ignister.com

    @Ignister.com

    por CyberseTeamBR em 28/09/2019 - 134 Visualizações, 0 Comentários.

    Fala meus consagrados! Como vão vocês? 



    Daqui a alguns dias, no dia 12 de Outubro, será lançada no Japão e regiões próximas, a coleção Ignition Assault. Tá, nós sabemos que normalmente falamos de coleções do TCG por aqui, mas dessa vez será diferente, já que com essa coleção, grandes novidades estão para chegar, e estamos tão ansiosos quanto vocês para fazer uma rápida análise. @Ignister, um Deck de nome diferente e com artworks relativamente simples é o tipo de Deck que promete chegar com tudo, e fazer parte do cenário competitivo. Inclusive, lançamos um vídeo no nosso canal sobre isso, e ele estará disponível no final desse post. Por aqui, disponibilizaremos a nossa Decklist, e falaremos dos combos e peças chaves, mas antes, porque não falar um pouco mais do Deck em si?



    Ai, ai, ai ai!





    Usado por Ai no Anime Yu-Gi-Oh! VRAINS, @Ignister é um Deck baseado nos seis Atributos do jogo, e são representações dos Ignis que apareceram ao longo da série. Sem dar spoilers do anime, eles possuem um contexto emocional muito grande na série, e passa todos os "sentimentos" de diversos personagens. Possuem nomes, que são onomatopeias japonesas e que também são referências a outros Decks Cyberse como Salamangreat ou Marincess, por exemplo. Sua jogabilidade é simples e depende muito da Magia de Campo Ignister AiLand. Além disso, possuem monstros que sempre que Invocados, terão algum efeito para serem ativados, buscando recursos, enviando cartas ao Cemitério e até mesmo reciclando Magias/Armadilhas. O Deck também é chamado de "D/D/D da nova era", pela sua incrível capacidade de navegar por múltiplas Invocações, que variam entre Ritual, Fusão, Sincro, Xyz e Link com extrema facilidade. Já está familiriaziado com o Deck? Então é hora de vê-lo em ação!



    Decklist + Combos





    Ai está! O conteúdo mais pedido dos últimos tempos do nosso canal. Aliás, se você chegou aqui através do nosso post no Facebook ou pelo nosso vídeo de divulgação do Deck, não deixe de usar a Hashtag TeamCyberse nos comentários do blog, e deixar sua opinião. Agora, vamos ao que interessa. A Decklist procura ser a mais simples possível, e se aproveita do Senhor Balanceamento e Joaninha Debug para dar um pouco mais de versatilidade consistência ao Deck. No entanto, a mecânica @Ignister é a mais pura possível para o Deck. 





    O Deck é sem dúvidas, de outro mundo, mas nada seria possível sem a Magia de Campo Ignister AiLand. A melhor carta já criada na história desse jogo tem um efeito que nos permite Invocar por Invocação-Especial 1 monstro "@Ignister" de Nível 4 ou menor, caso não houverem monstros em nossa Main Monster Zone. Tá? Mais em quê isso ajuda. O primeiro detalhe que vale a pena chamar atenção é que, esse efeito não é uma vez por turno. Uma vez que Invoquemos nossos principais monstros, como o Achichi @Ignister, que nos permite adicionar outro "@Ignister" do nosso Deck à nossa mão quando Invocado, podemos utilizá-lo como matéria para fazer a Invocação-Link do Linguriboh, liberando espaço em nossa Main Monster Zone novamente.



    Como já Invocamos o Achichi, não poderemos mais Invocar nenhum outro monstro desse Atributo pelo efeito da Magia de Campo, e também, só poderemos Invocar Cyberses até o final do turno. Isso não será problema. Com a Main Monster Zone liberada, podemos Invocar o Pikari @Ignister (que deve ser o principal monstro a ser buscado pelo Achichi), e ativar seu efeito, que nos permite adicionar 1 Spell/Trap "Ai" do nosso Deck à nossa mão. O alvo, de preferência será a Aidle Reborn, que reviverá um monstro do nosso Cemitério. Utilizaremos os três monstros (contando com o Achichi revivido) como matéria para Invocarmos o Dark Templar @Ignister, na Extra Monster Zone. Mais uma vez, com a Main Monster Zone liberada, mas vetados de Invocarmos monstros de FOGO e LUZ, é a hora de Invocar o Bururu @Ignister, nosso monstro Tuner. Ao ser Invocado, ele desencadeará uma corrente. O Dark Templar ativará como Elo 1, e o Bururu, como Elo 2, resolvendo seu efeito, enviando o Doyon @Ignister ao Cemitério. Com isso, pelo efeito do Dark Templar, poderemos Invocar quantos monstros @Ignister forem possíveis do nosso Cemitério para as zonas restantes que ele apontar. Traremos os dois monstros de Nível 4, e com isso, já estaremos assegurados de ter ao menos 1 Sincro, 1 Xyz e 1 Link em campo, pois ao utilizarmos o Bururu com outro monstro, ele revive o outro monstro que foi utilizado como matéria, deixando 2 monstros de Nível 4 em campo para que seja possível fazer a Invocação do Light Dragon @Ignister ou do Firewall eXceed Dragon.



    Fuuuuusão!





    Assim como o Deck Salamangreat, o Deck "@Ignister" também possui uma Magia de Fusão que pode se utilizar de monstros do oponente como matéria. Estamos falando da AiLove Fusion, que nos permite Invocar 1 monstro Cyberse de Fusão (note que isso é genérico), utilizando monstros da nossa mão ou campo como matéria. Mas, se utilizarmos algum monstro "@Ignister", também poderemos utilizar um Monstro Link do oponente como matéria. Com isso, conseguimos trazer o Earth Golem @Ignister para o campo, completando o nosso poderoso campo de quatro métodos de Invocação. Uma vez estabelecido, poderemos utilizar os monstros restantes em nossa mão e um Link do oponente como matéria para Invocá-lo. Depois de tudo isso feito, podemos utilizar os efeitos do Wind Pegasus @Ignister e Light Dragon, embaralhando e destruíndo cartas no campo até o número de monstros "@Ignister" que controlamos (4). Depois de limpar um incrível número de OITO cartas do oponente, é hora de atacar e vencer o jogo.



    Conclusão



    Normalmente, preferimos não tirar conclusões precipitadas, porém, com propriedade podemos afirmar que "@Ignister" é um Deck extremamente forte, e que tem tudo para ser um Metagame. Provalvemente, não será tão forte quanto Salamangreat, pois não possui tantas opções quando interrompido, mas ainda assim, consegue continuar jogando, nem que seja para atrasar o oponente. Nossa build foi feita, focada em começar como segundo, por isso no Side Deck, recomendamos o uso de cartas como Nibiru e Lava Golem. Porém, caso começemos primeiro, utilizaremos, em vez do Sincro e Xyz @Ignister, o Dragão Quântico Ciberso e o Dragão eXcede Firewall, que são opções excelentes!



    Enfim, esperamos que tenham gostado do vídeo (que foi lançado essa semana), e ainda mais desse post. Dêem um feedback legal, opinem sobre o que acham do Deck, e claro, quando lançado, vocês já sabem onde encontrá-lo né? Aqui na MYPCards!



    Att, Cyberse Team BR!



    https://www.youtube.com/watch?v=wxsUqr0anR0&t=97s

     



     


  • TOP 10: Cyberses

    TOP 10: Cyberses

    por CyberseTeamBR em 15/09/2019 - 211 Visualizações, 0 Comentários.

    E ai mypzeiros, tudo beleza? Se você acompanha nosso canal no Youtube já deve saber que estamos em contagem regressiva para o fim de mais uma "nova era". O anime Yu-Gi-Oh! VRAINS teve seu fim confirmado para o dia 26 de Setembro, e fechará o arco com um total 120 episódios. Apesar de todos os seus "defeitos de fábrica", e de problemas estruturais que sofreu ao longo do tempo, a série também nos trouxe aspectos positivos, apesar de haver controvérsias. Foi graças a essa "nova era" que surgiram os Monstros Link e as mecânicas que hoje conheçemos e que se fazem tão presentes no cenário competitivo. Também foi graças ao novo anime, que surgiram os tão famosos (e base do nosso conteúdo), monstros Cyberse, que já entraram para a história, sendo os campeões mundiais de 2019!



    E foi aproveitando um pouco dessa junção de fatores, que resolvemos montar a nossa própria lista dos melhores monstros Cyberse do jogo, sejam baseados em experimentos pessoais, em estátistica ou em qualquer outro fator externo. É nossa maneira de "agradecer" aos nossos leitores, seguidores e também ao próprio VRAINS, que caso não houvesse existido, provavelmente nós também não existiriamos. Lembrando que, qualquer uma dessas cartas que você encontrar aqui, também estarão disponíveis (ou chegarão em breve) aqui na plataforma, e você poderá comprá-la por um preço justo! Sem mais delongas, vamos começar.



    10 - Avida, Rebuilder of Worlds





    Tenho certeza que você está tão surpreso como eu. Uma carta tão pouco falada, mas que ganhou o direito de entrar na nossa seleta lista (e olha que somos especialistas no assunto). Avida, a Reconstrutora de Mundos é uma ótima carta, seja pela sua estética (com uma Artwork excepcional), ou pelo seu incrível e poderoso efeito. Quando Invocada por Invocação-Especial, essa carta embaralha de volta a ambos os Decks todas as outras cartas que estejam no campo, no Cemitério e/ou banidos. Além disso, a Invocação-Especial dessa carta não pode ser negada, e ninguém pode ativar efeitos em resposta a ativação deste efeito. Bom, sua condição de Invocação requer que hajam ao menos 8 Monstros Link com nomes diferentes no campo e/ou nos Cemitérios. Por essa "dificuldade específica", ocupa apenas a nossa 10° posição.



    9 - Balancer Lord





    Apesar de ser uma carta relativamente nova, tendo sido lançada em 2017, já podemos considerá-la uma carta clássica (ao menos dentro do Deck Cyberse). Senhor Balanceamento é um monstro muito útil em versões puras do Deck, e que auxilia muito na presença de campo que o Deck tenta construir. Uma vez por turno, ao pagar 1000 LP; você pode fazer uma Invocação-Normal adicional de um monstro Cyberse. São muitas possibilidades de combo, de efeitos e de Invocações que podem ser desencadeadas por essa Invocação adicional. Além disso, ao ser banido (com cartas como Sarcófago Dourado ou Cinet Backdoor) esse monstro nos permite Invocar um Cyberse de Nível 4 ou menor da nossa mão. Pela sua versatilidade e capacidade de gerar vantagem, ele fica com a 9° posição do ranking.



    8 - Cyberse Magician





    O primeiro Monstro Ritual Cyberse a ter sido lançado, juntamente com o Paladino do Dragão da Tempestade. Só por esse simples fato, essa carta já está na história. Porém, o seu efeito também é extremamente relevante em alguns momentos. Pode ser Invocado pela Spell Cinet Ritual (que vai ser buscada pela Bruxa Ciberso). Uma vez em campo, esse mostro estabelece que qualquer dano que você sofrer, será cortado pela metade. Além disso, enquanto você controlar um Monstro Link (sim, genérico), seu oponente não pode atacar seus monstros e nem escolhê-los como alvos de efeito, exceto o nosso "Mago Azul", e quando ele batalha contra um Monstro Link, ainda ganha 1000 de ATK (ficando com um ATK de 3500). Quando enfim essa carta for destruída por um efeito, você ainda pode adicionar 1 monstro Cyberse do Deck à sua mão.



    7 - Dotscaper





    Aqui entra uma questão interessante. Dotscaper é um monstro que sozinho talvez possa parecer somente um monstro qualquer, sem nada de muito atrativo, mas em conjunto com outras cartas (sejam do Tipo Cyberse ou não), ele se torna essencial para começar a montagem de campos extremamente fortes. Usado em techs em alguns Decks do jogo (e que já participaram ativamente do Meta), o nosso querido "cachorro de lego" serve principalmente como Matéria Link reutilizável. Ao ser enviado para o Cemitério (Enterro Tolo, Raciocínio, entre outras), ele pode ser Invocado por Invocação-Especial, e depois ser usado como matéria. Além disso, ao ser banido, ele também pode se Invocar por Invocação-Especial e servir do mesmo propósito. Cada efeito só pode ser usado uma vez por Duelo, e cada um, em um turno diferente, mas já é o suficiente para tornar essa carta consistente o suficiente.



    6 - Flame Bufferlo





    Provavelmente os japoneses ainda não estavam pensando no qual forte Salamangreat seria quando lançaram essa carta. Na verdade, ainda nem existiam Salamangreats, porém, o Bufferlo de Chamas caiu como uma luva no Deck, principalmente depois que a Joaninha Debug foi limitada. Ele é um monstro de FOGO e de Nível 3, e só por esse motivo, já possui sinergia o suficiente. Mas como se não bastasse, ele também tem um efeito que trigga com primor o efeito de outros monstros "Salamangreat". Simplesmente por deixar o campo de jogo, essa carta permite que você compre 2 cartas, ao custo de descartar um Cyberse. Com isso podemos descartar o Salamagrande Espiraloso, o Salamagrande Jack Jaguar, entre outros, e ainda ativar o efeito do Salamagrande Gazela em nossa mão, Invocando-o e enviando recursos ao Cemitério. Na versão Cyberse Puro, ele também tem utilidade, podendo descartar o Dotscaper por exemplo. E como fazemos isso tão facilmente? É só usá-lo como Matéria Link para Invocar monstros como Salamagrande Lincegueira ou Link Discípulo/Link Devoto.



    5 - Lady Debug





    A melhor carta de Main Deck para os Cyberses. Joaninha Debug é tão boa que conseguiu a proeza de ser limitada, o que gerou muita dor nos corações de quem joga principalmente com a versão pura do Deck. De fato, essa carta era usada sim no Salamangreat também, mas se provou altamente substituível. O que ela faz? Ao ser Invocada por Invocação-Normal ou Especial, você pode adicionar 1 Cyberse de Nível 3 ou menos do Deck à sua mão. Era comumente usada para adicionar o Salamagrande Gazela e outra peripécias para a mão, mas também é extremamente útil para trazer monstros como Secretária Cópia, Conversor Ciberso, Link Infra-Planador e muitas outras cartas que auxiliam na Invocação-Especial do Deck. Apesar de limitada, ainda é uma carta altamente usável, e por isso fica no 5° lugar da nossa lista.



    4 - Cyberse Quantum Dragon





    Um monstro histórico para o canal. Foi com ele que fizemos o nosso primeiro post, antes de migrarmos para a plataforma da MYP Cards. O Dragão Quântico Ciberso sem dúvidas tem um espaço em nosso corações. Ele também entrou para a história do jogo, por ser o primeiro Cyberse Sincro a ser lançado, e com um efeito muito relevante para os padrões atuais. Ele é genérico, e só precisa de 1 Regulador e outro não-Regulador (até mesmo eu uso ele no meu Deck Salamangreat). Além disso, a exemplo do Mago Ciberso já aqui citado, ele também protege outros monstros de serem alvos de ataque ou efeitos. E inclusive, se os dois estiverem juntos no campo, o oponente não pode atacar ou escolher nada como alvo de efeitos no campo. O segundo efeito dessa carta é que dá o seu toque especial, ao batalhar com um monstro, você pode retornar aquele monstro para à mão (sem dar alvo), e depois essa carta ainda poderá atacar novamente. Caso hajam duas cópias dela em campo, você pode retornar 2 monstros e atacar até 4 vezes! Uau.



    3 - Salamangreat Miragestallio





    Confesso que ficamos em dúvida sobre qual monstro colocar aqui. Sabíamos que seria um Salamangreat (pela sua grande relevância), mas não sabíamos qual. O Salamagrande Lobo da Luz do Sol é uma grande opção, visto que pode reciclar recursos do Cemitério e libera zonas para Invocação. O Salamagrande Leardor (e o Leardar rsrs) também é extremamente importante, pois pode limpar a Zona de Magias & Armadilhas do oponente, além de diminuir o ATK dos monstros dele. Porém, a carta que nos permite chegar nisso de forma mais fácil é o Salamagrande Migaranhão, que pode desassociar uma matéria para Invocar por Invocação-Especial 1 "Salamangreat" do Deck. Com isso, o próprio pode ser usado como matéria para Invocação-Link, e pode retornar 1 monstro no campo para à mão, além de abrir espaço para que o Jack Jaguar seja Invocado na zona do Lobo e desencadeie seus efeitos. Top 3 pra ele!



    2 - Mekk-Knight Crusadia Avramax





    Poucos se lembram, mas esse monstro também é Cyberse. Apesar de fazer parte de um Arquétipo específico do jogo, ele é extremamente genérico, e recebe a medalha de prata. Para ser Invocado, precisa de 2 ou mais monstros Invocados por Invocação-Especial do Deck Adicional como matéria (o que não é tão difícil na velocidade do jogo, principalmente de forma competitiva). Assim como outros monstros aqui já citados, ele possui efeitos de proteção, mas dessa vez, individual. Ele não pode ser alvo de efeitos, e todos os ataques devem ser direcionados a ele, porém durante a Fase de Batalha, ao batalhar com um monstro Invocado por Invocação-Especial, ele ganha ATK igual ao ATK desse monstro durante o cálculo de dano (virtualmente invencível). Esse efeito pode ser ativado uma vez por cada batalha diferente, deixando esse monstro praticamente indestrutível. Além disso, se essa carta Invocada por Invocação-Link deixar o campo por uma carta do oponente (Kaiju incluses), você pode embaralhar 1 carta no campo de volta ao Deck (sem dar alvo). É boa ou num é?



    1 - Firewall Dragon





    É... não tem jeito, o lendário Dragão Firewall venceu de novo. Apesar de sumido, tendo em vista que está banido, o que ele fez durante seus curtos anos de vida vai ficar marcado. Uma carta que entrava em quase todo Deck (e por ironia do destino, o Cyberse Puro era o único em que ele não funcionava), e que era a base para OTK's, FTK's, Combos e Lockdowns. Participou ativamente do Metagame de todo jeito que você imaginar. Os Goukis, por exemplo, era um dos Decks que mais tirava proveito do seu efeito. Quando um monstro que ele apontava fosse destruído por batalha OU fosse enviado ao Cemitério, você podia Invocar um monstro por Invocação-Especial da sua mão. O problema é que esse efeito não é uma vez por turno, e por isso era usado e abusado. Além disso, ele poderia, uma vez enquanto com a face para cima, retornar monstros do campo ou no Cemitério até o número de monstros co-linkados ao Firewall para à mão. Enfim, de tudo um pouco, de uma carta que vai ficar para a história!



    Não deixem de nos visitar no nosso canal do YouTube!



     



    Até a próxima! Storm Access!!



     


  • Yu-Gi-Oh! Amazônia #1: Sylvan

    Yu-Gi-Oh! Amazônia #1: Sylvan

    por CyberseTeamBR em 29/08/2019 - 174 Visualizações, 1 Comentários.

    "Sylvan", ou também conhecido como "Silvestre" em tradução para o Português é um Arquétipo de monstros Planta, lançados durante a era Yu-Gi-Oh! ZEXAL, na coleção Legacy of the Valiant. Cada monstro do Arquétipo, como o nome sugere,  é baseado em várias espécies de Árvores e Plantas. O nome do Arquétipo em Japonês (Shinra), é uma abreviação da palavra "Shinrabansho", que é uma tradução literal para "coisas da natureza". Isso também é um trocadilho com a palavra "Kamibansho", que significa "Deus da Natureza". Já o termo em inglês, "Sylvan", se refere a uma associação de florestas, principalmente aquelas onde encontramos diferentes espécies de madeira, sendo específicas para florestas como a California National Park, a Mata Atlântica ou a Floresta Amazônica.





    - Diversidade? Nem Tanto! -



    Apesar de ser um Arquétipo diverso em espécies, quase todos os monstros "Sylvan" possuem efeitos em comum, de escavar cartas do topo do Deck e enviar monstros Planta para o Cemitério. Por outro lado, os próprios monstros do Arquétipo possuem efeitos que são ativados quando os mesmos são escavados por um efeito. Ou seja, seu estilo de jogo consiste em escavar outras cartas do Arquétipo do Deck e enviá-las ao Cemitério, para ativar os seus efeitos, desde a destruição de cartas, e até mesmo de ressucitar monstros. Seus efeitos também permitem que, se as cartas escavadas não forem monstros Plantas, sejam colocados no fundo do Deck, para evitar Dead Draws e potencializar o poder do Deck, porém, esse efeito também pode enviar cartas boas para o fundo do Deck, e por esse motivo, é recomendável usar efeitos que reordenam as cartas no topo do Deck. Para isso, o Deck conta com cartas como Guardialho Silvestre, que é baseado no Carvalho, uma árvore milenar encontrada na Ásia e na América, inclusive no Brasil, em nossa flora, com extrema importância para geólogos e cientistas, pois ela aparece em locais com maior incidências de tempestade, sendo essencial para os estudos da natureza. Ele é um monstro que, ao ser enviado ao Cemitério, coloca 1 monstro Planta do Cemitério no topo do Deck, já prevendo qual carta será comprada e/ou escavada. 





    Mas talvez o melhor monstro para cumprir com essa função seja a Arvoremita Silvestre. Inspirada na espécie Delonix regia (popurlamente conhecida como Flamboyant), que é originária de Madagascar, e que depois foi trazida para outros continentes como a América (Brasil, Venezuela, Colômbia, México e Peru, na Floresta Amazônica), essa espécie é muito utilizada para ornamentar ruas e parques, mas também possui características medicinais, já que liberam até 10x mais oxigênio para a atmosfera. Por causa dessa inspiração, a Arvoremita Silvestre é a que traz mais "vida" para o Arquétipo, já que, quando escavada, pode colocar as 3 cartas do topo do Deck em qualquer ordem, sendo uma mão na luva para as jogadas seguintes.



    - Habitat Natural -



    Além dos diversos monstros que o Arquétipo tem, ele também conta com Cards de Magia & Armadilha de extrema importância. A principal delas é Monte Silvestrea (que é uma representação do estado da Pensilvânia, EUA), que pode enviar monstros Planta da mão ao Cemitério, para depois escolhermos 1 carta "Sylvan" e colocarmos no topo do Deck. Além disso, durante a End Phase do oponente, podemos escavar a carta do topo do Deck (que já foi previamente colocada), e ativar o seu efeito. Outra carta muito poderosa nesse quesito é a Caridade Silvestre, que nos permite comprar 3 cards, e depois colocar 2 cards da mão no topo do Deck, incluindo um card "Sylvan", para que seja possível prever e prosseguir com nossos efeitos.



    Por esse motivo, o Deck também conta com a ilustre presença do Sabiquoia Silvestre, um dos, senão o melhor monstro de Main Deck. Inspirado na Sequoia-gigante, a maior árvore do mundo, chegando a medir entre 85 e 115 metros de altura, é a única espécie do gênero Sequoiadendron ainda existente, e com extremos riscos de extinção. A sequoia mais velha do mundo é datada de 4.650 anos, e se encontra no Parque Nacional da Sequoia, na Califórnia. Começou a ser plantada no Brasil, na Floresta Amazônica, para que se adaptasse ao novo habitát, já que seu lugar de origem vem sendo destruído pela ação humana. Sua casca possui 60cm de espessura, e é utilizada como matéria prima no combate a incêndios, já que possui alta resistência ao fogo. O monstro já citado, possui um efeito que o permite entra facilmente em campo, e ao ser escavado ao Cemitério, nos permite adicionar 1 Spell/Trap "Sylvan" do Cemitério à nossa mão, sendo a principal reclycler do Deck.



    - O seu papel nessa luta -





    O post de hoje, além de nos fornecer o conhecimento técnico sobre um dos inúmeros Arquétipos do nosso jogo, também tem um propósito muito simples. Mostrar, ao longo dos posts dessa série, a importância da fauna, da flora e das inúmeras espécies que habitam a nossa Floresta Amazônica, assim como, em diferentes partes do mundo, e atentar para todos os desastres ambientais que vem sendo acarretados pela ação voluntária do homem. Lute pelo o que é seu, preserve a natureza, seja a favor da vida! Afinal de contas, muito mais do quê um jogo, Yu-Gi-Oh! também nos ensina a sermos cidadões, traz a cultura, e imensa diversidade. A Amazônia é o pulmão do mundo, e cerca de 20% de todo oxigênio existente do planeta provém de lá! Vencer um duelo não se resume só em zerar os pontos de vida do oponente, mas também se resume em lutar contra tudo que é errado.



    Viva a Floresta! 



    Att, Cyberse Team BR!


  • Watt the Hell?

    Watt the Hell?

    por CyberseTeamBR em 15/08/2019 - 207 Visualizações, 0 Comentários.

    "Watt", conhecido como "Elec" no OCG, e também chamado de Watt na tradução oficial é um Arquétipo de monstros Trovão. Foi o primeiro arquétipo com monstros desse tipo a serem lançados após os "Batteryman". Foram introduzidos na coleção The Shining Darkness, com suportes nas coleções Duelist RevolutionStarstrike BlastStorm of Ragnarok Photon Shockwave. A mecânica do Arquétipo consiste em Invocar monstros com baixo poder de ATK que podem atacar o oponente diretamente, e triggar seus efeitos ao causar dano, que variam entre adicionar cartas à mão, banir cartas no campo e impedir o oponente de ativar efeitos. Além disso, possuem monstros Reguladores, que facilitam a Invocação-Sincro do Arquétipo. Ficou curioso para conhecer um pouco mais sobre esse arquétipo extremamente simples e divertido? Então vem fazer um test drive!



     



     - Unidade de Potência -



    Na física, Watt é uma unidade de potência do Sistema Universal de Unidades, também chamada de SI. Recebeu esse nome em homenagem a James Watt, um importante matemático e engenheiro britânico que foi fundamental para a criação do que hoje conhecemos como motor a vapor. Não precisar ser experto no assunto para saber que o nosso Deck de hoje tem inspiração nessa história, com monstros do Tipo Trovão, eletrificados, e com poder de ATK baixo, mas que atacam de forma potente. Bom, pra começar podemos destacar a Wattcobra, que é um dos principais buscadores do próprio Arquétipo. Assim como todos os outros membros de Nível 4 do Arquétipo, pode atacar o oponente diretamente. Após causar dano com seus 1000 de ATK, o seu efeito mandatório ativa, e podemos buscar qualquer monstro "Watt" do Deck à mão, sendo útil em diversas situações e adicionando recursos que serão necessários ao longo do duelo, para controlar as ações.





    Correndo por fora, o Deck também tem outro buscador. O Cavalo-marinho do Trovão é ainda mais universal que o Wattcobra, mas possui a restrição de não nos permitir Invocar por Invocação-Especial no turno em que usarmos o seu efeito. De todo modo, é algo que não nos fará tanta falta. É muito simples, ao descartá-lo, podemos adicionar 2 monstros Trovão de LUZ com o mesmo nome e com 1600 ou menos de ATK do nosso Deck à nossa mão. Isso abre possibilidade para buscarmos QUALQUER monstro "Watt" do Arquétipo, já que todos se encaixam nas características e condições pedidas, porém também podemos buscar o próprio Cavalo-marinho, para que nos próximos dois turnos já tenhamos os buscadores na mão para optimizar ainda mais a velocidade e versatilidade do Deck.





    Agora você deve estar se perguntando o que buscar com tantas cartas que permitem essa possibilidade? A resposta é simples. Os monstros que você quase sempre vai querer na sua mão são o Watt-Faisão e a Watt-Girafa, ambos de Nível 4, e com 1000 e 1200 de ATK, respectivamente. Assim como a Wattcobra, ambos podem atacar diretamente e depois de causarem dano, ativam seus efeitos. O Watt-Faisão, após causar dano, bane um monstro qualquer com a face para cima no campo até a Fase Final. Isso pode ser útil para remover um monstro do oponente do jogo e abrir caminho para outros ataques, além de, por hora, não possibilitar que seus efeitos estejam ativos no campo, e se for um Monstro Xyz, suas matérias serão enviadas ao Cemitério, e o monstro não terá mais como ativar seus efeitos por desassociar matérias. Outra possibilidade é banir o seu próprio monstro, que esteja sendo alvo de algum efeito que o impossibilite de atacar ou ativar efeitos, como por exemplo Corrente Demoníaca ou Impermanência Infinita, já que ao sair do campo e voltar, o alvo não será mais considerado válido. Já a Watt-Girafa, após atacar e causar dano, não permite que o oponente ative efeitos de Monstros, Magias ou Armadilhas pelo restante do turno, te possibilitando uma Main Phase 2 mais segura, e além disso, o restante dos ataques sem nenhuma interrupção.





    - Extra Deck & Proteção -



    Por ser um Deck de controle, podemos utilizar muito bem da carta Fusão Instantânea para Invocar Restrição dos Mil Olhos. Com ele, podemos "roubar" um monstro do oponente e equipá-lo, e por ser de Nível 1, podemos utilizá-lo para Invocar o Linkuriboh, que protegerá nossos monstros de ataques do oponente. Por esse motivo, utilizamos dois de cada no Extra Deck, já que essa é uma opção que usaremos com frequência. Waboku também cai como uma luva no Deck, já que por um turno inteiro protege nossos monstros de destruição por batalha e permite com que não soframos nenhum tipo de dano, ampliando ainda mais o nosso controle sobre o campo e as ações do oponente. Wattcancel funciona como um Aviso Solene para o Deck, e ao custo de descartar um monstro "Watt" (que serão buscados com muita frequência), pode negar Invocações Normais ou Especiais do oponente, e destruir o monstro Invocado. 





    Watthopper é um monstro de Nível 1 que não permite com que o oponente escolha nenhum monstro "Watt" como alvo de ataques, exceto ele, assim como, não pode escolhê-los como alvo de efeitos. Utilizamos duas cópias, e também Um por Um para Invocá-lo com mais facilidade. Vale ressaltar que, se tivermos os dois em campo ao mesmo tempo, não poderemos ser atacados, enquanto atacamos o oponente com nossos outros monstros "Watt". Mensageiro da Paz não permite com que os monstros com 1500 ou mais de ATK no campo possam atacar. Isso vai prejudicar, na maioria das vezes os próprios monstros do oponente, já que podemos vencer sem recorrer ao Deck Adicional por muitas vezes, e possuímos monstros com ATK inferior e que podem atacar de forma direta. 





    - Conclusão -



    Apesar de não ser um Deck muito conhecido nos dias de hoje, os Watts já tiveram seu momento de glória e de popularidade no jogo. Nunca foram bons em um nível competitivo, mas ainda conseguem bater de frente com muitos Decks, visto a jogabilidade que possuem, podendo atrapalhar as ações do oponente. Como se não bastasse só isso, por serem desconhecidos, não existe uma técnica específica de como pará-los sem antes ter conhecimento de como os mesmos funcionam, por isso, muitos duelistas não saberiam o que fazer perante a surpresa que os cercam. Se você procura por diversão, os Watts são uma ótima pedida, e também possuem um preço em conta, que você encontra por aqui na plataforma!



    Se você veio por nosso facebook, pelo Youtube ou por qualquer página que tenhamos compartilhado o post, não esqueçam de deixar nos comentários e nos dar novas sugestões. Quanto maior o feedback, maior será o impacto das nossas postagens a nível nacional, e poderemos trazer ainda mais conteúdos de qualidade!



    Até a próxima!



    Att, Cyberse Team BR


  • O Metagame Pós-Banlist

    O Metagame Pós-Banlist

    por CyberseTeamBR em 25/07/2019 - 303 Visualizações, 1 Comentários.

    Todo ano é a mesma coisa, quem joga Yu-Gi-Oh! já está mais do que acostumado com as inúmeras Banlists lançadas a cada 3 ou 4 meses que comumente, alteram um pouco ou todo o percurso e o rumo do formato inteiro. Não há como fugir, de fato, a Banlist por vezes é necessária para equilibrar um pouco as ações e dar um freio em Decks que possuem uma força acima do comum, e que sobreponham a outros. Porém, na Banlist mais recente, anunciada no dia 15 de Julho, a Konami trucidou, de forma pretensiosa e meramente comercial os principais Decks do formato, e inclusive Decks que nem estavam mais neles, para vender novos produtos, que não prometem mudar tanto o meta com seus lançamentos, visto que boa parte das cartas não são boas o suficiente para isso. No entanto, o formato tende a mudar, senão os Decks, suas principais formas de jogar. Qual será o mais forte? O que será o meta daqui para frente? Sigam-nos, e venham para um test drive!



    1. Salamangreat





    ATENÇÃO: Um minuto de silêncio em homenagem ao Gazelle... que foi assassinado pela Konami! Isso deveria ser um anúncio do jogo do Flamengo, namoral. Bom, a Konami limitou o Salamagrande Gazela e o Círculo Salamagrande, duas cartas que eram praticamente obrigatórias dentro do Deck, e com isso tirou muito da sua consistência. É claro que, o Deck ainda continua jogável, mas de outra forma. Muitas Decklists pós-lista estão focando em usar cópias do Salamagrande Plumático para continuar enchendo o campo, e fazendo suas jogadas de Link, enquanto fazem Rank 4 com mais frequência dentro do Deck. O principal buscador do Gazela se tornou o Salamagrande Raposex, mas é sempre uma questão de sorte. No mais, o Deck ainda consegue Invocar o Salamagrande Migaranhão com facilidade, e faz o que já estava acostumado a fazer. Com certeza, ainda será uma presença constante no Meta, tendo em vista que, outros Decks sofreram tanto quanto, ou ainda mais quê os próprios Salamangreat.



    2. Thunder Dragon





    Outro Deck que foi prejudicado foi o Thunder Dragon, apesar de, não diretamente, ele sofreu com muitas techs indo para o limbo. Para começar, o Wivern do Eclipse foi banido. Uma das principais cartas para se enviar para o Cemitério e banir, e que adicionava o Dragão Branco Wivexplosão e o Dragão Negro Colapserpente que eram facilmente Invocados para o campo, e utilizados para trazer os Guardragon de Extra Deck, enquanto enchiam o campo com negações, utilizando o Abrasador Dragão Vermelho Arquidemônio do Abismo e de quebra ainda podendo Invocar o Colosso Dragão do Trovão, evitando que o oponente pudesse adicionar cartas para à mão. Claro que, não era uma tech pertecente somente aos Thunder Dragon, muito pelo contrário, mas agora ela está muito mais sensível e difícil de fazer, e muitos jogadores que ainda quiserem continuar usando o Deck, terão de usá-lo a moda antiga, um pouco mais puro e compacto.



    3. Sky Striker





    Talvez o único Deck que de fato merecesse ser hitado, pela sua longevidade no jogo. Sky Striker já estava no Metagame a mais de um ano, desde Maio de 2018, e de fato já estava maçante, apesar de que por conta própria já estivesse perdendo força no jogo. A versão pura do Deck sofreu com a limitação da Força Celeste - Módulo Mecha - Multifunção, que era a sua principal carta. Além disso, colhendo os frutos de listas anteriores, que limitaram a Força Celeste - Ás - Kagari e a Força Celeste - Mecha - Drones Zangões, o Deck promete ir aos poucos saindo do cenário competitivo. Porém, Sky Striker sempre foram conhecidos por sua versatilidade e poder de adaptação. O Deck possuia uma outra forma, conhecida como Sky Striker Mystic Mine, que como o nome sugere, se baseava em usar o efeito da Mina Mística, que era facilmente buscada como Transformação Campal e Metaverso, porém, ambas foram limitadas, e agora até isso ficou mais difícil. No entanto, o Deck ganhou o reforço da Julgamento Solene, que tem se feito presente em muitas Decklists pós-lista.



    4. Altergeist



     





    Sem palavras... isso é o que define a limitação do Multifalsificador Altergeist. Um Deck que há muito tempo já não oferecia perigo algum para o Metagame, e que por si só já havia caído no esquecimento acabou sofrendo com a Banlist apenas por puro prazer. Com o downgrade que o jogo recebeu após a lista, Altergeist talvez pudesse ser um risco para os cofres da Konami. Um Deck já lançado a quase 1 ano e que não necessita de tantos suportes novos, poderia acabar indo pro Metagame e não gerando muito lucro com a venda de cartas novas, já que os players que já possuem o Deck, não iriam gastar mais nada para continuar usando. Enfim, a pouca consistência que o Deck alguma vez já teve com o Multifaker foi pro saco, e só nos resta chorar. 



     



    5. Perigo!





    Finalmente uma das engines mais insanas do jogo dos últimos anos teve um pequeno freio. Danger desde o seu lançamento mostrou-se um Arquétipo muito perigoso (e sem trocadilhos). Não sei em quê a Konami estava pensando, mas deu muito errado. Qualquer Deck fica bom com essa coisa, qualquer um... E isso pode parecer bom, mas não é. Os Decks ruins ficam bons, mas o que já são bons ficam hiper consistentes e quase impossíveis de se jogar contra. A semi-limitação do Perigo!? Tsuchinoko?, Perigo!? Lebrílope? e Perigo! Nessie! foram justas. Apesar de existirem outros monstros do Arquétipo que façam quase a mesma coisa, essa trinca sozinha conseguia por ao menos 3 monstros em campo e comprar 3 cartas. Um descartava o outro, que se auto-Invocava e descartava o outro que buscava o outro... enfim, era extremamente complicado se enfrentar um Deck com essa engine exatamente pela sua pluraridade de efeitos. Se um fosse negado, tá... era só ativar o outro. Muitos Decks ainda vão usá-los, e com razão, mas ao menos a tendência é que o perigo diminua nos próximos formatos.



     



    6. Outras Mudanças





    E por fim, a lista também contou com algumas surpresas. O Daigusto Emeral saiu da lista e pode voltar a ser usado em Decks de Rank 4 por aí, com o seu efeito de comprar cartas que sempre será útil. O Temporal, Dragão Soberano das Tempestades também saiu da lista, e pode ser aproveitado em Decks de VENTO ou Dragões por aí. Shurit, o Estrategista de Necroz voltou a dois para fazer a alegria dos Ritual Players, inclusive a minha. Porém, de mais surpreendente tivemos a liberação da Julgamento Solene, que simplesmente pode negar qualquer coisa ao custo da metade dos nossos LP, e que é quase certeza que será utilizada (e muito) nesse novo formato, além da liberação a da Super Polimerização... uma carta um tanto arriscada pro formato atual, sendo ótima opção de side, mas extremamente poderosa em Decks certos. Um ponto a mais para os HERO's, que também receberam o reforço do Stratos, o HERÓI do Elemento sendo semi-limitado.



     



    7. Lançamentos





    Bom, e o meta? Como vai ficar depois disso tudo? Essa pergunta não parece tão difícil de se responder. Ao que tudo indica, mesmo prejudicados pela Banlist, Salamangreat e Thunder Dragon ainda serão os Decks mais fortes, levando em consideração que, apesar das perdas, eles foram os que perderam menos, e acharam facilmente outra forma de jogar. A mecânica Danger provavelmente ainda será bastante usada em ambos os Decks, para maximizar as jogadas de Rank 3 e Link, respectivamente. Porém, com a chegada do Structure Deck: Rokket Revolt para o TCG, no dia 16 de Agosto, o Meta promete dar uma pequena mudada e consolidar um novo formato, com o Deck Dragon Link, que usa os Rokkets como base para usufruir dos efeitos dos monstros Guardragon, e que já é realidade nas terras distantes do OCG. Outro Deck que merece um pouco de atenção é o Marincess Frog, que promete ser um Deck bastante problemático com a chegada da coleção Rising Rampage para o TCG, que está sendo oficialmente lançada hoje (25/07).



    E vocês? O que esperam do novo formato? Não deixem de opinar, isso nos ajuda muito!



    Att, Cyberse Team BR!


  • Heróis Anti-Heroicos

    Heróis Anti-Heroicos

    por CyberseTeamBR em 13/07/2019 - 433 Visualizações, 0 Comentários.

    Salve duelistas!



    No dia 11 de Julho deste ano, popularmente conhecido como Quinta-Feira, foi lançada nos Estados Unidos e Europa a coleção com o nome Battles of Legend: Hero's Revenge, ou em Português, Batalha das Lendas: Vingança do Herói. Esse é mais uma de muitas coleções especiais que são lançadas ao longo dos anos, e que trazem novos Arquétipos, ou suportes para Arquétipos já existentes no jogo. Vale ressaltar que, todas as coleções da série Battles of Legend no TCG, são provenientes dos Collectors Packs, do OCG, que normalmente trazem cartas diretamente do Anime ou do Mangá para o jogo. Além disso, reprints extremamente importantes como Enterro Tolo e Força Celeste - Mobilizar - Engajar! estão presentes nessa coleção. Então, siga-nos e venha fazer um test drive!



    1 - Tech Cards





    Diferente de outras coleções desse ramo, a nova coleção também oferece algumas cartas que não fazem parte de nenhum Arquétipo, e que podem ser usadas em inúmeros Decks, como uma forma de auxiliar na estratégia e na consistência. Sem sombra de dúvidas Ipiria é a melhor dentre essas cartas. Vinda diretamente do Yu-Gi-Oh! Duel Monsters, essa carta tem um efeito simples e prático: quando Invocada, o seu controlador compra 1 carta. Já vimos cartas como Matemático no jogo, e sabemos do potencial que essa carta tem, se usada de uma maneira rápida e consistente.



    Além disso, outra carta interessante e com um efeito diferente do comum é a Moeda de Ouro da Lua. Ao ativá-la, você dará 2 cartas da sua mão para o seu oponente, e depois poderá comprar 2 cartas. É uma carta inteligente, e que pode ser uma faca de dois gumes. Se usada de forma correta, dará cartas que não fazem parte da estratégia para o oponente, e que servirão como peso morto, mas se usada de maneira errada dará uma vantagem ainda maior para o oponente. Mesmo assim, é uma carta que vale a pena ser testada.



    2 - Vision HERO





    Antes da chegada da nova coleção, Vision HERO era apenas um pequeno Arquétipo, com maioria absoluta de Monstros Fusão, e que não tinha uma mecânica de jogo ainda estabelecida. Mas com o lançamento de novas cartas, vindas diretamente do Mangá do Yu-Gi-Oh! GX pro jogo, o Deck ganhou uma nova cara, e se tornou um Deck interessante. Aparentemente, ele não será um Deck que trará grande mudanças ao formato, mas talvez possam ser usados como Engine em outros Decks, como True Draco por exemplo. Isso porque, quase todos os monstros de Main Deck do Arquétipo possuem efeitos que, ao sofrer dano de efeito ou batalha, o seu controlador pode colocá-los do Cemitério, na Zona de Magia & Armadilhas, e tratá-los como Armadilhas Contínuas. Além disso, eles podem ser Invocados das Zonas de Magia & Armadilha ao tributarem outros monstros "HERO".



    Dentre os monstros do Arquétipo, talvez o mais forte seja o Aprimorado, o HERÓI da Visão, que quando Invocado da Zona de Magias & Armadilhas, permite ao seu controlador, Invocar outro monstro "Vision HERO" de Nível 4 ou menor do Deck. Uma ótima escolha para esse efeito pode ser o Gravito, o HERÓI da Visão, que quando Invocado, nos permite adicionar 1 dos nossos monstros "HERO" banidos, reavendo recursos. Além disso, ele pode ser Tributado para Invocar 2 monstros "Vision HERO" da Zona de Magias & Armadilhas, que também poderão ativar seus efeitos. O Faris, o HERÓI da Visão também se mostra uma opção muito viável no Deck. Ele pode ser Invocado por Invocação-Especial ao custo de descartar outro monstro "HERO", o que além de servir para encher o Cemitério de monstros "Vision HERO", também pode ser usado para ativar efeitos como o do Névoa Sombria, o HERÓI do Elemento, que ao ser enviado ao Cemitério, nos permite adicionar outro monstro HERO do Deck à mão. Além disso, quando Invocado, o Faris pode colocar 1 monstro "Vision HERO" diretamente do Deck na Zona de Magias & Armadilhas (de preferência, o Aprimorado), e pelo efeito do Névoa Sombria, você pode adicionar o Gravito. Com isso, ao Invocá-lo, e Tributá-lo, você Invocará o Aprimorado e outro Vision HERO da sua Zona de Magias & Armadilhas, e ainda ativará o efeito do Aprimorado, Invocando outro monstro para o campo.



    3 - Fortune Fairy





    Confesso: quando vi que esse Arquétipo seria lançado ao jogo, eu gritei muito alto. Simplesmente um dos Arquétipos mais aclamados pelo público chegou para o Card Game. Vindo diretamente do Anime Yu-Gi-Oh! 5D's, as Fortune Fairys viraram um Deck de verdade. Vale ressaltar que, no Anime e em todos os jogos da franquia Tag Force onde apareceram, elas eram monstros Normais, e possuiam uma mecânica diferente da que iremos ver. O Deck funciona de uma maneira divertida, e até mesmo surpreendentemente rápida. Todos os monstros do Arquétipo podem ser Invocados por Invocação-Especial quando comprados (até mesmo durante a Draw Phase) ao serem revelados da sua mão, além disso, possuem efeitos variados que são ativados quando são Invocadas por Invocação-Especial diretamente da mão.



    Dentre os principais monstros do Arquétipo temos a Fada Fortuna Hikari, que quando Invocada por Invocação-Especial, nos permite Invocar 1 monstro Mago de Nível 1 do Deck, ao custo de enviar um monstro que controlemos para o Cemitério. Ela pode ser a ignição para vários Decks como Fortune Lady (que receberá suportes na coleção Rising Rampage), além de poder trazer outros monstros que poderão ativar seus efeitos e até mesmo pode trazer um Tuner, para Invocar o Formula Synchron e comprar 1 carta pelo seu efeito (desencadeando assim, outras Invocações). Também temos a Fada Fortuna Swee, um Monstro de Nível 4 que quando Invocada da mão nos permite banir 1 outro monstro no campo, podendo ser ideal para a estratégia do Deck que estejamos usando, ou até mesmo útil para nos livrar de um monstro do oponente. Além disso, também temos a Fada Fortuna Chee, que quando Invocada, permite com que cada jogador compre 1 carta.



    Porém, todos os monstros do Arquétipo possuem 0 de ATK/DEF, sendo muito fracos e incapazes de se manter em campo sozinhas. Por esse motivo, o Deck tem muitas opções viáveis, como ser usadas para fazer Link Spam, ou Invocar Synchros e Xyz. Porém, se você quer testar o Deck na raiz, a carta Pedra Milagrosa pode te ajudar. Enquanto estiver em campo, todos os monstros Mago sob seu controle ganharão 500 de ATK/DEF para cada Fada Fortuna com nome diferente no campo (totalizando um boost de até 2500 de ATK). Além disso, uma vez por turno, quando um ataque for declarado envolvendo um monstro Fada Fortuna, você pode comprar 1 carta (lembrando, elas se Invocam quando compradas). Só dou uma sugestão: Flower Cardian Fortune é o Deck sensação.



    4 - Battlewasp





    Se você é fã de Insetos, e também curte fazer Invocações-Sincros nesse mundo cruel, Battlewasp é a pedida certa. Vindos diretamente do Anime Yu-Gi-Oh! ARC-V, esse Deck promete dar um up nas estratégias não só dentro do próprio Deck, mas também para qualquer Deck Inseto no jogo. Eles funcionam de maneira muito rápida, enchendo o campo com monstros, que ativam seus efeitos, reciclando e usando monstros Inseto como matéria para Sincro. Vespabatalha - Alfinete, o Alvo  é um monstro com um efeito simples, mas muito eficaz. Se você controlar um Monstro Inseto, você pode Invocá-lo da sua mão, e além disso você pode causar 200 de dano para o oponente para cada Alfinete que você controla. Ele é um monstro de Nível 1, e pode ser usado como matéria para o Linkuriboh por exemplo, que cai como uma luva nesse Deck.



    Vespabatalha - Sting, o Veneno também é peça fundamental dentro do Deck. Você não seria capaz de fazer nada sem ele. Quando Invocado, você pode adicionar qualquer outro monstro "Battlewasp" do Deck à mão. Boas opções para esse efeito poderiam ser o já citado Alfinete, ou o Vespabatalha - Arcoduplo, o Atacante, que podem se Invocar da mão de maneira muito fácil. Além disso, o Sting possui um segundo efeito, um Quick Effect que é ativado ao Tributar outro monstro Inseto, e após isso pode negar os efeitos de um Monstro de Efeito do oponente. Lembrando que, ele pode ser mixado com outros Decks, como Inzektor por exemplo, que possui grande vantagem ao ter monstros no Cemitério.



    O Deck também conta com inúmeros Sincros, e inclusive 1 Sincro Regulador. Vespabatalha - Azusa, o Arco Fantasma é a Sincro Reguladora do Deck, e possui um efeito muito bom dentro da própria mecânica. Se o oponente sofrer dano de efeito, pelo efeito de um outro monstro "Battlewasp", você pode causar dano igual ao ATK do monstro que causou dano. Um bom uso desse efeito, é em combinação com o Sincro Vespabatalha - Halberd, a Carga, um monstro com 2500 de ATK que quando batalha, diminui pela metade o ATK do monstro com que está batalhando, e além disso, quando causa dano de batalha ao oponente, pode infligir 200 de dano para cada "Battlewasp" no campo. Fazendo um simples cálculo, o dano não será menor do que 3000, se usado em conjunto com a Azusa. E por falar na Azusa, ela ainda possui um segundo efeito, que quando um monstro é destruído em batalha por um monstro "Battlewasp"  e ela estiver no Cemitério, pode ser Invocada de volta, com 2200 de ATK que ainda poderão ser usados. Sem contar que, eles são monstros que podem ser usados como escada, para Invocar o Vespabatalha - Hama, o Arco Conquistador de Nível 8, e o Vespabatalha - Ballista, o Armagedom de Nível 12.



    5 - Imports





    E por fim, a nova coleção também nos trouxe cartas de outras coleções do OCG. Dentre as muitas cartas novas trazidas desta forma, duas delas merecem um destaque especial. A primeira é o Alta-Velocidaroide Pipagonete, que apesar de ser exclusiva dentro de um Arquétipo tem um efeito avassalador para o jogo. Quando Invocado por Invocação-Sincro, o seu controlador pode ativar 1 entre 2 efeitos. O primeiro efeito permite com que ele destrua TODAS as outras cartas no campo, limpando o campo e enviando seus próprios recursos para o Cemitério, num efeito que se assemelha muito ao efeito do Dragão da Rosa Negra. Já a outra opção de escolha é negar os efeitos de todas as cartas com a face para cima que o oponente controla no momento em que este efeito for ativado, o que deixa seu leque de opções livre de algumas interrupções, sem contar que o efeito permanece mesmo durante o turno do oponente. E por fim, quando destruído por uma carta do oponente (em batalha ou efeito), você ainda pode adicionar 1 "Speedroid" do Deck à mão, ganhando vantagem e recursos novos.



    Mas dentre todas as cartas citadas no post de hoje, nenhuma supera o Salamagrande Almiraj. E ele faz parte da família Cyberse também (um amorzinho). Na realidade, por um bom tempo, talvez nenhuma carta do jogo supere o que ele faz. Mas enfim, o que ele faz? Nada e tudo ao mesmo tempo. Ele possui um Quick Effect que, ao custo de se Tributar, protege 1 monstro que você controla de ser destruído por efeitos durante todo o turno. Por si só, esse já seria um efeito interessante, mas muita gente poderia optar por desprezá-lo, já que outros Decks tem cartas que fazem o mesmo. Seu segundo efeito diz que, quando um monstro Invocado por Invocação-Normal que você controla for destruído por batalha, você pode Invocar essa carta do seu Cemitério. Tá, tudo bem, é um efeito bom, mas e daí?



    O grande "problema" em questão é a condição para que o Link seja feito. Você precisa de 1 monstro Invocado por Invocação-Normal com 1000 ou menos de ATK. Parece até específico demais, mas acredite, não é. Existem muitas cartas no jogo que possuem esse status, e a mais notória delas é o Sangan. Essa carta ficou durante muito tempo banida pela sua incrível capacidade de buscar coisas demais dentro do Deck. Desde que voltou ao jogo, ainda não tinha tido o seu momento de glória, mas agora tem tudo para voltar. Ele é um monstro que tem exatos 1000 de ATK, e você só precisa Invocá-lo, e trazer o Almiraj para o campo. Ao ser enviado para o Cemitério, o Sangan pode buscar qualquer monstro com 1500 ou menos de ATK do Deck à mão. Você quer uma lista? Salamagrande Gazela, Salamagrande Raposax, Crusadia Arboria, Multifalsificador Altergeist, Guia de Excursão do Submundo e grande parte das cartas tech do jogo, como Besta Fantasma Mecha O-Leão (que você pode usar para fazer o próprio Almiraj, e ganhar um Token), Matemático e até mesmo o já citado Ipiria. Lembrando que, ele também pode buscar QUALQUER Handtrap da família Ghost Ogre e Ash Blossom, e também pode buscar D.D. Corvo e Ocultador de Efeitos.



    Mas o você também pode usar o Almiraj em outras estratégias. Por exemplo, você pode Invocar o Volcanic Shell e usá-lo como matéria. Ele já estará no seu Cemitério, e você poderá adicionar outro do Deck à mão, que é a base para praticamente todos os combos de Volcanic do jogo. Em Decks Skull Servant, você pode usar essa carta para enviar o Príncipe Inumano para o Cemitério como matéria, e ativar seu efeito, enviando um Servo Caveira e A Senhora Inumana para o Cemitério também. Além disso, essa carta também cai como uma luva no Deck Mekk-Knight Invoked. Você pode usar o seu Aleister, Aquele que Invoka para buscar a carta Invokação e depois, utilizar esse monstro como matéria para trazer o Almiraj. Você pode Baixar o card que foi buscado, e vai ter 2 cartas na mesma coluna para Invocar seus Mekk-Knights e ativar seus efeitos, além de liberar 1 Zona para Invocar um Invoked do Extra Deck, e depois sair de campo liberando outra Zona. É mole? Haha!



    Bom galera, esse foi o post do Sabadão. Espero que tenham curtido, e não deixem de comentar o que acharam. Convidamos vocês a visitarem nosso canal no YouTube, se inscrever e curtir nosso conteúdo, além de visitar a nossa loja na MYPCards! 



    Até a próxima, Cyberse Team BR!


  • O Início de uma Coleção

    O Início de uma Coleção

    por jeamor em 26/06/2019 - 462 Visualizações, 3 Comentários.

    Saudações a todos MYPlayers... continuaremos dando sequência sobre a saga do Colecionador.



    Como todos sabem, ter uma coleção de qualquer tipo não é algo fácil de se planejar. Existem vários detalhes a serem seguidos e levados em conta. Inicialmente você precisa saber o que quer colecionar, isso é fundamental. Esse chamado deve vir da sua alma, ou seja, deve partir da forma como você vê, e como é sua concepção de uma coleção, principalmente do seu desejo em possui-la. Veja o que mais lhe identifica com sua história e bagagem. Não procure sonhos grandiosos de início (como ter tudo de tudo), e lembre-se: quanto menos carta uma coleção tiver, mais fácil será de completa-la.



    Planejamento é fundamental



    Imaginemos como exemplo que você tome a decisão de colecionar apenas três edições. A sugestão é que você foque,  é tenha em mente exclusivamente elas. Vejamos:







    Essas três edições pertencem à mesma serie. E cada uma tem sua quantidade de cartas especificas. Existem várias formas de você começar essa coleção. A seguir, quais as opções abaixo você acha mais viável para conseguir esse objetivo?




    • Opção 1: Você compra uma box ou boosters de cada coleção a fim de completa-la.

    • Opção 2: Você comprar cartas avulsas focando nas mais baratas primeiro.

    • Opção 3: Você focar em uma coleção por vez, terminar, e em seguida, passar para a próxima coleção.



    Toas as três opções são viáveis... só que a Opção 1 é mais trabalhosa... ao comprar uma box, dificilmente sairá todas as cartas em uma única caixa. Existem colecionadores que compram até 3 boxes para terem a coleção completa. E mesmo assim, há casos onde faltam as cartas mais caras. Essa opção só é válida se você tem muito dinheiro a disposição. Mas lembre-se, mesmo completando a edição você terá um excesso de cartas repetidas.



    A Opção 2 casada com a Opção 3, seria a mais viável. Focar em uma única série é o mais aconselhável. Existem vários sites de compra onde você consegue separar cartas avulsas de determinada edição por preço (inclusive o próprio MYPCards). Dessa forma a pesquisa fica mais ramificada e possibilita fazer um planejamento, de quanto será gasto para concluir determinada edição. Quando não existe foco e você realiza compras (ou mesmo trocas) sem objetivo, acaba não tendo uma coleção e sim um amontoado de cartas ramificadas de várias séries.



    Conheça os detalhes de cada edição



    Voltemos as três edições:







    Note que existem 2 tipos de raridade nessas edições. Gold Secret e Gold Rara. Teoricamente as Gold Secret são as mais caras e as Gold Rare são as comuns dessa coleção. Então se seguirmos como planejado conseguiríamos primeiro as comuns para depois passarmos para as secretas. Outra opção seria conseguir todas as comuns das três edições para no final comprar as secretas. Ao focar em apenas uma coleção o espaço de tempo é bem mais curto. Quanto mais edições e séries a serem alcançadas, mas tempo demanda para completa-las...



    Conhecendo os tipos de classificação de raridades





    Ao começar a colecionar você notará que os cards não são todos iguais. Temos tipos diferenciados de raridade. A raridade de um card influencia diretamente em seu valor e na quantidade que vem nas boxes ou booters. Abaixo vamos entender essas diferenças.



    Comuns



    São as cartas que não tem brilho, são as mais comuns e fáceis de achar em boosters ou boxes.



    Raras



    São as que tem o nome da carta com um detalhe prateado.



    Super Rara



    A figura da imagem da carta é todo brilhante. Vem em menor proporção.



    Ultra Rara e Rara Secreta



    A imagem e nome da carta são ambos brilhantes. São mais difíceis de achar.



    Ultimate Rare



    O nome da carta tem tonalidade dourada e imagem holográfica, bem como nos detalhes, atributos, level, nome, etc.



    Ghost/Holographic Rare



    São as mais raras do jogo (e geralmente as mais caras). Tem efeito 3D com ilustração alem de ser holográfica, com efeito que muda de posição dependendo do ângulo em que se olha. Também são chamadas Ghost Cards, por conta da aparência de fantasma da carta. (a Konami vive produzindo novidades, não se espante se este artigo ficar desatualizado).



    Edições Lendárias





    Existem séries e edições lendárias dos primórdios do jogo, que são raríssimas, difíceis de achar em sites no Brasil. Quanto mais antiga, mais complicadas são de tê-las. Oferta e procura, já ouviu falar? Exatamente isso que acontece no Yu-Gi-Oh!. A maioria dos inúmeros sites de cards tem seus estoques recentes, onde a falta de cards antigos. Haverá casos onde a única saída e procurar em sites fora do Brasil, se for esse seu caso, prepare-se para sofrer com as altas do dólar e suas variações.



    Calma, você não está sozinho no mundo





    Outra forma de você conseguir completar sua coleção é lembrar que também existem outros colecionadores a procura de cartas. Como citado anteriormente, muitos colecionadores (ou até mesmo jogadores) compram suas boxes e acabam tendo muitas cartas avulsas repetidas. Essas cartas podem ser alvo de trocas das suas que estão sobrando.



    É muito importante você conhecer outros colecionadores (seja em grupos, sites ou pessoalmente) pois assim poderá realizar trocas de boa qualidade, sempre com alvo naquilo que você necessita. E lembre-se que o jogo é um TCG (Trading Card Game), e o mesmo tem a necessidade de troca entre colecionadores e jogadores.



    Concluindo



    Agora que compreendemos que a vida de colecionador é deveras complicada, você poderá se perguntar, vale a pena? É claro que sim! Não existe prazer e realização maior do que completar uma coleção. Além disso, o preço de uma coleção completa no mercado é muito valorizado entre os colecionadores. Mas você mesmo poderá responder a essa pergunta quando sua primeira coleção estiver terminada. O que você tem a perder? Existem edições com 3 a 6 cards apenas... facílimas de serem completadas. Agora não esqueça... foco, planejamento, e determinação são excelentes qualidades de um colecionador. Nos próximos artigos falaremos como organizar, guardar e catalogar nossas coleções. Até a próxima vez...  Abraços...


  • Dark Magician: Fusão, Ritual, ou os dois?

    Dark Magician: Fusão, Ritual, ou os dois?

    por CyberseTeamBR em 26/06/2019 - 475 Visualizações, 1 Comentários.

    Salve leitores do blog da Myp, tudo bem com vocês? Hoje vamos trazer à tona uma discusão pertinente ao momento atual em que vivem os jogadores e admiradores do Dark Magician , com Magicalized Fusion anunciada para a Dark Neostorm Special Edition, paira a dúvida: qual a melhor build de DM agora? Ritual, Fusão ou tudo junto e misturado? Vem com a gente que vamos nos aventurar nessa polêmica.



     



    O Básico do deck



    Dark Magician dispensa apresentações, sua jogabilidade é simples porém eficaz, não faz jogadas longas, contudo controla o campo com 3 cartas: Dark Magical Circle  para banir 1 carta do oponente quando o DM for invocado, Eternal Soul  para invocar o DM quantas vezes forém necessárias e o próprio Dark Magician  para ser invocado. A simplicidade é tamanha, que este deck exige um alto nível de habilidade do jogador, não que seja difícil fazer uma jogada tão básica, mas a habilidade reside na tomada de decisão... Dependendo de qual deck você esteja enfrentando, qual a melhor hora de ativar o Círculo? Em que parte do combo do oponente eu devo interrompê-lo? No meio para pará-lo? Ou aguardo para banir o produto final do combo? Essas questões além de cobrarem muito da perspicácia do jogador, também evidenciam um ponto a melhorar no deck: Dark Magician possui muito pouca interação com o oponente.



    A Versão Fusão - Mais proteção, menos consistência



    A já citada Eternal Soul  possui o efeito negativo de destruir todos os montros do seu lado do campo caso ela deixe o campo, esse efeito é ativado obrigatoriamente caso ela seja enviada para o cemitério, para a mão, ou removida de jogo. Para contornar isso o uso do Dark Magician the Dragon Knight , que impede a destruição das suas cartas mágicas e armadilhas, bem como que sejam alvo de efeitos, se tornou quase obrigatório, porém a nota triste desta história é o fato de que a única maneira viável de fazer essa fusão era usando a carta The Eye of Timaeus , que por razões inexplicáveis foi escrita de forma que não pode ser buscada por Magician's Rod . Disso surgiram as várias versões turbo do deck que basicamente usam todas as cartas de compra possíveis até chegar em Timaeus e fazer a bendita fusão para não correr o risco de perder o duelo pra uma simples Mystical Space Typhoon  na Eternal Soul. Timaeus não ser buscável compromete a consistência do deck, e o deck jogar sem a fusão em terra de Twin Twisters  e Knightmare Phoenix  é pedir pra perder. A proteção é necessária, precisamos da fusão, mas como acessá-la sem depender do que Pot of Desires , Spellbook of Knowledge , Allure of Darkness ou Wonder Wand aleatoriamente trará para nossa mão? Buscar é melhor do que comprar, concordam?



    Passado nem tanto tempo depois da coleção que trouxe o Dark Magician the Dragon Knight e a Apprentice Illusion Magician , chegou aquele que poderia ser o salvador da pátria, uma carta que invoca o DM pro campo, trás a Polymerization para a mão e serve ele mesmo como matéria para a fusão, só poderia ser um sonho! Estamos falando do Keeper of Dragon Magic , a carta que seria o suporte perfeito para o deck não fosse o fato que de novo nos esbarramos na consistência. Nada no deck serve para buscar o Keeper, ou seja, colocamos ele no deck, e se ele aparecer, usamos, se não, vida que segue. Precisamos nos conformar com o fato que deck bom é deck que busca o que quer na hora que precisa, razão pela qual nosso querido DM não é visto no topo dos eventos. Todavia, mesmo com os percalços, a versão fusão se popularizou e chegou perto de se tornar a versão padrão do deck. Poucas pessoas (como eu), optavam por não usar Timaeus nem a própria fusão. (no final mostro minha versão old school rsrs).



    A Versão Ritual - Mais interação com o oponente, mais consistência, menos proteção



    Todos já sabiam a muito tempo da existência do Quintet Magician , e sabiam que mais cedo ou mais tarde chegaria. Mas a coleção Duel Power trouxe para nós uma grata surpresa: Magician of Chaos  *__*  OMG um Mago Negro Azul!!! Foi como eu fiquei quando li a notícia, haha. E com um efeito formidável que destrói 1 carta no campo quando uma magia/armadilha é ativada(não necessariamente sua), ele trata de um problema recorrente e já citado no texto, a interação com o oponente. Em 2019 é impossível jogar yu-gi-oh com apenas 1 interação por turno, o jogo é muito rápido, todos os decks fazem muitas coisas, várias invocações, precisamos parar isso de alguma forma ou perdemos o duelo. Por isso a inclusão do DM Ritual deu novo fôlego ao deck, e tendo sido lançado na mesma coleção que o Crowley, the First Propheseer  e ainda ao lado de várias cartas de suporte que contemplam o uso da Dark Magician Girl fizeram deste um momento ímpar para os fãs do deck. Agora além de banir 1 carta por turno, podemos adicionalmente 1 destruir uma outra carta no turno, dobramos a interação com o oponente.



    Falando sobre consistência, além das tradicionais cartas de compra, o uso de Preparation of Rites e Chaos Form (que pode ser buscada por Magician's Rod )  tornam o ritual menos dependente da sorte para ser feito se comparado com a fusão. Mas como nem tudo são flores, apesar de ser tratado como Dark Maician no campo e cemitério, ele não protege Eternal Soul , logo, voltamos a jogar com medo de MST, rsrs. Porém não há muito o que se dizer, Ritual é a moda do momento quando se fala em Dark Magician.



    Magicalized Fusion - O que fazer agora?



    Chegamos ao clímax de nossa discusão. Magicalized Fusion faz fusão com o que estiver no campo e cemitério, parece bom, o problema é só fazer fusão de magos, isso exclui o Dark Magician the Dragon Knight  por ser um dragão. Bom, sendo assim, precisamos manter Keeper e Poly no deck para continuar fazendo o Dragon Knight, logo, vamos colocar mais 1 brick no deck, já que (pra variar) nada no deck busca a Magicalized Fusion para a mão. Triste fim para o DM. A verdade é que a carta que deve ser lançada na próxima edição especial, não necessariamente torna a versão fusão melhor, ela apenas acrescenta 1 opção para eventuais OTK's que estarão condicionados ao fato de já termos ou não materiais suficientes para invocar o Quintet Magician.



    Conclusão



    Fusão para proteger o campo, ou Ritual para interagir mais com o oponente? Alguém pensou em responder "os dois"? Pois é, mesmo que o subconsciente de vocês apontassem para esta resposta um tanto quanto previsível ao longo do texto, a verdade é que somos muito reticentes quanto ao uso de cartas não buscáveis no deck, dito isto, Keeper, Timaeus e Magicalized não jogariam no meu time. A versão Ritual me agrada um pouco mais, porque interação com o oponente e consistência são pré-requisitos no meta, e o ritual parece atender um pouco melhor estes aspectos, inclusive é a versão que recomendamos, contudo, colocar 1 Timaeus ou 1 Magicalized Fusion pra matar o oponente no susto também soa divertido hehe.



    Lembram que fiquei de mostrar meu deck? Uma engine da qual sou um grande fã são as Windwitch, elas fazem o lendário Crystal Wing Synchro Dragon  imune a destruição por efeito, lembrando que ele nega 1 efeito de monstro por turno, isso é um salto qualitativo na interação com o oponente, deixando nosso DM bem mais arisco. Segue lista mesclando a versão windwitch com a versão ritual.



    Deck Dark Magician Ritual - Casual

    Pós Duel Power!

    Autor: CyberseTeamBR

     



    Vídeo com a Build do DM Windwitch, explicado passo a passo



  • Colecionadores a vista

    Colecionadores a vista

    por jeamor em 19/06/2019 - 226 Visualizações, 4 Comentários.

    Saudações a todos! Hoje vamos falar sobre um assunto que não é casual no dia a dia dos PlayersManiacos de Yu-Gi-Oh!, estou me referindo aos Colecionadores de Yu-Gi-Oh!. Muitos não tem uma opinião muito conceituada sobre o assunto... Mas não se enganem, eles estão entre nós, pois onde há jogadores, sempre existirá pessoas que colecionam. Vamos conhecer um pouquinho sobre eles? ­




    Egoístas por excelência




    Eles não trocam, vendem, alugam ou emprestam. São seus preciosos tesouros. Não existe limites para um colecionador, é um poço sem fundo, e sempre querem mais e mais. Para um colecionador se separar das suas cartas e o mesmo que lhe tirar o ar. O apego e tão forte que eles criam um altar para venera-las e aprecia-las. Para um colecionador não existe prazer maior de colocar em sequência em sua pasta especial, aquela carta que estava faltando em sua coleção. Ver a coleção completa é passar pagina por pagina, é o maior orgulho de colecionador. Mas nem tudo se resume a esse paraíso, muitos colecionadores passam meses procurando formar de organizar suas coleções.






    Qual e seu tipo?






    Há inúmeros tipos de colecionadores: uns amam a arte das cartas, outros adoram colecionar cards específicos de um personagem (lembra do Kaiba e do Dragão Branco de olhos azuissss?), alguns simplesmente colecionam por: raridade (ultra, ultimate), outros colecionam decks, deck estruturais, latas, playmats, sleeve, por raça, atributo, botons, action figure e até mesmo por gênero, e temos ainda o tipo que coleciona tudo isso, desde os primórdios das primeiras coleções, até as últimas edições.






    Colecionar é para sempre




    Cada um tem sua particularidade, e cada um é único em sua categoria. Assim como cada coleção, mas todos tem uma coisa em comum... o amor pelos cards, são literalmente bibliotecários de cartas de Yu-Gi-Oh!. Nos próximos artigos gostaríamos de expandir esse universo dos colecionadores, as formas de preservar os cards, catalogar e organizar de forma apropriada, bem como apresentar a particularidade de cada coleção. 



    Aguardem...


  • Até que a Konami os separe...

    Até que a Konami os separe...

    por CyberseTeamBR em 12/06/2019 - 322 Visualizações, 5 Comentários.

    12 de Junho, mais popularmente conhecido como dia dos namorados, é um dia festivo na vida de muitos, e inclusive, dos solteiros, que sentam e choram entregues a solidão. Sem dúvida é uma data muito especial na vida de inúmeros casais, que podem usufruir um pouco mais do amor e da comunhão que possuem. E por falar em amor, existem muitos casais, das mais diversas séries e Animes que nos fazem sorrir e chorar, os exemplos são inúmeros: Chichi e Goku (Dragon Ball), Inuyasha e Kagome (Inuyasha), Kirito e Asuna (Sword Art Online), assim como muitos outros, que não caberiam aqui nesse post, e inclusive os casais de Yu-Gi-Oh, que vivem um amor intenso e vivem se pegando pelos cantos (errr... não). Pois é, a titia Konami parece não gostar muito do amor, e só nos resta imaginar. É por esse motivo que hoje, traremos um post diferente e descontraído sobre os dez melhores casais (mesmo não sendo oficiais) do nosso querido Anime. Vem com a gente!



    #10: Kotori & Yuma





    Talvez o casal mais fofo da lista, mas com o menor desenvolvimento da história. Desde do início de Yu-Gi-Oh! ZEXAL, Kotori sempre demonstrou altos sentimentos por Yuma. Infelizmente, ela não possuia nenhuma relevância na história do Anime e vivia gritando "YUMAA!" pra tudo que é lado, porém ainda assim era algo super fofo e natural por parte dela. Em alguns episódios da série, correu perigo e teve de ser salva por seu amado, o que nos rendeu algumas cenas engraçadas e emocionantes. No último episódio da série, revelou todo o seu sentimento para Yuma, que retribuiu, e aparentemente tudo terminou bem entre eles.



    #9: Yami Yugi & Téa Gardner





    O que falar desse casal, hein? De fato, um dos mais clássicos de todo o Anime, e que sem dúvida possui o seu charme. É fato e cabe num porta-retrato: Téa sempre teve uma quedinha pelo Yugi-boy, seja pelo pequeno Yugi ou o Yami Yugi (hmmm, danada!), e que fica explícito durante muitos dos episódios da série clássica. Por muitos momentos, podemos ver a preocupação no olhar da Téa (além do seu ciúme com a Rebecca), e a sua torcida mais exagerada que o comum para o Yugi, que durante toda a série aparenta ter sentimentos por ela também, mesmo que expressos em menor intensidade. Durante o último episódio da série, quando Téa não sabia para qual dos dois Yugis torcer, fica explícito a sua dúvida e o seu amor. Além disso, durante o The Dark Side of Dimensions, a própria Téa ainda revela seus sentimentos para o pequeno garoto. Sem dúvidas, um casal que gostariamos de acompanhar ao longo da série, mas que infelizmente não foi possível (thanks Studio Gallop).



    #8: Aoi Zaizen & Yusaku Fujiki





    O casal mais recente da lista. Quem acompanha Yu-Gi-Oh! VRAINS de perto percebeu nos últimos episódios um pouco mais do sentimento da Aoi para com o Yusaku. Tudo já começou nos primeiros episódios, quando Aoi salvou a vida do seu amado (don't worry, ele não sabe), e poucos episódios depois, ele retribuiu o favor. A partir daí, o amor ficou encubado dentro da nossa querida Blue Angel, que todos os dias passou a pensar no seu amado (yeah, eu sei de tudo!). Durante a segunda temporada, apesar de terem ficado distantes por boa parte do tempo, durante o pouco tempo em que ficaram juntos, a Aoi aparentava (diferente do Yusaku) um sentimento, mesmo que pequeno. Porém, foram necessários apenas três episódios da nova temporada da série para que finalmente o sentimento (por parte dela) fosse explícito. Além de ter descoberto quem o Playmaker é na vida real, a Aoi fez questão de chamá-lo para conversar, demonstrou preocupação, sentou-se do seu lado e ainda pediu para segurar sua mão. Yusaku aparentemente sentiu algo, e só nos resta torcer para que tudo dê certo.



    #7: Yugo & Rin





    Yugo jane, yuugo da! Essa frase clássica resume muito do personagem, e do seu romance. Durante Yu-Gi-Oh! ARC-V, fomos apresentados a Yugo, o counterpart Synchro de Sakaki Yuya, que assim como o pequeno garoto, também estava a procura de alguém muito importante: Rin. Os dois cresceram juntos no subúrbio de Neo Domino City e conviveram de perto com as desigualdades sociais da região, e da guerra entre os Tops e os Commons. Com o passar do tempo, se tornaram amigos, duelavam juntos e tinha uma ótima convivência, que por consequência gerou sentimentos. Com o estopim da guerra dimensional, Rin desaparece (assim como todos os fragmentos da Ray), e Yugo parte pelas dimensões à procura da sua amada. Depois de achá-la, é forçado a duelar com ela, que está sobre controle mental de Doktor, mas tudo acaba bem (ou nem tanto) para esse casal.



    #6: Ai & Roboppy





    Não sei se existe amor entre robôs e Inteligências Artificiais, mas se houver, esse casal tem tudo pra dar certo. Apesar de serem o lado cômico do Anime nas duas primeiras temporadas, Ai e Roboppy sempre tiveram uma relação bem humorada e amigável e até mesmo nos renderam cenas bem controvérsas, com um duplo sentido muito bem inserido, de forma que ainda consegue manter o bom humor. Ao longo da série, Roboppy começa a se aproximar mais do Ai, e até demonstra sentimentos por ele, e até mesmo ficando triste com a sua "morte". Com o início da 3° Temporada, se tornou um Android, e aparentemente mudou de sexo... Bom, isso é indiferente, e o que importa é viver o amor!



    #5: Jack Atlas & Carly





    Quem viu 5D's, devem ter se decepcionado assim como nós. De longe a série que mais teve romances não concretizados da série, entre eles: Jack & Carly. Não foi oficial, mas tava na cara que existia um romance ali. Sendo uma reporter, e com intuito de entrevistar o King Jack Atlas, Carly tentava de tudo para ter sucesso nessa missão e de quebra, manter o seu emprego. Por conta disso, acabaram ficando muito próxima e viraram amigos, mas com o passar do tempo essa relação foi se tornando mais amorosa do quê amigável, e eles inclusive passaram a sair juntos (algo até então inédito na série). Tiveram um duelo na segunda temporada, onde Carly havia sido possuída por um Signatário das Trevas. Depois disso, Carly teve um duelo com o Divine, e uma morte trágica, se tornando assim uma Dark Signer, e fazendo com que o Jack (em uma cena digna de oscar), declarasse todo o seu amor por ela, após um duelo emocionante. Um casal que sem dúvidas, ficou nos nossos corações.



    #4: Jaden & Yubel





    O único casal do GX na lista, mas que vale por todos os outros (poucos) da série. É um pouco estranho falar de um romance entre um homem e uma carta de monstro, mas não quando esse homem é Jaden Yuki. A história começa quando Jaden ainda era uma criança, e tinha uma boneca de pelúcia. Tempos depois, com o despertar das Feras Sagradas, e o início dos jogos das trevas, essa boneca ganhou a forma de uma Carta de Monstros de Duelo, e foi atrás de Jaden, procurando vingança pelo seu grande amor, que havia o abandonado. No final das contas, ficamos sentidos por toda essa história, e muita gente começou a torcer por esse romance. No final da série, com um final digno de novela mexicana, Jaden fundiu sua alma com a da Yubel (safadinho...) usando a Polimerização (WHAT??) para que os dois pudessem ficar juntos... (Tá né, vou fingir que entendi). Apesar de tudo, uma ótima história de amor e ódio.



    #3: Yuya & Yuzu





    O GIF acima diz muito sobre esse casal. A sempre envergonhada Yuzu morria de amores pelo Entertainer Yuya, mas nunca disse isso explicitamente. Durante todo o Anime, vemos a relação entre os dois, que estudam juntos na You Show Duel School e que aprontam altas aventuras (hoje, na sessão da tarde!). Depois de um tempo, Yuzu passa a se relacionar com o Sora, e aprende a fazer Invocação-Fusão e tem uma melhora muito notória em seu estilo de duelar, e inclusive faz ótimos duelos na série. Essa relação desperta, mesmo que em pequeno grau, ciúmes no Yuya, que também é envergonhado na questão do amor. Depois de duelar com Sergey, Yuzu sofre um grave acidente, e desaparece. É a partir daí que vemos o grau de importância e amor entre os dois. Yuya faz de tudo para tê-la de volta, viaja entre as dimensões, enfrenta os duelistas mais poderosos, corre altos riscos, e quando a encontra... não dura mais que 10 segundos, entretanto, toda essa caçada dimensional é mais do quê suficiente para deixar esse casal no nosso TOP 3.



    #2: Yusei & Aki





    ESCUTA AQUI! Porque Konami? Porque? Whyyyy? Acho que é unânimidade, todo mundo queria ver esse casal junto. 5D's e seu histórico de decepções. O que sempre me encantou em qualquer série ou Anime, é o seu desenvolvimento e boa história, e isso, 5D's tem até nos romances. No início da série, Aki Izayoi apareceu como uma Pseudo-vilã, e era chamada de Bruxa da Rosa Negra, aparentemente sem sentimentos, metia medo em todo mundo e gostava de ver todos sofrerem em seus duelos, mas Yusei era diferente exatamente por confrontá-la e fazer com que ela demonstrasse seus sentimentos em meio aquele coração de pedra. Com o tempo, ela começou a se abrir para o mundo, e desfez de todas as suas amizades que a faziam mal, e influenciavam nas suas condutas. Junto com Yusei, ela aprendeu a pilotar D-Wheel, patinar, saíram juntos e inclusive possuem até um encerramento da série dedicado exclusivamente para esses dois. Duelaram juntos, andaram de moto jutinhos, e quando tudo parecia que ia engrenar, com ela declarando seus sentimentos para ele em uma cena de quase beijo (que foi até refeita por fãs), Yusei disse que tinha que partir e que não iria dar certo, mas que também a amava. Depois de tudo, um balde de água fria, mas fiquem tranquilos, todo mundo imagina como essa história terminou.



    #1: Joey & Mai





    Ah... Joey e Mai, que casal top! Por muito tempo eles me fizeram chorar como um neném, mesmo envolto em toda a confusão de jogos das trevas e as atrocidades de Yami Marik. Sem dúvidas, o casal mais famoso e shippado da lista. Foram protagonistas das cenas mais emocionantes e apaixonantes de todas as séries de Yu-Gi-Oh. Com lágrimas nos olhos, lembro da cena onde Joey tenta desesperadamente tirar a Mai do mundo das sombras, e dos monstros do Marik. Também lembro da cena onde a Mai estava no hospital, e para brincar, finge que morreu. Joey chora e vai a loucura, abraça, esperneia e deita em cima do corpo da sua amada, que abre os olhos e ri com a situação. Lembro também do duelo do Joey vs Odion, que a Mai tentava desesperadamente entrar na arena, para tirar o Joey de lá, desmaiado. Enfim, todos os momentos que viveram juntos e todas as cenas que protagonizaram, faziam o telespectador parar, torcer, chorar e vibrar com todo esse amor. Sem muito para descrever, somente sentir, chegamos no nosso merecido primeiro lugar!



    Feliz dia dos namorados! 



    Att, Cyberse Team BR!


  • Deck Análise: Que Barbaridade!

    Deck Análise: Que Barbaridade!

    por CyberseTeamBR em 27/05/2019 - 605 Visualizações, 0 Comentários.

    "Battleguard", ou também conhecido como "Guarda de Batalha" em nossa tradução para o português é um conjunto de monstros do Tipo Guerreiro, que foram usados brevemente por Joey Wheeler, no Anime Yu-Gi-Oh! Duel Monsters, e também por The Sledgehammer e Grizzlepike Jones, no Anime Yu-Gi-Oh! ARC-V. Um fato curioso é que, originalmente, as cartas desse conjunto pertenciam a Tristan Taylor, mas o mesmo deu suas cartas para Joey Wheeler antes do seu duelo contra Rex Raptor, que inclusive foram usados para derrotá-lo. Além disso, no Japão, esse conjunto de cartas possuem o nome de "Barbarian", e por esse motivo, acabam fazendo parte do Arquétipo "Barian", inclusive, podendo ser buscado por algumas de suas cartas diferentes das nossas por lá. Contudo, todas as cartas do Anime, vieram para o jogo dando suporte direto para monstros do Tipo Guerreiro, o que tornou o Deck um Arquétipo exclusivo do Anime. E no post de hoje, estaremos analisando uma Decklis bem maneira sobre o Deck.



    Deck Battleguard - Casual

    Autor: CyberseTeamBR

     



    - Tiro, Porrada e Bomba -



    Para ser sincero, não existe uma estratégia pré-definida dentro do "Arquétipo", porém os seus (poucos) monstros são focados em uma mecânica de Beatdown, ou seja, em acabar o duelo na porrada. Os monstros de maior Nível, que são Guarda de Batalha da Lava, Guarda de Batalha do Pântano e Guarda de Batalha do Rei (e que foram os monstros lançados no jogo) são focados em batalha. O Guarda de Batalha de Lava por exemplo, ganha 500 de ATK para cada Guarda de Batalha do Pântano em campo, e vice-versa, enquanto que o Guarda de Batalha do Rei, que possui 3000 de ATK, ao Tributar monstros, ganha um ataque adicional para cada um desses monstros que foram Tributados. Já seus monstros de Nível menor (que não foram lançados para o jogo), são focados em encher o campo, e gerar proteção.





    Mas como Invocá-los? Afinal de contas, são monstros que dependem de outros monstros em campo para poderem utilizar seus efeitos, e todos eles possuem Nível 5 ou maior, o que gasta muitos recursos em campo. De fato, esse é um problema natural do Deck, que carece de suportes, mas ainda assim, esse problema pode ser contornado com cartas como Mestre do Caos Final, um Monstro Guerreiro, Regulador e de Nível 3 que pode ser buscado com cartas como Reforço do Exército, e que ao destruir monstros, pode Invocar um monstro de Nível 5 ou maior, com 1600 ou menos de ATK do Deck (Lê-se Lava Battleguard), além de poder ser usado como matéria para uma Invocação-Sincro ou Invocação-Link.



    Outra carta bastante útil para o Deck, é o Cavaleiro Valquíria, lançado a 6 anos atrás na coleção Cosmo Blazer, e reprintado em 2016, na Legendary Decks II. Ele é um monstro Guerreiro, de Nível 4, e possui um ataque razoável de 1900. Ele tem um efeito que protege todos os seus outros monstros Guerreiro de ataques, fazendo com que o seu oponente só possa atacar o próprio Cavaleiro Valquíria, e por consequência, quando ele é destruído em batalha: você pode banir um monstro Guerreiro, além do próprio Cavaleiro Valquíria, e Invocar um monstro Guerreiro de Nível 5 ou maior do seu Cemitério.





    Mas sem dúvida, o segredo do Deck é enviar os recursos necessários diretamente do Deck e/ou mão para o Cemitério, para revivê-los depois, já que eles não precisam necessariamente, serem Invocados por Invocação-Tributo. Por isso, usamos cartas como Enterro Tolo, Tornados Gêmeos e Trocar, para nos oferecer maneiras de enviar esses monstros para lá, além de ao mesmo tempo gerar vantagem de campo e mão, já que podemos destruir Spells/Traps do oponente e comprar cartas, descartando nossos monstros "Battleguard". Depois de tudo isso feito, podemos revivê-los ainda mais facilmente sem depender de monstros, com cartas como Reviver Monstro e Banquete Selvagem NV5, que nos permite Invocar dois monstros Guerreiro de Nível 5 da mão ou Cemitério, podendo usá-los para Invocação-Xyz ou Link.





    - Opções de Extra Deck -



    Uma coisa que você precisa saber sobre esse Deck é que, os monstros "Battleguard" dificilmente vão ficar no campo, com algumas pequenas excessões para o Guarda de Batalha do Rei. Tendo conhecimento disso, e sabendo um pouco mais do Deck, temos uma ideia um pouco mais ampla do quê usar no Extra Deck, e que mais combine com o estilo de jogo do Deck, e com o atual momento do jogo. Uma carta bastante interessante de ser usada é o Lutador Colossal, um Sincro de Nível 8 que possui 2800 de ATK, e ganha 100 de ATK para cada monstro Guerreiro em ambos os Cemitérios. Como enviaremos muitos monstros desse tipo para lá (seja por mecânica, ou para Invocações), é muito comum deixar esse monstro com uns 3500 ou 3600 de ATK, e se contarmos com o oponente estar usando monstros Guerreiro, é comum passarmos dos 4000 de ATK. Além disso, quando ele for destruído em batalha, você pode Invocar um monstro Guerreiro de QUALQUER Cemitério para o seu campo, sendo um efeito muito útil para reviver seus Battleguards, e usá-los como matéria para outras Invocações.





    Outro Monstro Sincro muito útil para o Deck é o F.A. Dragster Aurora, já que, uma vez por turno, quando o oponente ativar uma Spell/Trap ou efeito, ao reduzir o seu Nível em 3, você pode negar a ativação daquela carta e destruí-la. Considerando que ela é uma carta de Nível 7, você poderá utilizar esse efeito ao menos 2 vezes, o que já é suficiente para gerar uma proteção mais do que necessária para o nosso Deck, que peca nesse aspecto. Além disso, você pode usar esse monstro com o Nível reduzido para Invocar outros Monstros Sincro, como o Dragão Sincro de Asas Transparentes, ou até mesmo Monstros Link.



    Apesar de possuir uma boa quantidade de monstros de Nível 5, o único Xyz que recomendamos é o Número 61: Vulcassauro, que pode ser Invocado usando somente 2 Monstros de Nível 5. Ele possui um efeito que, ao dessasociar uma matéria, você pode destruir um monstro do oponente, e causar dano ao mesmo igual ao seu ATK original, além claro, de possuir um bom ATK de 2500. No turno em que esse efeito for ativado, você não pode atacar diretamente com esse monstro, mas caso o seu oponente ainda controle monstros, você ainda pode bater mais um pouco, o que de forma alguma foge da nossa mecânica de Deck.



    E como não poderia faltar em qualquer Deck de monstros Guerreiro, Isolde, Dois Contos dos Nobre Cavaleiros é presença garantida no nosso Deck. Ele pode ser Invocado simplesmente ao utilizar 2 monstros Guerreiro como matéria, e além disso, quando Invocado, nos permite adicionar QUALQUER monstro Guerreiro do Deck para à mão, ou seja, exatamente aquilo que você precisa para seu próximo turno, seja um "Battleguard" ou qualquer um dos nossos Guerreiros genéricos. Além disso, você pode enviar Equip Spells do Deck para o Cemitério, e Invocar um monstro Guerreiro cujo Nível seja igual a quantidade enviada. Usamos isto para Invocar o Criança Herói do nosso Deck (e mais 2 cópias do mesmo, pelo seu próprio efeito), para que possamos utilizá-lo como matéria Link (Missis Radiante), ou até mesmo Matéria Xyz (Os Cavaleiros Fantasmas da Lança Amaldiçoada).





    Até a próxima!



    Att, Cyberse Team BR!


  • Dinolutador - Um Arquétipo Pré-Histórico!

    Dinolutador - Um Arquétipo Pré-Histórico!

    por CyberseTeamBR em 16/05/2019 - 685 Visualizações, 0 Comentários.

    "Dinowrestler", também conhecido como "Dinolutador" nas nossas terras tupiniquins é um Arquétipo de monstros Dinossauro, usados por George Gore (Go Onizuka na versão japonesa) no Anime Yu-Gi-Oh! VRAINS, e que deram as caras para o jogo físico a algum tempinho, na coleção Fusão da Alma, no dia 19 de Outubro de 2018. De lá pra cá, não havia recebido nenhum suporte na coleção Ataque Selvagem, porém, na mais recente coleção, Neotempestade Negra, eles receberam suportes novos, e que dão uma nova cara ao Deck. E é sobre isso que vamos falar nesse post-análise de hoje, onde mostraremos um pouco mais da pré-história. Vem cá fazer um test drive!



    - Conhecendo o Arquétipo -



    Ao contrário do que muitos pensam, o nome "Dinowrestler" não é somente uma mistura de "Dinosaur" e "Wrestler", mas possui um trocadilho multilingual muito inteligente e interessante. A palavra "Dino", em grego significa, literalmente "terrível", mas no sentido sujo da palavra. Por esse motivo, o nome do Arquétipo pode ser traduzido como "Terrible Wrestler", o que talvez se dê ao fato de alguns monstro usarem uma espécie de "heel" em suas Artworks, que numa tradução literal, significa "salto alto", mas também se referem as táticas sujas e covardes dos monstros, que são relatadas nas Artworks das cartas Dino Deceit Dino Domain, que até o momento, são cartas exclusivas do anime. Os seus nomes também fazem referência a animais pré-históricos.



    Os monstros Dinowrestler possuem efeitos focados em batalha; seus suportes oferecem aumento de ATK, assim como proteção contra destruição. O Arquétipo também foca em batalhas mano-a-mano com os efeitos de cartas como Dinolutador Rei T Wrextle e Mundo Dino Lutador. Muitos dos seus efeitos podem ser ativados e/ou servem de ignição caso o oponente controle mais monstros que o seu usuário, o que é capaz de criar um grande número de monstros no campo. Os monstros "bosses" do Deck possuem efeitos que não permitem o oponente ativar Spells/Traps, além de não deixar com que ele ataque outros monstros do Arquétipo, exceto ele mesmo, criando um Lock para o oponente se existirem ao menos 2 deles em campo.





    Cartas Chave - Um Passo a Frente!



    Assim como todos os outros Arquétipos do jogo, Dinowrestler sempre terá aquela carta que se destaca, as vezes até mesmo em outros Decks. Esse é o exemplo do Dinolutador Pancratops, um monstro muito usado até mesmo em torneios de grande porte, e sempre sendo muito útil em diversas situações, por esse motivo, sempre presente em muitos Side Decks por aí. Ele é um beatdown, com 2600 de ATK e de Nível 7 e que pode entrar em campo por Invocação-Especial se o oponente controlar mais monstros do que o seu usuário. Além de servir pelo seu alto poder de ataque e pelo Nível propício a Invocações-Xyz, ele também pode Tributar 1 monstro "Dinowrestler", o que inclui ele mesmo, e destruir 1 carta do oponente. É praticamente obrigatório seu uso em 3 cópias dentro do Deck.





    Outra carta que tem bastante importância dentro do Arquétipo é o Dinolutador Sistegossauro. Ao ser Invocado por Invocação-Especial, ele irá buscar os nossos recursos Deck, podendo adicionar tanto a Mundo Dino Lutador como qualquer outro monstro do Arquétipo para as nossas mãos. É através dele que você irá buscar suas cartas mais fortes, e que podem entrar em campo com maior facilidade. Além disso, se ele estiver no Cemitério durante a Fase Final do turno em que foi enviado pra lá e o oponente controlar mais monstros: o seu usuário pode Invocar outro monstro Dinolutador do Cemitério, sem negar efeitos ou nenhuma outra restrição, mantendo sempre a boa presença de campo do Arquétipo.





    O arquétipo também conta com uma carta que auxilia na limpeza de campo. O Dinolutador Capaptera é um monstro que pode enviar 1 monstro do oponente para o Cemitério caso ele controle mais monstros do que o seu usuário. Isso é muito útil para se livrar de monstros problemáticos do oponente, algo que o Deck faz muito bem. Além disso, caso o mesmo seja usado como matéria para uma Invocação-Link de um monstro Dinolutador, aquele monstro ganhará 1000 de ATK até o final do turno, favorecendo na batalha mano-a-mano do Deck. Além disso, ainda no Main Deck, também devemos citar o Dinolutador Celasilat, que veio na nova coleção. Ele é um Monstro Regulador de Nível 2, porém é genérico. Funciona muito bem para jogadores que preferem ir em segundo (aliás, o Deck é ótimo nesse quesito), pois ele possui uma condição muito parecida com o Dragão Cibernético, pois se o seu usuário não controlar monstros, pode Invocá-lo por Invocação-Especial, mas é uma pena que a Konami resolveu por algum motivo, limitar este efeito para uma vez por Duelo, ainda assim é uma ótima carta para fazer Invocações-Sincro e/ou Links do Arquétipo.





    Poderes Especiais - Extra Deck!



    Pra fechar a análise, devemos falar também das cartas de Extra Deck do Arquétipo. A primeira delas é o Dinolutador Quimera T Wrextle, um Monstro Fusão, com 3500 de ATK e que pode ser feito ao usar um "Dinolutador" Link e qualquer outro monstro "Dinolutador", normalmente usando a carta Fusão Dino Tirano (que protegerá o monstro de ser destruído em batalha). Assim como os outros monstros parrudos do Arquétipo, quando esse monstro ataca, o oponente não pode ativar nenhuma Magia/Armadilha até o fim da Etapa de Dano, e o seu oponente não pode atacar nenhum outro monstro, exceto ele (Invoque dois, e crie um Lockdown). Além disso, se ele atacar um monstro em Posição de Defesa, irá causar dano perfurante, e cada vez que destruir um monstro, ganha 500 ATK (permanente), deixando ainda mais difícil combatê-lo. E por fim, se ele for destruído por algum efeito de carta (detalhe: pode ser um efeito seu), ele destrói todos os monstros em Posição de Ataque do oponente.





    Além disso, o Arquétipo também conta com dois Monstros Link, mas o de maior relevância é o Dinolutador Terra Parkourio. Apesar de ser um Link-2, e não partilhar um efeito de batalha, tampouco contar com um grande poder de ATK, ele é de grande ajuda para manter o campo estabilizado. Quando a Magia de Campo for ativada, o seu dono pode escolher 1 Dinolutador no Cemitério e adicioná-lo para à mão, além disso, quando o Parkourio deixar o campo para uma Invocação-Link (de qualquer monstro), você pode escolher 1 monstro Dinolutador no Cemitério, e Invocá-lo por Invocação-Especial, negando o seus efeitos, e só podendo Invocar monstros Dinolutador pelo resto do turno. Porém, isso serve como um ótimo gatilho para Invocar o Quimera T Wrextle, já que, você terá um Link Dinolutador, e outro Dinolutador em campo, facilitado por este efeito.





    Mas, sem sombra de dúvidas, o melhor ficou para o final. Dinolutador Giga Espinosavate é sem dúvidas o melhor monstro para esse Deck até o momento. Um Monstro Sincro de Nível 8 e com 3000 de ATK, que pode ser facilmente Invocado ao usar 1 Regulador Dinosauro e 1 ou mais não-Reguladores, o que inclusive, o deixa livre para ser usados em outros Decks. Assim como o Quimera, ele também possui um efeito que, ao atacar, o seu oponente não poderá ativar Magias/Armadilhas até o fim da Etapa de Dano, e também não poderá atacar nenhum outro monstro, exceto ele. Claro que não é uma jogada tão fácil de se fazer no primeiro turno, mas se conseguir deixar o Link-3, a Fusão e/ou Sincro em campo simultaneamente, o oponente não poderá atacar. Além disso, uma vez por turno, o Espinosavate pode destruir 1 monstro do oponente. Simples e rápido. E por fim, ele também possui um efeito de proteção que diz, que caso ele estiver para ser destruído em batalha ou efeito, você pode destruir outra carta que você controla, em vez dele. Isso serve de gatilho para ativar o efeito do Quimera T Wrextle, mas em Decks mixados com Shaddoll ou Dino, também pode engatilhar diversos outros efeitos. 





    Considerações Finais



    Sem dúvida, o Deck Dinolutador é um dos Decks mais interessantes dessa nova geração, porém ainda apresenta muitas falhas. Ele é um Deck que ainda funciona de forma lenta e previsível: não possui jogadas diferentes, que possam surpreender o oponente, assim como, demoram para manter um campo fixo. Entretanto, o Deck está melhor do quê quando começou, e com os suportes que chegaram (e os que ainda virão) o Deck ganhará muito no quesito proteção e versatilidade. Por já possuir uma Fusão, Sincro e Links, é bem provável que o Deck também receba um Monstro Xyz (e eu chuto, de Rank 7), para inclementar ainda mais seu poder de fogo e capacidade de bloquear o oponente.



    Esperamos também que, o Deck receba novas Spells/Traps, vindas diretamente do Anime, e se preciso for, remodeladas, para nos gerar maior poder de compra e limitar ainda mais as ações do oponente. O Anime está ai, a todo vapor, ganhando uma nova temporada, então não custa nada continuar acreditando no Deck, e em seu potêncial. Não esqueçam também de conferir o nosso novo vídeo, que saiu hoje no canal, onde falamos um pouco sobre o primeiro Link-5 do jogo! Lembrando que, qualquer carta aqui citada, está ou estará disponível em breve aqui na plataforma, então corra para comprar o seu!



    Até a proxima! 



    Att, Cyberse Team BR


  • Sorteio Yu-Gi-Oh!

    Sorteio Yu-Gi-Oh!

    por MYPCards em 13/05/2019 - 1941 Visualizações, 55 Comentários.

    Fala galera!!



    Está rolando o segundo sorteio do MYPCards junto dos nossos parceiros TShadow Games BR, Invokando e a Dominion Card Games!



    Não vai ficar de fora dessa né?! Corre participar!



    Sorteio Yu-Gi-Oh! (MYPCards)

  • Retrospectiva Yu-Gi-Oh! - Parte 2 (2006)

    Retrospectiva Yu-Gi-Oh! - Parte 2 (2006)

    por CyberseTeamBR em 27/04/2019 - 403 Visualizações, 0 Comentários.

    No nosso último post falamos sobre toda a história por trás do início do jogo e terminamos no "Goat Format", que marcou a transição entre a "era clássica" e a "era GX" - que recebeu esse nome em homenagem ao Anime que foi ao ar na época. Tecnicamente, porém, o GX já estava no ar desde o final de 2004 no Japão, e desde meados de 2005 no resto do mundo. A verdadeira transição começou com a coleção Cybernetic Revolution, que mencionei de forma breve no último post. Apesar do Dragão Cibernético ter acelerado o jogo, ele não foi o único responsável. Em 2006, o jogo como um todo passou por uma grande evolução. Se durante a era clássica as estratégias giravam em torno de lentamente ir esgotando os recursos do oponente e ganhando controle de campo, a partir da era GX, começou então o período conhecido como "One Turn Kill Format", ou também chamado de "Era OTK".



    Embora já houvessem alguns Decks inconsistentes e enigmáticos (por serem únicos naquela época) de One Turn Kill antes da era GX, foi a partir dela que verdadeiramente se viu um grande aumento de número de Decks que podiam facilmente lidar com os 8000 ou mais Pontos de Vida em um único turno. O jogo estava mais veloz, e os combos estavam começando a surgir. Então vamos enfim, contar um pouco mais da história do jogo. 





     



    2006



    O início de 2006 serviu como uma continuação do formato de Outubro de 2005, com os mesmos Decks ainda sendo os mais relevantes no Meta, e o Chaos Warrior Toolbox estando no topo. Uma das grandes mudanças, no entanto, foi a tendência ao uso de Armadilhas mais agressivas, pesadas e poderosas. Enquanto alguns Decks como os Monarchs já usavam comumente cartas como Armadura Sakuretsu, Ruína Generalizada, Sete Ferramentas do Bandido e Trap Dustshoot desde o final de 2005, os grande torneios do início de 2006 começaram a ver essa tendência se espalhar para um grande conjunto de Decks. O formato também passaria por outra mudança com a chegada do Sapo Arbóreo em Fevereiro de 2006, na coleção Shadow of Infinity. Isso foi capaz de melhorar muito a capacidade de Invocação-Tributo de muitos Decks, o que fez com que os Monarchs passassem a frente no cenário competitivo, já que tinham maior facilidade de serem Invocados. 



    Foi com o aumento da popularidade dos Monarchs que muitos jogadores começaram a se mover mais para o uso do Zaborg o Trovão Monarca em vez do já usado Mobius the Frost Monarch. Como o Zaborg podia destruir um monstro na sua Invocação, ele se encaixava melhor com o Meta da época que estava cada vez mais voltado pra destruição de cartas desde do final de 2005. No entanto, apesar do aumento de popularidade dos Monarchs, o Deck Chaos Warrior Toolbox ainda conseguia dominar o formato, mesmo sendo ameaçado.



    Este formato do início de 2006 também viu a introdução de um novo Deck que moldaria o Meta daqui pra frente: Stein OTK. O Cyber-Stein era originalmente uma carta promo de torneios, e por isso não era de fácil acesso para todos os jogadores, porém ele foi reprintado apenas como uma carta Rare na coleção Dark Beginning 2, no início de 2005. Contudo, a prevalência da Metamorfose no Meta de 2005, tornou o Cyber-Stein supérfluo, já que muitos dos Fusion Monsters disponíveis naquela época podiam ser Invocados com um custo bem menor do que o do Cyber-Stein. A limitação do Metamorfose, em Outubro de 2005, no entanto, abriu caminho para o uso do Cyber-Stein no Meta do início de 2006. As primeiras interações do Cyber-Stein nos Decks se concentrou em usá-lo para Invocar o Cyber Twin Dragon ou o Cyber End Dragon e depois equipá-lo com Megamorph para dar um OTK no oponente.



    O formato de 2006 passaria por uma mudança significativa após a Forbidden & Limited List de Abril. Essa lista fez algumas mudanças no Meta, mais notalvemente a limitação D.D. Assaltante, e até mesmo dos recém lançados Sapo Arbóreo e do Pote da Avarice. O Sapo Arbóreo já tinha sido notado como essencial em Decks de Invocação-Tributo e podia Invocar os poderosos monstros Monarch com extrema facilidade. Já o Pote da Avarice se tornava extremamamente fácil de se explorar como um Pote da Ganância, já que era muito fácil encher o Cemitério de monstros pelo efeito do Mercador Mágico, que era muito usado como Staple Card da época.



    Depois dessa nova lista, o Meta não muda radicalmente, mas os principais Decks do formato deixaram de usar a Engine Warrior. Em seu lugar, os jogadores começaram a usar uma nova versão do Deck Chaos com um estilo de jogo mais definido, aproveitando o lançamento de uma nova carta-chave que definiria o melhor Deck do formato: Return from the Different Dimension. Essa carta poderia ser usada em conjunto com 3 cópias do Feiticeiro do Caos para encher a zona de cartas banidas, e então ativar a Return from the Different Dimension e encher o campo para finalizar o oponente. Essa nova variante do Deck Chaos, chamado de Chaos Return causaria um impacto quase que imediato após vencer o Shonen Jump Championship logo após a lista de Abril ter entrado em vigor. O Deck então ia dominar o formato, relembrando os tempos de glória do antigo Deck Chaos. Na maior parte do tempo, o Deck era muito similar ao antigo Chaos Warrior Toolbox, com alguns pequenos ajustes. O primeiro deles foi a introdução de um núcleo Monarch. Enquanto durante muito tempo o principal deles havia sido o Mobius, principalmente antes da Lista de Abril, um outro Monarch, já usado em seu próprio Deck acabou chamando a atenção de outros Decks: Zaborg, the Thunder Monarch. Zaborg teve um aumento nas builds por vários motivos. O principal deles foi que a lista de Abril trouxe de volta a Força do Espelho de volta ao jogo. Isso fez com que o número de Armadilhas nas builds fossem muito menores, uma vez que a Força do Espelho poderia fazer o trabalho de inúmeras outras Armadilhas mais fracas que eram previamente usadas no formato, fazendo com que a remoção de Backrows que o Mobius fazia ser menos crucial. Além disso, com o uso do Feiticeiro do Caos também fez com que a remoção de monstros fosse muito importante, ao mesmo tempo em que precisava de monstros de LUZ para ser Invocado. Esses fatores juntos levaram ao aumento da importância do Zaborg como carta-chave do formato.



    Houve também algumas mudanças adicionais no cardpool e nos staples do jogo. A primeira, e talvez a principal delas foi o aumento do uso contínuo do Dragão Cibernético. Apesar do Dragão Cibernético ser de uso quase que obrigatório em todos os Decks do "Goat Format", eles eram comumente usados em apenas 1 cópia. No entanto, com a natureza mais agressiva do Chaos Return, ele passou a ser comumente usado em 3 cópias. Outra carta que viu jogo nessa época era o Dekoichi, a Locomotiva da Canção de Batalha. Essa carta já era comumente usada em Decks de Monarchs, para acelerar a busca de recursos do Deck, mas agora, para tentar se livrar mais rápido da ameaça do Chaos Return, eles também eram usados em 3 cópias em quase todos os Decks, para conseguir achar os recursos necessários para virar o jogo.



    O outro principal Deck desse formato era o Monarch Control. Este Deck era uma evolução natural do Deck Monarch, que já haviam tido sucesso no formato anterior, mas ao mesmo tempo também acabava por ser uma variante do Deck Chaos, já que a adição do Zaborg e de outras cartas como Return from the Different Dimension davam ao Deck um estilo de jogo muito parecido, com a diferença de que era focado na Invocação-Tributo. Apesar disso, o Deck ainda dependia muito de Flip Effect para administrar seus recursos, enquanto usava o Sapo Arbóreo e o Ceifeiro de Espíritos para manter a presença de campo e Tributá-los para Invocar seus principais monstros. Uma das principais novas Tech Cards para os Monarchs era a Troca de Almas. Essa carta já existia desde 2002, pois havia sido lançada no Starter Deck do Yugi, mas nunca tinha visto um jogo competitivo até esse ponto. Porém a ênfase de se remover monstros do oponente do campo e a necessidade de conseguir Invocar os Monarchs mais facilmente, fez com que essa carta ganhasse importância a partir daquele momento. Não foi, no entanto, tão usada nos Monarchs como seria depois, isso porque, muitos dos Decks Monarchs ainda usavam a variante do Chaos, e não precisavam trazer os Monarchs tão rápido para o campo, já que tinham no Feiticeiro do Caos, uma opção mais viável.



    Juntamente com esses dois Decks, um outro Deck continuava correndo por fora e permanecia com uma força considerável no Meta, mas não era tão dominante. O Stein OTK. Embora o Stein OTK estivesse na espreita desde do fim de 2005, ele nunca havia engrenado de fato no Meta. No entanto, o recente uso do Zaborg, combinado com um antigo facilitador de OTK dos tempos do Cientista Mágico fez com que esse Deck pudesse enfim competir. Essa carta era Testamento. Essa carta permitiu um combo entre o Zaborg e o Cyber-Stein. O combo exigia que o jogador que tivesse Zaborg e Last Will, fizesse a Invocação-Tributo dele e, então Testamento seria ativada e Invocaria por Invocação-Especial o Cyber-Stein. Então ele poderia Invocar o Dragão Gêmeo Cibernético, que junto com o Zaborg, e podendo atacar duas vezes, causava o dano exato de 8000 pontos para o oponente. Essa combinação começaria a realmente "pegar" em Junho de 2006 durante a temporada dos Nacionais. Mais notavelmente, Calvin Tsang conseguiria fazer esse combo dentro do Deck de Chaos Return (o que não era tão comum, pela falta de sinergia entre as duas mecânicas) e ganhar o Canadian National. O que talvez tornasse esse combo mais poderoso, é que ele poderia ser feito usando somente 1 cópia de cada carta. Este fácil acesso visto no Canadian National foi o suficiente para que o torna-se uma mecânica básica em qualquer Deck do formato. Eles estavam em todos os Main Decks ou Side Decks, dependendo da matchup, já que apesar de forte, esse combo era suscetível a qualquer Deck de Burn ou Beatdown, por conta do seu agressivo custo de 5000 pontos de vida.



    E a última coisa a se notar nesse formato foi o rumo que o Deck Warrior Toolbox acabou levando consigo. Embora o Deck tenha dominado completamente o Meta de 2005, a limitação da D.D. Assaltante definitivamente colocou os pés no freio no Deck. A Engine no entanto, ainda sobreviveria, mesmo que de forma menos relevante. A nova versão do Deck agora consistia de apenas uma cópia de cada de D.D. Warrior Lady, D.D. Assaltante, Força Exilada, Don Zaloog e dependendo da build 1 ou 2 cópias de Cavaleiro da Lâmina ou Homem das Espadas Místicas LV2. Esses monstros eram associadas a 1 cópia do Reforço do Exército, embora algumas builds optassem em usar duas cópias dela. Embora a força do Warrior Toolbox tivesse diminuído drásticamente, eles não tinham perdido popularidade como um Deck. Uma nova variante desse Deck porém, surgiu em Abril de 2006, chamado de Rat Box. A versão Rat Box do Deck se desviava do caminho dos monstros de TREVAS, e agora se concentrava mais nos Guerreiros de TERRA para ganhar seus jogos. Essa variação se concentrou no uso do Rato Gigante para trazer diferentes monstros para o campo, algo muito semelhante ao já citado Tomato Control. Apesar do Rat Box ser presença constante em torneios locais, ele nunca causou um impacto sério no Meta durante 2006, conseguindo apenas obter um Top 8 no SJC.



    O Chaos Return Format terminou em Setembro de 2006, com a Nova Forbidden & Limited List, que baniu o Feiticeiro do Caos. Essa nova lista teve um marco importante no jogo, pois marcou o formato como um dos mais curtos do jogo devido à mudança das datas em que a Forbidden & Limited List seriam lançadas no TCG. Antigamente, eram lançadas de 6 em 6 meses, em Abril e Outubro. No entanto, a Forbidden List de Setembro de 2006, marcou uma mudança, e a partir daí elas foram lançadas em Março e Setembro, afim de melhor se alinhar com as listas lançadas no OCG. Essa lista também viu o Ceifeiro de Espíritos ser limitado.



    E por fim, o novo formato que surgiu dessa lista se centrou na principal carta que ainda tinha restado no TCG: Cyber-Stein. Enquanto o Deck Cyber OTK vinha correndo por fora antes da lista, com a agora verdadeira ascenção do Deck Monarch Control, o combo Zaborg/Last Will tornou-se cada vez mais dominante. Agora que os Monarchs tinham finalmente chegado no Topo, e se tornando o Deck mais forte do formato, algumas pequenas mudanças em suas builds começaram a acontecer. Essas mudanças foram iniciadas principalmente por Lazaro Belindo, que ficou em primeiro lugar no Regional de Boston, e por Ryan Spicer, que venceu o torneio em Austin. Essa nova variação, chamada de Lazaro/Spicer Monarch, remontou algumas formas dos Monarchs jogarem antes. Se antes o Deck era focado em Armadilhas de Batalha, para que os monstros fossem Invocados em turnos seguintes, e proteger os monstros Flips, agora o Deck todo estava focado em utilizar os diversos floaters para encher o campo e fazer a Invocação-Tributo. Entre esses floaters entraram o Mago Aprendiz e o Tomate Místico, além dos já utilizados Sapo Arbóreo e Ceifeiro de Espíritos. Esses Decks também costumavam usar os Monarchs mais agressivos. Enquanto os outros jogadores normalmente colocavam entre 2 e 3 cópias de Zaborg e Mobius, a versão de Lazaro costumava usar Zaborg e Thestalos, o Monarca da Tempestade de Fogo. Isso fez com que o Deck tivesse mais potência, além de pressionar muito mais o oponente. A nova versão do Deck também trouxe a tona 3 Magias que já tinha visto um uso em alguns Decks, mas nunca tinham se firmado no Meta: Troca de Criaturas, Controle Mental e Troca de Almas. Troca de Criaturas se tornou uma carta extremamente poderosa para o formato devido a sua habilidade de dar um floater para o oponente, como Sapo Áboreo ou o Tomate Místico por exemplo, para destruí-los e não ter que esperar um turno completo para ativar seus efeitos, dando muito mais velocidade e consistência para esses Decks. Já Controle Mental e Troca de Alma foram cartas muito importantes, e serviam para ajudar a dar monstros como Tributos para os Monarcas, enquanto limpava o campo do oponente. Outra engine que se tornou comum nessa época foi o uso do Espião do Coveiro. Ele era colocado em Decks para prencher um propósito similar ao do Mago Aprendiz, fornecendo um floater para o Deck, além disso ele era muito comum devido à sua maior DEF, tornando-o possível a sobreviver por um turno, enquanto se usavam outra cópia dele para Invocar os monstros Monarcas.





    O Deck Lazaro Spicer/Monarch continuaria dominando o meta de todo o formato até meados de Novembro, com o lançamento da coleção Cyberdark Impact. Essa nova coleção introduziu uma nova carta, chamada Ataque de Corrente, que serviria como base para o mais novo Deck do jogo, chamado de Chain Burn. O Deck em si, era muito mais consistente e mais rápido do que o Stall/Burn, que fez sucesso durante o Goat Format, e até participou um pouco do cenário competitivo. Apesar disso, o Deck não tinha muitas divergências do seu antecessor, e também usava cartas como Accumulated Fortune e Jarra da Ganância, além de outras cartas genéricas de compra, que pudessem gerar diferentes Elos de Corrente, além de dar mais consistência ao Deck, que precisava comprar muitas cartas para ter o necessário para vencer em suas mãos. O aumento do uso do Deck de Chain Burn acabou por dizimar o que estava no meta: Cyber Stein OTK sofria com os constantes danos causados por efeitos, e acabava por não poder utilizar seu efeito, ao custo de 5000 LP, enquanto que o Lazaro Spicer/Monarch sofria por não poder parar o Deck, que era formado por muitas Quick-Plays e Normal Traps (que podiam ser ativadas em corrente, caso fossem alvo de efeito) e possuiam pouquíssimos monstros, o que não justificava o uso do Zaborg.



    Apesar de ter sido amplamente dominado pelos Monarcas, o ano de 2006 ficou muito mais reconhecido pelo Deck Cyber Stein OTK. Isso porque o seu combo era muito rápido e fácil de fazer, o que quebrava os padrões daquela época. Tanto que, em Dezembro de 2006, a Konami lançou a primeira "Lista de Emergência" do jogo, uma lista simples, que somente baniu o Cyber-Stein, mas que foi responsável por mudar drásticamente o formato que seria jogado no próximo ano. 



    Att, Cyberse Team BR!


  • A Rainha dos Gnomos

    A Rainha dos Gnomos

    por CyberseTeamBR em 19/04/2019 - 285 Visualizações, 0 Comentários.

    E ai nosso consagrados, tudo bem? Desculpe-nos pela demora, estamos passando por alguns problemas que não estavam no script nesse mês de Abril! Entretanto, mantemos o nosso compromisso de sempre trazer algo de qualidade e uma novidade para você que acompanha de perto o jogo. E não poderia vir em momento melhor. Como muitos de vocês devem saber, a coleção Dark Neostorm, lançada no OCG a meses atrás está finalmente as portas de ser lançada também para nós do Ocidente, no dia 03 de Maio, porém com seu evento de Sneak Peek no dia 27/28 de Abril. Eu sei que poderiamos esperar para abordar esse tema quando a coleção fosse de fato lançada, mas algo nos pediu para que isso fosse feito de imediato, e se trata da nova Handtrap exclusiva do TCG, que promente "quebrar" o jogo, e como dizem aqui na Bahia, chegar pocando no formato. Preparados? Então sigam-nos.



    NO MATERIAL!





    Gnomatéria é a mais nova carta sensação do momento. E não poderia deixar de ser. Esse pequeno e aparentemente simples monstro Fada, com ATK inoperante e uma defesa que todo mundo passa esconde um grande truque na manga, a começar pelo seu Nível (1), que para os moldes atuais do jogo se torna algo extremamente satisfatório. Ao mesmo tempo, essa carta é capaz de para sozinha o todo o Metagame graças ao seu efeito.  Resumindo: se seu oponente Invocar um monstro por Invocação-Especial e você não controlar cartas, ao custo de descartar essa carta, aquele monstro do oponente não poderá ser Tributado ou usado como matéria para Fusão, Sincro, Xyz e/ou Link. Isso anula completamente o oponente, e o deixa preso em um paradoxo: encerrar o turno de forma precoce, ou gastar muito mais recursos do que o necessário para tentar fazer um campo minimamente forte? Essa resposta, seremos sinceros, você não vai encontrar nesse post, isso porque talvez nem mesmo saibamos qual seja a mais apropriada. Bom, vamos ali fazer um pequeno Test Drive sobre o que essa carta faz em inúmeros Decks do formato.



    Salamangreat



    A situação é bem simples, seu oponente está usando Salamangreat, e você está ali na espreita, esperando o tempo e as jogadas passarem, fazendo cara de inocente e fingindo ser um otaku. Seu oponente Invoca por Invocação-Especial o Salamagrande Lincegueira, e nesse momento, você descarta a Gnomaterial dando alvo nesse monstro Invocado. Pronto, o caos está instaurado. O oponente não vai mais conseguir tirar o Lincegueira do campo, e vai ter que usar meios não convencionais para tentar Invocar por Invocaçâo-Especial o Salamagrande Lobo da Luz do Sol para o campo, na Zona em que o Lincegueira estiver apontando. Provavelmente o combo continuará o mesmo, usando o Salamagrande Migaranhão como base para Invocar o Salamagrande Jack Jaguar, mas no final de tudo, o Jaguar não poderá ser revivido na Zona do Lobo da Luz do Sol, e por consequência o oponente nâo poderá setar suas Traps do Cemitério, perdendo proteção. O Lincegueira não estará no Cemitério para proteger suas cartas, e ele não terá outras Zonas adicionais para Invocar monstros do Extra Deck. 



    Thunder Dragon



    Para enfrentar os usuários de Thunder Dragon, aqui vai uma dica. Use o efeito da Gnomaterial no Dragão-Guarda Elpy ou no Dragão-Guarda Agardor e seu oponente vai chorar feito um bebê. Isso porque ele não poderá avançar em sua mecânica, e não poderá usar um dos monstros como matéria para a Invocação de outros, e possívelmente, não conseguirá fazer seus Links mais fortes e com as setas estratégicas para Invocar outros monstros Dragão do Deck ou do Extra e ficará simplesmente preso em campo com um Guardragon e possívelmente algum Colosso Dragão do Trovão, mas que não estará devidamente protegido. Além disso, você pode esperar o seu oponente avançar se preferir, e usar o efeito da Gnomaterial no Caveira Ameaçadora Saryuja, impedindo-o de usar o próprio Saryuja para Invocar uma segunda cópia, ou dar alvo em algum dos seus Monstros Trovão, ele terá de fazer um maior esforço para Invocar suas fusões, e ficará com um Thunder preso em campo.



    Sky Striker



    Talvez o Deck que mais venha a sofrer com essa carta. Vamos supor que seu oponente Invocou por Invocação-Especial 1 Força Celeste - Ás - Kagari , a partir desse momento, você pode dar alvo nesse monstro e seu oponente não poderá mais fazer nenhum outro Link naquele turno e ficará com um campo muito frágil se não tiver como counterar sua carta. Além disso, terá poucas cartas para buscar. Mas você pode ser ainda mais cruel, é divertido. Se seu oponente der a sorte de começar com uma Força Celeste - Mecha - Drones Zangões na mão e ativá-la, você pode dar alvo no Token que foi Invocado, a sorte vai rapidamente ter efeito contrário, porque seu oponente não poderá usar aquele Token como matéria para uma Invocação-Link e possivelmente terá de passar o turno assim, e mesmo que consiga Invocar a Força Celeste - Ás - Raye e usá-la como matéria, ficará com um monstro preso na Main Monster Zone, praticamente o impossibilitando de ativar qualquer efeito do Arquétipo, já que a condiçâo para tal é não possuir monstros na Main Monster Zone.



    Orcust



    Seu oponente Invocou a Orcust Knightmare, nesse momento, você pode escolhê-la como alvo do seu efeito. O oponente não poderá fazer a Galatea, a Orcust Mecânica e dar continuidade aos combos, assim como também não poderá usar esse monstro para Invocar o Dingirsu, o Orcust da Estrela da Noite, um novo Xyz de Rank 7 que virá na coleção. Com isso ele ficará preso em campo com um monstro com pouco poder de ATK/DEF, e sem proteção alguma. De qualquer forma, ele terá de fazer uma volta bem maior para Invocar seus Links e gastará mais recursos, o que fará com que o Deck perca consistência e velocidade.



    Considerações Finais



    Além do que já foi falado acima, ainda existem muitas opções genéricas para o uso dessa carta. Em Decks de Guerreiro por exemplo, você pode escolher algum Guerreiro em campo,, e mesmo que momentâneamente, impedir seu oponente de chegar no Isolde, Dois Contos dos Nobre Cavaleiros,, ou até mesmo escolher o próprio Isolde no campo, e deixá-lo preso, sem a possibilidade de ser usado como Matéria Link. Outra opção é utilizar o efeito dessa carta na Feiticeira Invocadora, deixando-a presa em campo, assim como usar no Reprodoco para deixá-lo onde está. Outra coisa interessante é que essa carta pode parar o Entidade Exterior Azathot, escolhendo como alvo o Xyz DARK que já tenha sido Invocado em campo, com isso, o oponente não poderá usá-lo como matéria e será uma dor de cabeça a menos.



    Lembrando que, todas as cartas aqui citadas já estão ou estarão disponíveis na plataforma muito em breve. Não deixe de reforçar seu Deck da melhor maneira possível com os nossos produtos sempre por preços justos e com garantia de entrega. Não deixem de visitar o canal Cyberse Team BR no Youtube, assim como o blog www.cybersebr.blogspot.com, que sempre que possível trará uma novidade para todos vocês, com temas bem diversos e atuais. Até a próxima pessoal, lembrando que, muito provavelmente a Parte 2 da história de Yu-Gi-Oh! sairá nos próximos dias, então não deixem de acompanhar! Se cuidem, hidratem-se, e cuirtam o feriado!



     



    Att, Cyberse Team BR!


  • Ao Infinito e Além!

    Ao Infinito e Além!

    por CyberseTeamBR em 21/03/2019 - 492 Visualizações, 0 Comentários.

    Salve duelistas!



    Hoje, 21 de Março de 2019, chega ao TCG, a mais nova coleção chamada The Infinity Chasers, ou em Português, chamada de Os Caçadores do Infinito. É mais uma das muitas coleções especiais trazidas para o público, com 60 cartas, 40 Super Rares e 20 Secret Rares. Possuem 3 novos Arquétipos com mecânicas até certo ponto inovadoras, mas com um pouco de elementos já antes vistos, além de reprints interessantes, que estão divididos em 24 pacotes. E é nesse post que você fica por dentro de todas as novidades do nosso querido e amado jogo. Vem com a gente, e vamos fazer um test drive!



    Deck #1: Infinitrack





    Também conhecido como "Infinite Ignition" no OCG, esse é um dos mais novos Decks introduzidos nessa coleção. Todos os monstros do Arquétipo são do Tipo Máquina e do Atributo TERRA, e trabalham com a mecânica de Xyz e Link. É um Deck beatdown extremamente agressivo, até mesmo com os seus monstros de Main Deck, que permitem uma ótima interação com outros Arquétipos como os Trains ou Ancient Gear, que graças a cartas como Ferrovia Célere Pégaso Alado e Wivern do Mecanismo Antigo ganham muito mais consistência, pelos mesmos também possuírem o mesmo status, sendo monstros Máquina do Atributo TERRA. Os monstros de Main Deck giram em torno de fazer um swarm no campo, e possuem efeitos que manipulam os Níveis dos seus monstros, feita de forma interna, dentro do próprio Arquétipo, o que dá consistência. Na prática, fazem o mesmo que as Spells do Anime Yu-Gi-Oh! ZEXAL faziam, de forma bem menos consistente, por não serem buscaveis e bem situacionais. 



    Além disso, todos os seus Monstros Xyz tem a habilidade de associar monstros destruídos pelos mesmos a eles como matéria, e também podem ser revividos do Cemitério ao Tributar 1 Monstro Link Máquina. Porém, na contra-mão dos monstros de Main Deck, a grande maioria dos Monstros Xyz tem efeitos que se baseiam em proteger o campo, ou destruir cartas do oponente, para controlar as ações no campo, enquanto possuem altos valores de ATK. Isso também dá ao Deck, um pouco da característica de controle de campo, não muito comumente vista em outros Decks do estilo Beatdown. 



    O Deck também conta com 2 Monstros Link: Infinitrack Goliath, um monstro de Link-1 que entra fácil e campo, e serve exclusivamente para ser alvo dos Tributos dos seus Monstros Xyz, já que, ao ser enviado para o Cemitério, se associa a um monstro, e protege-o de ser destruído por qualquer efeito de carta. Já o Infinitrack Fortress Megaclops vai no sentido totalmente oposto, e é o principal monstro do Deck. Ele é um Link-3 com absurdos 4000 de ATK, e que precisa de 3 Monstros Xyz para ser feito. Apesar de difícil, é algo que compensa, já que ele não é afetado por nenhum efeito que não sejam de Monstros Xyz e não pode ser destruído por nenhum monstro que não seja um Monstro Xyz, além de também ser capaz de reviver um Monstro Xyz do Cemitério por turno, usando cartas do oponente como matéria.



    Além disso, o Deck tem sua própria Rank-Up-Magic, que é a Outrigger Extension, que é buscável pela Infinitrack Crab Crane que permite Invocar do Extra Deck, 1 monstro Máquina de Rank maior do que outro que você controla. Isso serve muito bem para os próprios Xyz do Arquétipo, que possuem Ranks distintos, do 5 ao 9, mas o que o Deck sempre quer fazer mesmo é o Dragão Cibernético do Infinito, que é totalmente acessível graças aos seus Rank 5, e também por conta dessa carta.



    Deck #2: Witchcrafter





    Chamado de "Witchcraft" no OCG, esse é o segundo dos três Arquétipos que serão lançados na coleção. E dentre todos os outros, o mais hypado pela galera. Não possuem nenhum monstro de Extra Deck, o que é bem interessante para a Era Link, e além disso, todos os seus Monstros possuem Quick Effects que são ativados ao custo de descartar 1 Spell Card. Os monstros de Nível 4 ou menor, também precisam se auto-Tributar para Invocar por Invocação-Especial um monstro "Witchcrafter" diferente do Deck, além de possuirem efeitos que ativam no Cemitério, ao se banirem, e que servem para recuperar recursos e dar consistência. Já os monstros de Nível 5 ou maior só precisam descartar, mas ficam limitadas a Invocar por Invocação-Especial somente monstros da mão, além de dar efeitos de suporte, como negar outros efeitos de monstro em campo, que sua carta principal Witchcrafter Madame Verre faz com extrema facilidade.



    Cada monstro de Nível 5 ou maior também possuem efeitos que dão suportes para monstros Spellcaster como um todo, que incluem se auto-Tributar para Invocar outro monstro, gerar proteção contra efeitos, ou aumentar seus ATK/DEF, além disso, eles também servem como swarm, já que enchem o campo com extrema facilidade, e por esse motivo, podem ser usadas em conjuto com outros Decks Spellcasters, como os Spellbooks ou Dark Magician, que também abusam do uso de Spells em suas mecânicas de jogo.



    E para garantir que as suas jogadas possam continuar sem nenhum out de recursos, todas as Spells do Deck possuem um efeito em comum, onde durante a Fase Final, elas retornam do Cemitério para à sua mão ou campo se você controlar algum Witchcraft. Apesar de ser bom para pagar os custos dos seus monstros, isso também pode nos gerar um perigoso drawback, já que não poderemos usar os seus efeitos principais no turno em que ela retornar para à mão por seus próprios meios. Entre suas principais cartas estão as Witchcrafter Creation, que busca qualquer monstro do Arquétipo do Deck para à mão, além da Witchcrafter Bystreet, uma Magia Contínua que nos oferece proteção, além de poder ser usada como substituta para o custo de algum efeito. Porém, as outras Spells também tem um papel importante no Deck, já que possuem variados efeitos que podem reciclar recursos, reviver monstros, destruir cartas ou retornar cartas para a mão,



    De todo modo, a melhor Spell/Trap do Arquétipo é sem dúvidas a Witchcrafter Masterpiece: uma Trap que nos permite adicionar 1 Spell do nosso Deck para a nossa mão, com o mesmo nome de outra Spell em qualquer Cemitério, e servindo não só para adicionar as nossas cartas "Witchcrafter" em uma eventual Mirror Match, assim como para adicionar cartas como Reviver Monstro, Chamado da Cova ou Raigeki, que são cartas comumente utilizadas no formato, e que podem já estar no Cemitério do nosso oponente. Além disso, a Masterpiece também pode se banir,  junto com qualquer número de Spells do Cemitério, e Invocar um "Witchcrafter" cujo Nível seja igual ao de cartas banidas, podendo trazer inclusive a Master Verre ou a Witchcrafter Potterie, que ao custo de descartar 1 Spell, pode trazer QUALQUER outra Witchcrafter para o jogo, e por ser de Nível 2, gasta muito menos recursos do Cemitério.



    Deck #3: Evil Eye





    Apesar de ser o Deck menos comentado dentro da coleção, esse é o Deck que acreditamos que pode nos trazer boas surpresas. Chamado de "Cursed Eye" no OCG, esse Deck tem como foco o uso da Equip Spell Card Evil Eye of Selene, enquanto controla o campo com efeitos de monstros, bloqueando as ações do seu oponente. Seu principal monstro de Main Deck é o Serziel, Watcher of the Evil Eye, que quando Invocado por Invocação-Normal, nos permite adicionar qualquer carta "Evil Eye" do Deck à mão, exceto ele mesmo, sendo o principal buscador do Deck e um alvo fácil para a Evil Eye of Selene. E por falar nisso, quando está equipado com ela, ganha um Quick Effect, que permite destruir 1 monstro Invocado por Invocação-Especial do oponente, mas te obriga a destruir 1 carta sua na próxima Standby Phase, mas que de certa forma pode te ajudar na mecânica do Deck.



    Outra carta que será comumente usada em conjunto com o Serziel é a Medusa, Watcher of the Evil Eye, que quando Invocada por Invocação-Normal nos permite adicionar 1 carta "Evil Eye" do Cemitério a nossa mão, sendo uma ótima recicladora de recursos (que foram destruídos pelo efeito do Serziel). Além disso, quando equipada com e Evil Eye of Selene, também ganha um efeito Quick, que pode banir 1 carta do Cemitério do oponente, sendo muito útil em muitas Matchups do Meta (Salamangreat, Sky Striker ou Orcust, por exemplo). Mas, durante a próxima Standby Phase, você terá que banir 1 carta do seu Cemitério. E também temos o Basilius, Familiar of the Evil Eye, que pode ser Invocado caso já tenhamos um Evil Eye no campo, e uma vez por turno, nos permite enviar uma Spell/Trap para o Cemitério, o que é muito bom para enviarmos a Equip Spell Card.



    O Arquétipo também tem um Monstro Link, chamado de Zerrziel, Ruler of the Evil Eyed, que caso seja feito usando um monstro com 2600 ou mais de ATK, pode atacar duas vezes em cada Battle Phase, e além disso, se equipado com a Equip Card, pode destruir 1 carta do oponente como um efeito Quick. Ele também nega os efeitos de um monstro para o qual ele apontar durante a Standby Phase, o que pode ser extremamente útil para negar os efeitos prejudiciais dos seus próprios monstros Evil Eye.



    O Deck também conta com uma Magia de Campo, chamada de Evil Eye Domain - Pareidolia, que pode ser buscada pelo Serziel, e também é uma ótima buscadora, já que quando ativada, nos permite adicionar qualquer monstro do Arquétipo para a mão, que normalmente será o Basilius, que enviará a Evil Eye of Selene para o Cemitério. Já a Evil Eye of Selene nos premia com seu maravilhoso efeito: o monstro equipado não poderá ser destruído por batalha ou efeitos e nem alvo de efeitos, e além disso cada vez que o monstro equipado, ou outra carta "Evil Eye" ativar seu efeito ou for ativada, o monstro equipado ganhará 500 de ATK, e você perderá 500 LP. Isso deixa o campo muito forte, uma vez que ativamos múltiplos efeitos em um só turno, e enquanto destruimos as cartas do oponente, ou reduzimos os seus recursos, os monstros vão ganhando ATK e se tornando imunes a destruição ou efeitos. Além disso, caso esteja em seu Cemitério, ao simples custo de banir 1 outra Spell/Trap e pagar 1000 LP, você pode Baixa-la de volta ao campo, e proteger os seus monstros novamente.



    Além disso, o Deck também conta com poderosas Spells/Traps como a Evil Eye Awakening, que quando ativada, nos permite Invocar um Evil Eye do Cemitério, mas que pode Invocar do Deck, caso controlemos a Equip Spell do Arquétipo. Outra carta que merece destaque é a Evil Eye Confrontation, que é uma Quick-Play com o efeito idêntico ao do Mystical Space Typhoon, mas que nos dá um bônus de banir a Spell/Trap destruída caso controlemos a Equip Spell. 



    E por fim, temos a Evil Eye Mesmerism, que nos permite tomar o controle de um monstro do oponente Invocado por Invocação-Especial com um ATK maior do quê os nossos monstros Evil Eye, além de tratá-lo como um monstro "Evil Eye", que serve de efeito para ativarmos a nossa Equip Spell utilizando ele como alvo. E também temos a Evil Eye Retribution, que é a nossa Solemn Judgment do Deck, negando a ativação de qualquer Spell/Trap caso controlemos um "Evil Eye", e não podendo ter sua ativação negada caso a Equip Spell Card esteja ativa no campo. E sem dúvida, essa incrível consistência e rapidez do Deck pode fazer com que eles virem uma grata surpresa no Metagame,  mesmo como um bom rogue.



    Lembrando que, se você gostou das novas cartas e pretende tê-las em sua coleção, não esqueça que em breve na MYP Cards, você terá todas elas por um preço totalmente acessível! Não deixe de conferir. Assim como também vos peço para que visitem o nosso canal no Youtube, e se inscrevam, caso ainda não estejam inscritos. Temos vídeos novos toda Segunda, Quarta e Sexta, e por vezes um vídeo extra na semana!



    Até a próxima pessoal :)



    Att, Cyberse Team BR!


  • O Dia das Duelistas - As Mulheres em Yu-Gi-Oh!

    O Dia das Duelistas - As Mulheres em Yu-Gi-Oh!

    por CyberseTeamBR em 08/03/2019 - 708 Visualizações, 0 Comentários.

    Uma coisa é fato: o machismo e o preconceito está enraizado na nossa sociedade desde o momento em quê nascemos. Tudo começa pelo simples fato de dividir o que é "de homem" e o que é "de mulher". Raras excessões irão olhar para um pequeno garotinho brincando de bonecas sem questionar sua sexualidade, apesar do mesmo ainda não ter a miníma noção do assunto, mas tudo isso muda quando esse certo garoto cresce e diz: "Peguei quatro hoje". Frases como "meu garoto", "é assim que se faz", "jogue duro pivete" se tornam o cotidiano para essa situação, como se mulheres fossem apenas objetos do prazer. Porém, elas são muito mais que isso, mulheres podem fazer o que quiserem, são gente como qualquer pessoa, seres humanos e tem suas vontades como todos os outros, mesmo que seja jogar futebol, ser piloto de avião ou até mesmo jogar Yu-Gi-Oh!, e estipular o que é ou não que elas devem fazer é o primeiro passo para a ignorância. O post de hoje vai ser polêmico, e sair um pouco da rotina, mas é algo extremamente necessário de ser dito, não só no mundo de Yu-Gi-Oh, mas como um todo.





    Diferindo Desigualdade



    Acredito que boa parte dos leitores daqui quissesem que houvesse igualdade, mas infelizmente não há. É fato histórico: mulheres em Yu-Gi-Oh! são um número extremamente reduzido se comparado aos homens, até mesmo nas animações de TV. E é impossível falar disso sem dar uma pequena aula de sociologia virtual. Homens desde cedo são expostos a videogames, futebol, jogos de cartas ou qualquer outro passatempo qualquer, enquanto que no mesmo período as mulheres são quase que forçadas a fazerem as famosas coisas "de mulher", como cozinhar, lavar roupa, limpar a casa e deixar tudo limpo para o seu "dono". Quando crescem, todo o interesse em videogames, cartas ou qualquer outra coisa vão para as cucuias, e a mulher normalmente acaba ficando refém do seu namorado mandão e viciado em cartinhas, apesar haver excessões a regra.



    Vamos seguir a lógica. Um homem pode e deve cozinhar, mas grande maioria só o faz por extrema necessidade ou por vontade própria, enquanto que é muito raro vermos uma mulher que não cozinhe, já que são "coisas de mulher", e mesmo aquelas que cozinham mal, ao menos cozinham, porque foi imposto pela própria sociedade, e em muitos casos até pela própria mãe ou família que ela tem que cozinhar. Pode parecer algo de extrema inocência, mas "brincar de boneca" não passa de uma simples desculpa para que a criança se familiarize com a maternidade e com as crianças, já que de acordo com a sociedade, é função da mulher cuidar de crianças, e se essa criança for desobediente, logo vem a clichê frase "sua mãe não te deu educação não?", como se ela tivesse feito um filho sozinha.



    Yu-Gi-Oooooh!



    E é nesse pequeno detalhe com grandes consequências que está o principal motivo. Uma mulher, ao seu posto de "empregada" dos homens, nunca vai ter o mesmo tempo livre que os homens para assistir um Anime sobre Yu-Gi-Oh! ou qualquer outro assunto. O público feminino é históricamente menor no quesito audiência desse tipo de programa, e isso pode ser visto com estátisticas, onde no Japão, dos episódios exibidos, somente cerca de 5% dos telespectadores são mulheres, e olha que estamos falando de um país onde recentemente, as mulheres têm se destacado, inclusive por lá existe um torneio de Yu-Gi-Oh! exclusivo para as mulheres. Imagine isso em um país machista e subdesenvolvido, como o Brasil por exemplo.



    E foi pensando nisso, e em como resolver esses problemas, que nós do Cyberse Team BR no simbólico dia 08 de Março, entrevistamos duas duelistas, recém chegadas no jogo. Elas dão a suas opiniões e respondem perguntas sobre como enxergam o jogo, pois nada melhor do quê a visão de uma mulher sobre os fatos.



    ENTREVISTADA #1: VIVI MATTOS



     



    CYBERSE TEAM: "Como você conheceu e se interessou por Yu-Gi-Oh!?"



    VIVI MATTOS: "Conheci e me interessei porque meu namorado joga, seria um passa tempo a mais entre a gente."



    CYBERSE TEAM: "Como você vê o cenário de Yu-Gi-Oh! como um todo?"



    VIVI MATTOS: "É um jogo onde se usa muito a cabeça, o interessante é você ter que montar estratégias pra acabar com o oponente. (apesar de não conhecer quase nada, sei e vejo algumas coisas). Vejo o meu namorado jogando, ele usa Magician, já assisti várias vezes e o jogo é muito complexo."



    CYBERSE TEAM: "Você acha que a Konami cria meios para inserir mulheres no jogo?"



    VIVI MATTOS: "Acredito que sim, apesar do público masculino ser o grande alvo, a Konami produz Decks que desperta o interesse visual de garotas que querem aprender e entrar nesse mundo."



    CYBERSE TEAM: "Em sua opinião, o que justifica o baixo número de mulheres em geral nos Cardgames comparado com o número de homens?"



    VIVI MATTOS: "Acredito que a justificativa do baixo número de mulheres é justamente o desrespeito pela parte dos homens, a falta de interesse de manter uma interação para ter conversas sobre o jogo e o machismo em si, isso acaba desanimando e fazendo com que as meninas se afastem por vergonha ou medo de serem rebaixadas."



    CYBERSE TEAM: "Você já sofreu algum tipo de assédio moral ou sexual por ser mulher enquanto estava jogando Yu-Gi-Oh?"



    VIVI MATTOS: "Bom, nunca sofri nenhum assédio, eu não jogo o jogo físico, e ainda não tenho um Deck próprio, apesar do meu namorado me ensinar muitas coisas sobre regras e sobre os cards em geral. [...] Sempre que chego em uma loja com ele, os caras mal falam comigo, perguntam apenas qual Deck eu queria e falam que não é um Deck tão bom assim, então eu acabo não conversando muito."



    CYBERSE TEAM: "Qual o seu Deck favorito, e por qual motivo?"



    VIVI MATTOS: "Bom, o Deck que mais me chama atenção é o Fluffal, ele está na minha lista de compras. Tenho algumas cartas avulsas e acho o Deck muito lindo e fácil de jogar, apesar de não ser o melhor Deck do jogo, curto ele demais."



    CYBERSE TEAM: "Você já assistiu algum Anime de Yu-Gi-Oh!? Se sim, o que pensa das poucas mulheres em destaque?"



    VIVI MATTOS: "Comecei a ver o anime na Netflix (Yu-Gi-Oh! Duel Monsters). Ainda não terminei. Mas é como eu disse, eu acho eles (Konami) tentam introduzir o público feminino ao jogo apesar de não serem o grande alvo. [...] Tentam manter um equilíbrio pra combater o famoso tabu de que mulher não "pode" jogar Yu-Gi-Oh!"



    ENTREVISTADA #2: DRIANE DE MELO



     



    CYBERSE TEAM: "Como você conheceu e se interessou por Yu-Gi-Oh!?"



    DRIANE: "Quando eu era mais nova assistia o anime com alguns amigos, e perto de minha casa na época vendia as cartas em uma lojinha, então eu jogava direto com meus amigos."



    CYBERSE TEAM: "Como você vê o cenário de Yu-Gi-Oh! como um todo?"



    DRIANE: [NÃO SOUBE RESPONDER]



    CYBERSE TEAM: "Você acha que a Konami cria meios para inserir mulheres no jogo?"



    DRIANE: "Não, não vejo quase nenhum incentivo."



    CYBERSE TEAM: "Em sua opinião, o que justifica o baixo número de mulheres em geral nos Cardgames comparado com o número de homens?"



    DRIANE: "A falta de oportunidade e de aceitação, é dificil começar em um mundo onde só há homens e quase ou nenhuma mulher, não nos sentimos bem-vindas e muitas vezes não encontramos muita confiança para jogar ou receber conselhos."



    CYBERSE TEAM: "Você já sofreu algum tipo de assédio moral ou sexual por ser mulher enquanto estava jogando Yu-Gi-Oh?"



    DRIANE: "Não, mas já recebi alguns olhares e indiretas que já me constrangeram muito."



    CYBERSE TEAM: "Qual o seu Deck favorito, e por qual motivo?"



    DRIANE: "Lunalight foi o primeiro Deck com que joguei depois de muito tempo e o Deck que foi dado de presente pelo meu marido."



    CYBERSE TEAM: "Você já assistiu algum Anime de Yu-Gi-Oh!? Se sim, o que pensa das poucas mulheres em destaque?"



    DRIANE: "Sim, assisti o clássico, o GX e alguns episodios do 5D's e ARC-V. Não posso dizer que as personagens femininas são ao todo ruins pois muitas são empoderadas da maneira correta, porém são muito pouco aproveitadas e geralmente são postas de lado na maior parte da história, a menos que ela venham ajudar o protagonista em alguma saga especifica e mesmo assim nunca vão muito longe, sem contar que as personagens femininas nas historias são muito poucas."



    CONSIDERAÇÕES FINAIS



    Essa foi um post curto, é um assunto muito delicado e muito complexo. Enquanto não mudarmos como sociedade, o cenário dentro do jogo não vai mudar. Os missplays propositais, as piadinhas de duplo sentido, os olhares indevidos, entre outros, vão continuar se não houver uma Metamorfose. O nosso intuito foi mostrar e homenagear as nossas duelistas, guerreiras e que se fazem destacar em meio a tanto machismo e decadência. Um feliz dia das mulheres, para todas as duelistas, e que vocês possam seguir em frente sempre, na carreira que quiserem, no jogo que quiserem, no Deck que quiserem, sem nenhum tipo de medo ou constrangimento.



    Não se esqueça que nunca recebemos problemas maiores do que podemos resolver. Se você for vítima de algum assédio ou piadinha de mau gosto, denuncie, ligue para a policia ou comunique a loja. Vamos mostrar que o machismo não tá com nada e lançar um ataque direto contra esses problemas. Peço desculpas em nome de todos os homens da comunidade, e sei que alguns estão comigo, apesar do fardo pesado. 



    Um feliz dia das mulheres!



     



    Att, Cyberse Team BR!


  • Salamangreat: Hype ou Meta?

    Salamangreat: Hype ou Meta?

    por CyberseTeamBR em 19/02/2019 - 1591 Visualizações, 0 Comentários.

    Nos últimos meses um Deck um tanto quanto não esperado tem chamado atenção no OCG, e não estamos falando de Nekroz, Dark Magician ou Artifact, e sim dos Salamangreats. Levando em conta que a tempos atrás esse Arquétipo mal era jogável, isso despertou curiosidade, e ao mesmo tempo gerou um incrível hype em proporções nunca antes vistas no jogo, e por conta disso acredito que vale a pena fazer uma análise rápida sobre o Deck e dar uma opinião sobre ele, além de dizer o que esperar do futuro dele.





    O começo de tudo 



    Tudo começou com o lançamento da coleção Fusão da Alma, que chegou para o ocidente no dia 19 de Outubro de 2018, onde os primeiros Salamangreats foram lançados. O grande "x" da questão é que até esse momento, o Deck era horrível, sem exageros. Ele não tinha uma mecânica consistente, e era basicamente lento e seguia direções opostas. Com a chegada das cartas da coleção Ataque Selvagem, lançado em 31 de Janeiro, o Deck ganhou um pouco mais de força e seu principal Monstro Link, o Salamagrande Lobo da Luz do Sol, mas ainda assim, a forma como conseguia-se chegar nele era lenta e relativamente fácil de se parar.



    Foi então que, no OCG, com a chegada do Structure Deck: Soulburner, o Arquétipo recebeu grande quantidade de suportes consideraveis, e diferentes de suas primeiras cartas, eles possuiam um padrão de jogo, que foi responsável por dar a consistência que faltava ao Deck, mas muito além disso, essas cartas também auxiliavam a ofensiva, a defensiva e o recovery do Deck, ou seja, tudo mudou drásticamente. Mesmo assim, a comunidade de players de Yu-Gi-Oh! em grande parte do mundo desconsiderou o Deck, e apesar de reconhecer sua grande melhora, desacreditou que ele pudesse vencer torneios relevantes. Contudo, no final de Dezembro de 2018, o Deck conseguiu uma façanha que ninguém esperava, venceu um torneio de grande relevância no OCG. Mas até então era um fato isolado, e pouco se deu crédito ao Deck, porém dias depois mais Deck começaram a ganhar e topar em grandes torneios e o Deck se tornou o meta mais forte e relevante do formato, e tudo isso pode ser facilmente comprovado com as estatísticas do site Road of the King, que semanalmente, oferece a porcentagem de Decks em grandes torneios do OCG.





    Jogabilidade



    O Deck Invoca diversos monstros em campo enquanto envia recursos para o Cemitério, para Invocar seus Monstros Links e ter o máximo de Backrows (defesas) setadas no campo para segurar o oponente, além de contar com um grande uso de Handtraps na mão, principalmente a Florescer de Cinzas & Primavera Feliz, que por ser de FOGO possui uma incrível consistência com o Deck, que pode reciclá-la do Cemitério. Com a chegada do Salamagrande Gazela o Deck ganhou a capacidade de começar ou até mesmo extender jogadas, enviando seus recursos para o Cemitério. Entre eles, você pode mandar o Salamagrande Espiraloso, que por seu efeito poderá se Invocar do Cemitério para trazer por Invocação-Xyz o Salamagrande Migaranhão, o melhor monstro do Deck, que vai te tirar do early game e te dar uma grande possibilidade de jogadas. A partir daí, você toma as decisões sobre o que poderá fazer. Como foi dito, o Deck trabalha muito com o Cemitério, sendo sua principal fonte de jogadas e reciclagem de cartas, devido ao efeito da Rugido Salamagrande (que irei falar mais tarde) e do já citado Salamagrande Lobo da Luz do Sol (que será analisado com mais detalhes ao longo do post). 





    Análise - O Lado bom dos Salames Grandes!





    • Ofensiva: Tanto por seus monstros ou seus efeitos, o Deck não peca nesse aspecto. No seu primeiro turno, o Deck consegue criar um bom campo, enquanto segura seu oponente com suas Traps, fazendo seu adversário perder seus recursos enquanto tenta sobreviver e chegar ao próximo turno. O destaque sem dúvida fica com as novas cartas Rugido Salamagrande Fúria Salamagrande, que dão características defensivas ao Deck. A Fúria Salamagrande pode destruir cartas no campo até o número de Marcadores Link de um Salamangreat no campo Invocado usando ele mesmo como matéria, ou descartar uma carta do Arquétipo para destruir outra carta no campo, enquanto a Rugido Salamagrande pode se setar do Cemitério quando um Salamangreat Link é Invocado usando ele mesmo como matéria (podendo ser enviado para lá pelo efeito do Gazela), e pode negar ativações de efeitos de Magia/Armadilha ou monstros do oponente. Essas são as duas principais formas de segurar o seu oponente, mas os monstros também tem o seu papel importante, funcionando como iniciadores ou extensores de jogadas, lhe permitindo sair do late game e avançar seu jogo. E o principal destaque fica com o subestimado Salamagrande Leardor, que quando Invocado embaralha uma Magia/Armadilha do oponente ao Deck, e você pode usar o mesmo como matéria para Invocá-lo de novo e se livrar de outra carta! Essa é a melhor forma de lidar com o backrow do oponente, e como o Deck tem um alto fator de combo e spam de monstros, não é difícil imaginar que haverá diversos Salamangreats no campo para dar um OTK no seu oponente ou finalizar o oponente no próximo turno.




    • Defensiva: O Deck consegue se defender muito bem, protegendo os seus monstros e a Salamagrande Santuário, com o mais novo Salamagrande Lincegueira no Cemitério, pois ela protege suas cartas da destruíção uma vez por turno quando está no Cemitério, se banindo de lá. E isso dá um poder de sobrevivência ao Deck para chegar ao próximo turno e continuar seus combos ou Invocar um monstro de Link 4 (que falta ao Arquétipo) como o Dragão Callibregado. As Traps, como já foi citado, também te ajudam na defesa do Deck, além do próprio Lobo da Luz do Sol reciclar suas próprias cartas e a própria Rugido Salamagrande se reciclar, fazendo uma coleta literalmente seletiva dos recursos do seu Cemitério.




    • Consistência: O Deck tem uma boa consistência. Ele faz ótimos combos de duas cartas, que geram inúmeros recursos e a combinação dessas cartas podem ser diversas, além do mesmo possuir Monstros Links que lhe geram vantagem. Lincegueira pode buscar a Magia de Campo (Santuário), te possibilitando fazer a famosa "Link de Reencarnação" com seu Lobo da Luz do Sol, que quando Invocado usando ele mesmo como matéria, irá reciclar suas Magias e Armadilhas do Cemitério para serem usadas no turno do seu oponente, além disso, quando outro monstro é Invocado em sua Zona, ele pode reciclar seus monstros do Cemitério, adicionando-o à sua mão, lhe dando um follow-up para jogar o próximo turno. Porém, o Brick (mão ruim) do Deck funciona muito num estilo Monarca, onde você não consegue fazer nada e passa o turno, que pode ser um dos fatores de risco para a não ingressão do mesmo no competitivo.




    • Resistência: Em termos de jogadas, o Deck tem uma baixa resistência. Qualquer coisa ativada no meio do combo pode ser comparado com um tiro de um sniper bem no meio de sua testa: sua jogada morre por ali, e você tem que torcer para seu oponente não conseguir te matar no próximo turno. É por esse motivo que o Deck usa cartas como Chamado da Cova, para te proteger dessas eventuais situações. Entretanto, se você conseguir passar o turno com o campo que o Deck é programado para fazer, o Deck ganha pontos nesse tópico, já que oponente terá dificuldade de passar por cima dos seus monstros graças a resiliência do Lincegueira, juntamente com suas Armadilhas que vão lhe dar fôlego no turno do oponente. Basicamente, o Deck "morre" se tomar algo no meio do combo e não conseguir negá-lo. Caso isso não aconteça, o oponente provavelmente não conseguirá passar pelo seu campo.




    • Recovery: A pergunta que não quer calar: "O Deck consegue jogar mesmo se tiver perdido o campo todo?" Sim, consegue. Como foi dito acima, o Lobo da Luz do Sol te dá um follow up graças ao seu efeito, o que já é importante para recomeçar suas jogadas, principalmente se ele tiver adicionado o Salamagrande Raposex ou Gazela, que são essenciais para o seu combo. Mas sem dúvida, a melhor carta nesse quesito é o Salamagrande Toupeira. Basicamente, se você não tem monstros no campo, você pode banir ele do seu Cemitério, e voltar 5 cartas Salamangreat do Cemitério ao Deck e comprar 2 cartas. Além da sua normal draw, ele ainda te dá outras 2 cartas de graça, te deixando com ao menos 4 cartas na mão sem gastar nada, e ainda podendo ter o Lincegueira no Cemitério para proteger o batalhão.







    Opinião - Hype ou Meta?



    Essa é uma pergunta difícil de responder. O Deck tem tudo para ser Meta, tendo em vista os seus resultados mais recentes no TCG, mesmo somente uma semana após o lançamento. Ele venceu o Pro Player Tour Atalanta, e foi o Deck mais popular e o que mais topou no ARG Vegas. Não posso negar: O deck é bom, muito bom, mas apresenta defeitos claros, como seu brick absurdo e fragilidade gigantesca na hora de combar, o que faz com que ele tenha características não muito boas para a ingressão dominante no meta. Vale ressaltar que no OCG, a Banlist foi severa com os Decks mais fortes do formato, mas aqui no TCG, temos Thunder Dragon, Sky Striker e Altergeist com toda a força, o que deixa muito mais difícil qualquer Match contra esses Decks, pois apesar de ter uma boa match contra Sky Striker (indo em primeiro), o Deck não se dá bem contra Altergeist e Thunder Dragon (que estão enfraquecidos no OCG) e precisa de uma build específica para vencê-los, usando engines como os Artifacts ou com Kaijus, por exemplo, pois os mesmos são Decks de controle, e colocam campos muitos dificeis de quebrar e monstros com alto poder de ATK. Apesar disso, o Deck possui uma ótima match contra outros Decks de Link, inclusive contra ele mesmo, graças a "Super Poly" do Arquétipo, chamada de Fusão de Fogo, que pode facilmente Invocar o Salamagrande Quimera Violeta usando monstros do oponente e dar um baita OTK. Porém, o Deck tem cada vez mais recebido suportes, e vem se tornando cada vez mais consistente. Quem sabe num futuro, a Konami não venha a lançar uma Banlist que enfraqueça os atuais Decks do formato, e assim Salamangreat não venha a se tornar o meta dominante do formato, porque hoje o Deck está muito mais próximo de ser um Salamanmeta do quê um Salamanlimbo, e é como diz o ditado: "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". Foi assim com PePe e SPYRAL, Decks até então fracos que foram recebendo cada vez mais suportes e se tornaram aberrações. Salamangreats podem ser os próximos, e só o tempo poderá nos dizer!



    Considerações Finais



    Se você teve a impressão de ter visto isso em algum lugar, não se preocupe, você está certo. Partes desse post foram extraídas de sites como "Road of the King", "Amino" e até mesmo do nosso blog pessoal "Cyberse Team BR". Sem dúvidas esse é um assunto que renderia inúmeros outros tópicos e ainda teríamos sobre o que falar, mas a nossa intenção era fazer um post rápido, dando um veredito sobre o Deck. Se você se interessou pelo Deck, e acredita em seu futuro, no final do post, vocês poderão assistir a um vídeo explicando detalhadamente um pouco mais sobre o Deck, e também sobre os suportes que vieram na coleção Ataque Selvagem, que não foram tão aprofundados nesse post. Desejamos de coração que vocês se tornem ótimas pessoas, seja nos duelos ou na vida real, e por isso colocamos a nossa alma nos nossos posts. Não se esqueça que todas essas cartas já estão disponíveis para venda na plataforma, e podem ser de grande ajuda nessa longa jornada. Um grande abraço, e até o mês que vem! 



    Att, Cyberse Team BR!





  • Deck Zumbi Vampiro - Como Jogar ?

    Deck Zumbi Vampiro - Como Jogar ?

    por mestredigao em 08/02/2019 - 699 Visualizações, 0 Comentários.

    Fala meu amigos, meu nome é Rodrigo mas conhecido como Digão sou de Duque de Caxias - RJ, e montei esse deck por conta da grande vontade de usar meus vampiros em um deck consistente, Bem vamos a mecânica.



    Deck zumbi vampiro - Casual

    Autor: mestredigao


    0.30 0.37 0.50
    1,08



    Você poderá invocar o principal monstro do Deck do seu GY, durante toda Fase de Standby. Sua outra habilidade de negar efeitos de monstros ou banir monstros do campo ou GY, apenas funciona quando um monstro Zumbi usa seu efeito, então você vai querer Zombie World em campo para que todos os monstros no campo e GY se tornem zumbis. Para garantir que você sempre tenha Zombie World por perto, um novo monstro de Nível 4 Banshee do Necromundo  irá proteger sua Magia de Campo de ser alvo ou destruída por efeitos de cartas, e se você ainda não tiver em posse da sua Zombie World, você pode banir este monstro do seu campo ou GY com a finalidade de ativar sua poderosa carta de Magia direto do Deck ou mão! Necronizar Zumbi  se um monstro Zumbi de nível 5 ou mais estiver no campo: Escolha 1 monstro que seu oponente controla e tome controle dele até a Fase Final. Enquanto no GY: Você pode embaralhar 1 monstro Zumbi banidos de volta ao Deck para então Setar esta carta. Tatsunecro Se esta carta seria usa como material Synchro, 1 monstro da sua mão pode ser usado como um dos materiais Synchro, porém, você terá que banir todos os materiais usados para a invocação.



    Rei da Condenação Balerdroch Durante a Standby, se uma carta com face para cima estiver na Zona de Campo: Você pode invocar esta carta do seu GY. Uma vez por turno quando o efeito de outro monstro Zumbi for ativado, você pode ativar um desses efeitos:




    • Negar o efeito

    • Banir 1 monstro do campo ou GY



    Florescer Brilhante Você pode bani-la do GY para então add 1 Zumbi de Nível 5 ou mais do seu Deck ou mão; ou então, caso “Zombie World” esteja ativada, você pode invocar 1 Zumbi de Nível 5 ou mais do seu Deck. Ela irá te ajudar a buscar ou até invocar monstros do seu Deck, realmente uma versão surpreendente da “Glow-Up Bulb”.



    Familiar Vampiro  é o responsável por buscar os monstros, entretanto para ativar seu efeito você terá de pagar 500 LP (utilize Vampire Domination para recuperar seu life points ) . Ele é útil mesmo no GY com seu segundo efeito, pois você pode invoca-lo e então utilizar seu efeito novamente. Para acessar as cartas de magia e armadilha você usará Criado Vampiro . Esta criatura requer o mesmo custo de ativação que Vampire Familiar e possui o mesmo segundo efeito; sendo assim, todo poder de busca que você precisar estará a sua disposição com os dois novos servos. Sheridan, o Vampiro Dampiro  é impiedoso em campo e não deixará a alma de suas vitimas descansarem. Após destruir os monstros do seu oponente Dhampir invoca-os de volta ao campo, porém sob seu comando. 



    Bem galera, essa é a estrategia básica do deck, leiam as cartas e montem vários combos possíveis. Forte abraço, eu fuiiiii!!!!!